Encontrei as historias mais especificadas.
A CRIAÇÃO (CERCA DE 3000 ANTES DO BLONEAD)
A DESLOCAÇÃO (CA. 3000 - 0 ANTES DE BLONEAD)
A DESLOCAÇÃO (CA. 3000 - 0 ANTES DE BLONEAD)
A IDADE DA GUERRA (85 DEPOIS DE BLONEAD - PRESENTE)
OS TRÊS REINOS
Valorian
Derion
Gor
RAÇAS
Os Humanos
Os Felinos
As Fadas
Vejam se querem jogar...
A CRIAÇÃO (CERCA DE 3000 ANTES DO BLONEAD)
Spoiler
Desde o inicio dos tempos que não existia uma separação entre o céu e a terra. Tudo era um buraco vazio sem um principio nem um fim. Foi então que os primeiros dois deuses entraram no mundo. Eram duas divindades com poderes de criação. A honorável Leya envolta em luz e esperança, incansável e com uma ambição excepcional pela harmonia e pela vida. Bergelius pelo outro lado juntou-se ao nada. Arrogante, assegurou-se que não teria de partilhar o seu poder com mais ninguém. A hostilidade entre Leya e Bergelius continuava a crescer até que um dia uma grande batalha começou entre eles. Leya perdeu a batalha condenando-a a uma vida de cativeiro sob o domínio de Bergelius.
Ele criou um sitio misterioso e negro - que era gelado e rodeado pelas sombras. A deusa, prisioneira, mas ainda cheia de esperança, usou as suas habilidades sobrenaturais para observar a criação do seu adversário. Com os seus próprios poderes ela criou o limite entre o céu e o inferno. Este fenómeno foi chamado mais tarde de dia e noite. Ao mesmo tempo que isso, Leya lançou as fundações da vida: terra, água, ar e fogo.
Ela decorou o mundo com continentes, vegetação e diversas criaturas tanto na terra como no mar. Ele deu o nome de Andaron a um dos continentes - hoje chamado de Iberia - e chamou aos seus primeiros habitantes de Mu. Como ela não podia defender a sua criação, criou oito deuses protectores e encarregou-os de proteger o mundo.
Bergelius não viu a criação de Leya até ela estar completa. Muito zangado pela sua distracção ordenou a Parakelius, um dos seus mais leais servos, que destruísse a criação o mais rápido possível. Parakelius e os seus seguidores puseram-se de imediato a caminho do mundo idílico. Um nevoeiro espesso espalhou-se pelo continente, levando ao medo e ao horror. Parakelius enganou os Mu com a sua malvadez e convenceu-os a juntarem-se ao Reino das Sombras. A paz de Andaron tinha sido destruída.
Os oito deuses protectores lançaram então um grande diluvio para destruir todo o mal e aversão e assim Andaron foi salvo. A enorme massa de água quase que destruiu todas as criaturas vivas no mundo. Os poucos que sobreviveram, fugiram para a ilha de Britron, na costa oeste de Iberia.
No entanto a influencia do mal continuava de pé: no isolamento da ilha muito tornaram-se em monstros. Parakelius usou a sua influência e transformou todos os habitantes de Briton em monstros. As criaturas da ilha formaram então a tribo militar dos Rahu.
Ele criou um sitio misterioso e negro - que era gelado e rodeado pelas sombras. A deusa, prisioneira, mas ainda cheia de esperança, usou as suas habilidades sobrenaturais para observar a criação do seu adversário. Com os seus próprios poderes ela criou o limite entre o céu e o inferno. Este fenómeno foi chamado mais tarde de dia e noite. Ao mesmo tempo que isso, Leya lançou as fundações da vida: terra, água, ar e fogo.
Ela decorou o mundo com continentes, vegetação e diversas criaturas tanto na terra como no mar. Ele deu o nome de Andaron a um dos continentes - hoje chamado de Iberia - e chamou aos seus primeiros habitantes de Mu. Como ela não podia defender a sua criação, criou oito deuses protectores e encarregou-os de proteger o mundo.
Bergelius não viu a criação de Leya até ela estar completa. Muito zangado pela sua distracção ordenou a Parakelius, um dos seus mais leais servos, que destruísse a criação o mais rápido possível. Parakelius e os seus seguidores puseram-se de imediato a caminho do mundo idílico. Um nevoeiro espesso espalhou-se pelo continente, levando ao medo e ao horror. Parakelius enganou os Mu com a sua malvadez e convenceu-os a juntarem-se ao Reino das Sombras. A paz de Andaron tinha sido destruída.
Os oito deuses protectores lançaram então um grande diluvio para destruir todo o mal e aversão e assim Andaron foi salvo. A enorme massa de água quase que destruiu todas as criaturas vivas no mundo. Os poucos que sobreviveram, fugiram para a ilha de Britron, na costa oeste de Iberia.
No entanto a influencia do mal continuava de pé: no isolamento da ilha muito tornaram-se em monstros. Parakelius usou a sua influência e transformou todos os habitantes de Briton em monstros. As criaturas da ilha formaram então a tribo militar dos Rahu.
A DESLOCAÇÃO (CA. 3000 - 0 ANTES DE BLONEAD)
Spoiler
Neste mundo que Leya criou, existiram várias raças, espalhadas por todos os continentes. Em Andaron, Bergelius conseguiu impor-se como líder dos Rahu e governar com tirania.
De acordo com a lenda, Bergelius trouxe o dragão Kameria à vida, um monstro cuspidor de fogo que espalhou o medo e o terror. Junto com um grupo de demónios de asas-negras, o dragão aterrorizou toda a gente, matando inclusive quem não conseguisse fugir a tempo. Povoações inteiras foram destruídas desta maneira - restaram apenas algumas ruínas que relembram as aldeias que existiram outrora.
Muitos tiveram de encontrar salvação lutando, já que as suas casas eram pilhadas e destruídas pelos demónios. Em simples barcos, ou mesmo a nado, populações inteiras atravessaram o oceano e depois de uma longa jornada chegaram finalmente a Andaron. Aqueles que não conseguiram chegar são e salvos foram enterrados em Dragonrod. Um santuário em memória desses mortos ainda se encontra lá presente, relembrando esses tempos esquecidos.
Ao longo dos anos, quatro grandes clãs cresceram em Andaron: Elfos, Fadas, Felinos e Humanos. Os sobreviventes dos nativos que não foram capturados por Parakelius foram chamados de clã Mu.
Os Elfos de Andaron transformaram-se ao longo do tempo em entidades sem corpo. Conhecidos como clã Bon-Tuna, mantiveram-se fiéis ás suas tradições e rejeitaram qualquer tipo de mudança.
As Fadas tornaram-se conhecidas pelo clã Mirhur. São pequenas, adoráveis e extremamente inteligentes. Definitivamente não devem ser subestimadas já que são as verdadeiras mestres da magia.
Duzentos anos mais tarde, as criaturas felinas do povo de Neved uniram-se com o clã Mirhur. São conhecidos como os Felinos e ainda estão unidos em amizade com as Fadas.
O clã Parholn é constituído pelo Humanos sobreviventes. Foram rápidos a decidirem-se pelo seu novo lar, e pouco a pouco, instalaram-se por Andaron inteira. São ambiciosos e versáteis mas tem uma esperança de vida menor que a dos outros povos.
Os diferentes estilos de vida e tradições dos clãs causou alguma fricção, que eventualmente levou a uma guerra. Foi curta, já que os clãs perceberam que apenas podiam sobreviver em Andaron se vivessem em conjunto e em paz.
Os Rahu preparam um plano de invasão em segredo, reuniram-se um exército temível e irromperam por Andaron. Unindo os seus poderes, os clãs conseguiram derrotar os Rahu e forçar a sua retirada.
Na confusão da batalha, a espada poderosa Krawendyn caiu nas mãos dos soldados de Andaron. Esta espada foi outrora criada por poderes negros. Com o medo que algumas sombras, que pareciam querer sair da espada, levaram-na ao comandante das forças. Ele escondeu a espada num local seguro, mas a sua aura maligna já tinha envenenado os corações das pessoas e lançou a discórdia entre eles. Mais uma vez, saiu a paz e entrou a guerra.
Os oito deuses protectores apreçaram-se a contar a Leya tudo o que se passava. Com horror a deusa olhou para o que se passava na sua outrora pacifica criação. Ela enviou os seus deuses protectores para Andaron, com a tarefa de expulsar para sempre Parakelius do mundo. Primeiro destruíram a Krawendyn. Assim que o poder da espada foi quebrado, conseguiram terminar a guerra que havia entre toda a gente.
Mas os Rahu não desistem facilmente. Apanhando todos desprevenidos, destruíram regiões inteiras. Depois de muita luta contra monstros ferozes, os deuses protectores intervieram de novo lançando mais um diluvio que destruiu praticamente toda a vida. Apenas alguns sobreviveram e como nómadas, viajaram durante muito tempo pelo continente.
Demorou séculos, até à terra estar totalmente recuperada. No entanto, o mal que existia não foi completamente extinto do mundo e começou de novo a esticar as suas garras.
De acordo com a lenda, Bergelius trouxe o dragão Kameria à vida, um monstro cuspidor de fogo que espalhou o medo e o terror. Junto com um grupo de demónios de asas-negras, o dragão aterrorizou toda a gente, matando inclusive quem não conseguisse fugir a tempo. Povoações inteiras foram destruídas desta maneira - restaram apenas algumas ruínas que relembram as aldeias que existiram outrora.
Muitos tiveram de encontrar salvação lutando, já que as suas casas eram pilhadas e destruídas pelos demónios. Em simples barcos, ou mesmo a nado, populações inteiras atravessaram o oceano e depois de uma longa jornada chegaram finalmente a Andaron. Aqueles que não conseguiram chegar são e salvos foram enterrados em Dragonrod. Um santuário em memória desses mortos ainda se encontra lá presente, relembrando esses tempos esquecidos.
Ao longo dos anos, quatro grandes clãs cresceram em Andaron: Elfos, Fadas, Felinos e Humanos. Os sobreviventes dos nativos que não foram capturados por Parakelius foram chamados de clã Mu.
Os Elfos de Andaron transformaram-se ao longo do tempo em entidades sem corpo. Conhecidos como clã Bon-Tuna, mantiveram-se fiéis ás suas tradições e rejeitaram qualquer tipo de mudança.
As Fadas tornaram-se conhecidas pelo clã Mirhur. São pequenas, adoráveis e extremamente inteligentes. Definitivamente não devem ser subestimadas já que são as verdadeiras mestres da magia.
Duzentos anos mais tarde, as criaturas felinas do povo de Neved uniram-se com o clã Mirhur. São conhecidos como os Felinos e ainda estão unidos em amizade com as Fadas.
O clã Parholn é constituído pelo Humanos sobreviventes. Foram rápidos a decidirem-se pelo seu novo lar, e pouco a pouco, instalaram-se por Andaron inteira. São ambiciosos e versáteis mas tem uma esperança de vida menor que a dos outros povos.
Os diferentes estilos de vida e tradições dos clãs causou alguma fricção, que eventualmente levou a uma guerra. Foi curta, já que os clãs perceberam que apenas podiam sobreviver em Andaron se vivessem em conjunto e em paz.
Os Rahu preparam um plano de invasão em segredo, reuniram-se um exército temível e irromperam por Andaron. Unindo os seus poderes, os clãs conseguiram derrotar os Rahu e forçar a sua retirada.
Na confusão da batalha, a espada poderosa Krawendyn caiu nas mãos dos soldados de Andaron. Esta espada foi outrora criada por poderes negros. Com o medo que algumas sombras, que pareciam querer sair da espada, levaram-na ao comandante das forças. Ele escondeu a espada num local seguro, mas a sua aura maligna já tinha envenenado os corações das pessoas e lançou a discórdia entre eles. Mais uma vez, saiu a paz e entrou a guerra.
Os oito deuses protectores apreçaram-se a contar a Leya tudo o que se passava. Com horror a deusa olhou para o que se passava na sua outrora pacifica criação. Ela enviou os seus deuses protectores para Andaron, com a tarefa de expulsar para sempre Parakelius do mundo. Primeiro destruíram a Krawendyn. Assim que o poder da espada foi quebrado, conseguiram terminar a guerra que havia entre toda a gente.
Mas os Rahu não desistem facilmente. Apanhando todos desprevenidos, destruíram regiões inteiras. Depois de muita luta contra monstros ferozes, os deuses protectores intervieram de novo lançando mais um diluvio que destruiu praticamente toda a vida. Apenas alguns sobreviveram e como nómadas, viajaram durante muito tempo pelo continente.
Demorou séculos, até à terra estar totalmente recuperada. No entanto, o mal que existia não foi completamente extinto do mundo e começou de novo a esticar as suas garras.
Spoiler
Neste mundo que Leya criou, existiram várias raças, espalhadas por todos os continentes. Em Andaron, Bergelius conseguiu impor-se como líder dos Rahu e governar com tirania.
De acordo com a lenda, Bergelius trouxe o dragão Kameria à vida, um monstro cuspidor de fogo que espalhou o medo e o terror. Junto com um grupo de demónios de asas-negras, o dragão aterrorizou toda a gente, matando inclusive quem não conseguisse fugir a tempo. Povoações inteiras foram destruídas desta maneira - restaram apenas algumas ruínas que relembram as aldeias que existiram outrora.
Muitos tiveram de encontrar salvação lutando, já que as suas casas eram pilhadas e destruídas pelos demónios. Em simples barcos, ou mesmo a nado, populações inteiras atravessaram o oceano e depois de uma longa jornada chegaram finalmente a Andaron. Aqueles que não conseguiram chegar são e salvos foram enterrados em Dragonrod. Um santuário em memória desses mortos ainda se encontra lá presente, relembrando esses tempos esquecidos.
Ao longo dos anos, quatro grandes clãs cresceram em Andaron: Elfos, Fadas, Felinos e Humanos. Os sobreviventes dos nativos que não foram capturados por Parakelius foram chamados de clã Mu.
Os Elfos de Andaron transformaram-se ao longo do tempo em entidades sem corpo. Conhecidos como clã Bon-Tuna, mantiveram-se fiéis ás suas tradições e rejeitaram qualquer tipo de mudança.
As Fadas tornaram-se conhecidas pelo clã Mirhur. São pequenas, adoráveis e extremamente inteligentes. Definitivamente não devem ser subestimadas já que são as verdadeiras mestres da magia.
Duzentos anos mais tarde, as criaturas felinas do povo de Neved uniram-se com o clã Mirhur. São conhecidos como os Felinos e ainda estão unidos em amizade com as Fadas.
O clã Parholn é constituído pelo Humanos sobreviventes. Foram rápidos a decidirem-se pelo seu novo lar, e pouco a pouco, instalaram-se por Andaron inteira. São ambiciosos e versáteis mas tem uma esperança de vida menor que a dos outros povos.
Os diferentes estilos de vida e tradições dos clãs causou alguma fricção, que eventualmente levou a uma guerra. Foi curta, já que os clãs perceberam que apenas podiam sobreviver em Andaron se vivessem em conjunto e em paz.
Os Rahu preparam um plano de invasão em segredo, reuniram-se um exército temível e irromperam por Andaron. Unindo os seus poderes, os clãs conseguiram derrotar os Rahu e forçar a sua retirada.
Na confusão da batalha, a espada poderosa Krawendyn caiu nas mãos dos soldados de Andaron. Esta espada foi outrora criada por poderes negros. Com o medo que algumas sombras, que pareciam querer sair da espada, levaram-na ao comandante das forças. Ele escondeu a espada num local seguro, mas a sua aura maligna já tinha envenenado os corações das pessoas e lançou a discórdia entre eles. Mais uma vez, saiu a paz e entrou a guerra.
Os oito deuses protectores apreçaram-se a contar a Leya tudo o que se passava. Com horror a deusa olhou para o que se passava na sua outrora pacifica criação. Ela enviou os seus deuses protectores para Andaron, com a tarefa de expulsar para sempre Parakelius do mundo. Primeiro destruíram a Krawendyn. Assim que o poder da espada foi quebrado, conseguiram terminar a guerra que havia entre toda a gente.
Mas os Rahu não desistem facilmente. Apanhando todos desprevenidos, destruíram regiões inteiras. Depois de muita luta contra monstros ferozes, os deuses protectores intervieram de novo lançando mais um diluvio que destruiu praticamente toda a vida. Apenas alguns sobreviveram e como nómadas, viajaram durante muito tempo pelo continente.
Demorou séculos, até à terra estar totalmente recuperada. No entanto, o mal que existia não foi completamente extinto do mundo e começou de novo a esticar as suas garras.
De acordo com a lenda, Bergelius trouxe o dragão Kameria à vida, um monstro cuspidor de fogo que espalhou o medo e o terror. Junto com um grupo de demónios de asas-negras, o dragão aterrorizou toda a gente, matando inclusive quem não conseguisse fugir a tempo. Povoações inteiras foram destruídas desta maneira - restaram apenas algumas ruínas que relembram as aldeias que existiram outrora.
Muitos tiveram de encontrar salvação lutando, já que as suas casas eram pilhadas e destruídas pelos demónios. Em simples barcos, ou mesmo a nado, populações inteiras atravessaram o oceano e depois de uma longa jornada chegaram finalmente a Andaron. Aqueles que não conseguiram chegar são e salvos foram enterrados em Dragonrod. Um santuário em memória desses mortos ainda se encontra lá presente, relembrando esses tempos esquecidos.
Ao longo dos anos, quatro grandes clãs cresceram em Andaron: Elfos, Fadas, Felinos e Humanos. Os sobreviventes dos nativos que não foram capturados por Parakelius foram chamados de clã Mu.
Os Elfos de Andaron transformaram-se ao longo do tempo em entidades sem corpo. Conhecidos como clã Bon-Tuna, mantiveram-se fiéis ás suas tradições e rejeitaram qualquer tipo de mudança.
As Fadas tornaram-se conhecidas pelo clã Mirhur. São pequenas, adoráveis e extremamente inteligentes. Definitivamente não devem ser subestimadas já que são as verdadeiras mestres da magia.
Duzentos anos mais tarde, as criaturas felinas do povo de Neved uniram-se com o clã Mirhur. São conhecidos como os Felinos e ainda estão unidos em amizade com as Fadas.
O clã Parholn é constituído pelo Humanos sobreviventes. Foram rápidos a decidirem-se pelo seu novo lar, e pouco a pouco, instalaram-se por Andaron inteira. São ambiciosos e versáteis mas tem uma esperança de vida menor que a dos outros povos.
Os diferentes estilos de vida e tradições dos clãs causou alguma fricção, que eventualmente levou a uma guerra. Foi curta, já que os clãs perceberam que apenas podiam sobreviver em Andaron se vivessem em conjunto e em paz.
Os Rahu preparam um plano de invasão em segredo, reuniram-se um exército temível e irromperam por Andaron. Unindo os seus poderes, os clãs conseguiram derrotar os Rahu e forçar a sua retirada.
Na confusão da batalha, a espada poderosa Krawendyn caiu nas mãos dos soldados de Andaron. Esta espada foi outrora criada por poderes negros. Com o medo que algumas sombras, que pareciam querer sair da espada, levaram-na ao comandante das forças. Ele escondeu a espada num local seguro, mas a sua aura maligna já tinha envenenado os corações das pessoas e lançou a discórdia entre eles. Mais uma vez, saiu a paz e entrou a guerra.
Os oito deuses protectores apreçaram-se a contar a Leya tudo o que se passava. Com horror a deusa olhou para o que se passava na sua outrora pacifica criação. Ela enviou os seus deuses protectores para Andaron, com a tarefa de expulsar para sempre Parakelius do mundo. Primeiro destruíram a Krawendyn. Assim que o poder da espada foi quebrado, conseguiram terminar a guerra que havia entre toda a gente.
Mas os Rahu não desistem facilmente. Apanhando todos desprevenidos, destruíram regiões inteiras. Depois de muita luta contra monstros ferozes, os deuses protectores intervieram de novo lançando mais um diluvio que destruiu praticamente toda a vida. Apenas alguns sobreviveram e como nómadas, viajaram durante muito tempo pelo continente.
Demorou séculos, até à terra estar totalmente recuperada. No entanto, o mal que existia não foi completamente extinto do mundo e começou de novo a esticar as suas garras.
A IDADE DA GUERRA (85 DEPOIS DE BLONEAD - PRESENTE)
Spoiler
A Rainha Blid Blonead e Arian Horus desapareceram da face da terra e nunca mais apareceram. Não havia qualquer descendência real e por isso o reino foi dividido em quatro grandes territórios, governados pelos conselheiros mais próximos da rainha: Neban Maha, Ruard Lopesa, Edgar Seher e Uma Plutak.
Guiados pela ganância e sedentos de mais autoridade e território, os quatro começaram uma verdadeira luta pelo poder. Queimados pela tirania, os seus súbditos ficaram muito infelizes. Edgar Seher não conseguindo lidar mais com o conflito moveu-se para o Sul de Iberia. Formou lá, junto com os seus seguidores, a cidade sagrada de Gor.
A insatisfação das pessoas tornou-se numa revolta. Sob a liderança de Armin de Remperd, uma revolução começou, a qual originou a ocupação da cidade de Lezina. As tropas do governador conseguiram encurralar os rebeldes no centro da cidade.
Os rebeldes conseguiram sobreviver lá durante muito tempo, apesar do acesso a qualquer a tipo de provisões ter sido cortado. No entanto, uma noite o cerco chegou a um fim sangrento: cobertos pela escuridão o exército conseguiu chegar ao centro da cidade e atacar os rebeldes - 20.000 rebeldes foram assassinados. Essa noite ficou conhecida na história como 'A noite do massacre da lua negra'. Rumores dizem que o herói desaparecido Arian Horus também esteve envolvido no banho de sangue. Armin de Remperd conseguiu fugir.
Depois disso Ruard Lopesa criou uma nova divisão de Iberia. Ele tomou o controlo de Derion, o território oriental. Ele deu Valorian, o Oeste, a Neban Maha. E a já consideravelmente desenvolvida cidade sagrada no Sul, liderada pelo Rei Tristan, tornou-se Gor.
Ruard Lopesa tornou-se num líder rígido, o seu poder era mais importante para ele do que o próprio bem estar das pessoas. Neban Maha, pelo outro lado, era um líder que tomava muita atenção ás necessidades das pessoas, colocou importância na disciplina e recrutou um exército altamente organizado.
HNo entanto, a divisão de Iberia não pôs um fim na luta pelo poder destes homens. Ambos os líderes proclamaram-se como Imperadores e o conflito militar entre Derion e Valorian continuou. Gor ficou neutra. O Rei Tristan estava mais interessado na troca e forneceu comida e armas a ambos os reinos de forma igual.
Um dia Ruard enviou alguns homens a Valorian para comprar impostos a uns habitantes. A tensão escalou quando Neban Maha capturou e decapitou a delegação inteira - isto originou uma guerra entre os dois reinos. Para financiar o seu exército, Neban Maha aumentou os impostos em Valorian.
As tropas de Ruard atreveram-se a atacar a capital de Valorian. No inicio o ataque pareceu ser bem sucedido, no entanto os atacantes nunca conseguiram ocupar o castelo onde os soldados de Valorian estavam entrincheirados. O cerco foi cancelado e ambos acordaram um cessar-fogo.
Convicto que Gor estava secretamente a apoiar Derion, Neban Maha atacou o reino na parte Sul do continente. Muitas pessoas conseguiram escapar aos tumultos.
O Rei Tristan reforçou a sua neutralidade. Em consequência disso as tropas de Valorian abandonaram Gor. Chocado pelo ataque ao seu reino, o Rei Tristan começou também a recrutar o seu próprio exército poderoso.
The ceasefire between Derion and Valorian continued - however the hostility between them continued. O cessar-fogo entre Derion e Valorian continuava - mas no entanto a hostilidade entre eles também permanecia. Portanto os líderes decidiram separar os dois reinos for uma fronteira fortificada e parar todas as trocas comerciais. Gor tornou-se no único parceiro comercial de ambos os reinos.
Nem dois anos tinham passado quando várias disputas pelas fronteiras originaram na segunda grande guerra entre Derion e Valorian. No entanto nenhum reino venceu.
Só depois de várias batalhas esgotantes é que os líderes acordaram outro cessar-fogo e as trocas começaram a florescer de novo: Valorian concentrou-se na comida, recursos naturais assim como armaduras e ferramentas. Derion focou--se mais na produção de armas melhoradas e poções mágicas.
A paz dura há vários anos, mas é frágil. Ambos os líderes estão a usar estes tempos para recrutar novas tropas e há várias evidências que a próxima guerra está mesmo aí ao virar da esquina...
Guiados pela ganância e sedentos de mais autoridade e território, os quatro começaram uma verdadeira luta pelo poder. Queimados pela tirania, os seus súbditos ficaram muito infelizes. Edgar Seher não conseguindo lidar mais com o conflito moveu-se para o Sul de Iberia. Formou lá, junto com os seus seguidores, a cidade sagrada de Gor.
A insatisfação das pessoas tornou-se numa revolta. Sob a liderança de Armin de Remperd, uma revolução começou, a qual originou a ocupação da cidade de Lezina. As tropas do governador conseguiram encurralar os rebeldes no centro da cidade.
Os rebeldes conseguiram sobreviver lá durante muito tempo, apesar do acesso a qualquer a tipo de provisões ter sido cortado. No entanto, uma noite o cerco chegou a um fim sangrento: cobertos pela escuridão o exército conseguiu chegar ao centro da cidade e atacar os rebeldes - 20.000 rebeldes foram assassinados. Essa noite ficou conhecida na história como 'A noite do massacre da lua negra'. Rumores dizem que o herói desaparecido Arian Horus também esteve envolvido no banho de sangue. Armin de Remperd conseguiu fugir.
Depois disso Ruard Lopesa criou uma nova divisão de Iberia. Ele tomou o controlo de Derion, o território oriental. Ele deu Valorian, o Oeste, a Neban Maha. E a já consideravelmente desenvolvida cidade sagrada no Sul, liderada pelo Rei Tristan, tornou-se Gor.
Ruard Lopesa tornou-se num líder rígido, o seu poder era mais importante para ele do que o próprio bem estar das pessoas. Neban Maha, pelo outro lado, era um líder que tomava muita atenção ás necessidades das pessoas, colocou importância na disciplina e recrutou um exército altamente organizado.
HNo entanto, a divisão de Iberia não pôs um fim na luta pelo poder destes homens. Ambos os líderes proclamaram-se como Imperadores e o conflito militar entre Derion e Valorian continuou. Gor ficou neutra. O Rei Tristan estava mais interessado na troca e forneceu comida e armas a ambos os reinos de forma igual.
Um dia Ruard enviou alguns homens a Valorian para comprar impostos a uns habitantes. A tensão escalou quando Neban Maha capturou e decapitou a delegação inteira - isto originou uma guerra entre os dois reinos. Para financiar o seu exército, Neban Maha aumentou os impostos em Valorian.
As tropas de Ruard atreveram-se a atacar a capital de Valorian. No inicio o ataque pareceu ser bem sucedido, no entanto os atacantes nunca conseguiram ocupar o castelo onde os soldados de Valorian estavam entrincheirados. O cerco foi cancelado e ambos acordaram um cessar-fogo.
Convicto que Gor estava secretamente a apoiar Derion, Neban Maha atacou o reino na parte Sul do continente. Muitas pessoas conseguiram escapar aos tumultos.
O Rei Tristan reforçou a sua neutralidade. Em consequência disso as tropas de Valorian abandonaram Gor. Chocado pelo ataque ao seu reino, o Rei Tristan começou também a recrutar o seu próprio exército poderoso.
The ceasefire between Derion and Valorian continued - however the hostility between them continued. O cessar-fogo entre Derion e Valorian continuava - mas no entanto a hostilidade entre eles também permanecia. Portanto os líderes decidiram separar os dois reinos for uma fronteira fortificada e parar todas as trocas comerciais. Gor tornou-se no único parceiro comercial de ambos os reinos.
Nem dois anos tinham passado quando várias disputas pelas fronteiras originaram na segunda grande guerra entre Derion e Valorian. No entanto nenhum reino venceu.
Só depois de várias batalhas esgotantes é que os líderes acordaram outro cessar-fogo e as trocas começaram a florescer de novo: Valorian concentrou-se na comida, recursos naturais assim como armaduras e ferramentas. Derion focou--se mais na produção de armas melhoradas e poções mágicas.
A paz dura há vários anos, mas é frágil. Ambos os líderes estão a usar estes tempos para recrutar novas tropas e há várias evidências que a próxima guerra está mesmo aí ao virar da esquina...
Valorian
Spoiler
Neban Maha governa esta província ocidental altamente militarizada. Muralhas e torres de vigia estão espalhadas até onde a vista alcança. Ainda consegues sentir que esta região foi uma fortaleza contra os Rahu.
A província do Sul, Bina, é olhada com suspeição já que se revoltaram contra Valorian e começaram uma guerra. Além disso, existe sempre o perigo que o inimigo Derion possa invadir por esta região.
Deste modo Valorian está a tentar formar um exército forte que não se distingue só pela sua magia, mas também pela sua disciplina e rigor.
A província do Sul, Bina, é olhada com suspeição já que se revoltaram contra Valorian e começaram uma guerra. Além disso, existe sempre o perigo que o inimigo Derion possa invadir por esta região.
Deste modo Valorian está a tentar formar um exército forte que não se distingue só pela sua magia, mas também pela sua disciplina e rigor.
Spoiler
O reino de Derion sob o domínio do Imperador Lopesa que se foca mais na magia e na alquimia para assim continuar a assegurar a sua liderança. Este reino, que foi abalado por várias guerras e está a recuperar lentamente. Os cavaleiros mágicos são responsáveis pelo algo sombrio imperador.
No entanto, se Ruard investir dinheiro e começar a desenvolver pesquisas no campo da magia e da alquimia, uma guerra contra Valorian pode eclodir de novo a qualquer momento.
No entanto, se Ruard investir dinheiro e começar a desenvolver pesquisas no campo da magia e da alquimia, uma guerra contra Valorian pode eclodir de novo a qualquer momento.
Spoiler
Edgard Seher fundou uma cidade sagrada na parte Sul do território Pandeon, que se tornou no centro do reino de Gor. É um reino de trocas e de agricultura.
O Rei Tristan governa e está a tentar manter a neutralidade, após ter suportado Valorian contra Derion na primeira guerra. Como vingança contra o ataque de Derion, Gor construiu a rua Arian, para assim separar as duas partes inimigas uma da outra.
Na segunda guerra, Gor tomou medidas extremas e forçou as duas partes a colocar um ponto final no seu conflito.
O Rei Tristan governa e está a tentar manter a neutralidade, após ter suportado Valorian contra Derion na primeira guerra. Como vingança contra o ataque de Derion, Gor construiu a rua Arian, para assim separar as duas partes inimigas uma da outra.
Na segunda guerra, Gor tomou medidas extremas e forçou as duas partes a colocar um ponto final no seu conflito.
RAÇAS
Os Humanos
Spoiler
O povo que antigamente era conhecido como clã Parholn, foram os últimos refugiados a chegar a Iberia durante o grande assentamento.
Apesar da sua curta esperança média de vida, comparada com as outras raças, desenvolveram um grande desejo pelo sucesso e uma grande habilidade no manuseio de ferramentas. Graças à sua imaginação e aos numerosos avanços tecnológicos tornaram-se rapidamente numa força poderosa em Iberia e mudaram a ideia que eram um povo fraco.
Além da sua extraordinária capacidade de adaptação possuem também a resistência a qualquer tipo de magia, assim como uma grande força e inteligência.
Apesar da sua curta esperança média de vida, comparada com as outras raças, desenvolveram um grande desejo pelo sucesso e uma grande habilidade no manuseio de ferramentas. Graças à sua imaginação e aos numerosos avanços tecnológicos tornaram-se rapidamente numa força poderosa em Iberia e mudaram a ideia que eram um povo fraco.
Além da sua extraordinária capacidade de adaptação possuem também a resistência a qualquer tipo de magia, assim como uma grande força e inteligência.
Spoiler
Os felinos pertencem ao antigo povo de Neved. Quando chegaram a Iberia, formaram de imediato uma irmandade com as fadas. Desde aí que ambos os lados partilham o seu conhecimento e vivem juntos em paz e harmonia.
Os felinos estão muito ligados à natureza e por isso protegem a sua terra e o vento. Estão constantemente a melhorar as suas habilidades de batalha para que consigam cumprir as suas tarefas de forma correcta. Os felinos são excelentes guerreiros no combate corpo-a-corpo. São muito fortes e possuem uma grande constituição.
Os felinos estão muito ligados à natureza e por isso protegem a sua terra e o vento. Estão constantemente a melhorar as suas habilidades de batalha para que consigam cumprir as suas tarefas de forma correcta. Os felinos são excelentes guerreiros no combate corpo-a-corpo. São muito fortes e possuem uma grande constituição.
Spoiler
As fadas, também conhecidas pelos Mirhur, foram a segunda vaga de refugiados a chegar a Iberia.
Desde logo que se tornaram amigas dos felinos pelo que as duas raças ajudam-se mutuamente desde aí. Os Mirhur são um povo sociável e possuem uma grande força mental. Trouxeram a magia para Iberia e mantém o conhecimento da fórmula da magia antiga.
A sua excepcional inteligência e sabedoria garante um poder mágico fantástico aos Mirhur. Também possuem a melhor ligação ao mundo dos espíritos.
Desde logo que se tornaram amigas dos felinos pelo que as duas raças ajudam-se mutuamente desde aí. Os Mirhur são um povo sociável e possuem uma grande força mental. Trouxeram a magia para Iberia e mantém o conhecimento da fórmula da magia antiga.
A sua excepcional inteligência e sabedoria garante um poder mágico fantástico aos Mirhur. Também possuem a melhor ligação ao mundo dos espíritos.
Última edição por Barreto em 14 Ago 2013, 11:52, editado 1 vez no total.
