Re: Ah, e tal...

26 Jan 2021, 12:32 [#8224]
Os médicos do privado ainda não foram vacinados nem sabem quando o vão ser (há profissionais do SNS que também continuam à espera da primeira dose), mas para a semana já começam a vacinar políticos (e não é apenas os com cargos "importantes"). Prioridades. <3

Já somos o pior país do mundo em número de novas infecções, mortos e risco de infecção...

Que não seja o único a ganhar tomates para tomar esta decisão.
https://instagram.com/stories/liberalpt ... d5nctrtocl
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Re: Ah, e tal...

31 Jan 2021, 10:25 [#8225]
https://www.cmjornal.pt/sociedade/detal ... e-teclados
https://poligrafo.sapo.pt/fact-check/ho ... s-10-meses

No total, o Hospital de Viseu gastou 82.900 euros em 500 teclados e 450 ratos nos últimos 10 meses, mediante três contratos por ajuste direto firmados com a mesma empresa entre março e julho de 2020.
Querem fazer disto um escândalo. 70 euros por rato e 200 euros por teclado não é nada de anormal para uns de qualidade numa loja de informática.
Aliás, muita malta gasta mais do que isso no rato. lol
Até nem é caro para produtos com garantia para serem usados em ambiente hospitalar e entregues rapidamente.
Neste ponto importa salientar que a mesma empresa FSA Digital Med, em abril de 2017, firmou um contrato por ajuste direto com o Centro Hospitalar de São João, no Porto, por um valor de 8.718 euros, visando a "aquisição de 100 ratos e 100 teclados laváveis".
Ou seja, em média, 43,59 euros por cada equipamento. Um preço muito inferior ao que o CHTV pagou, em média, por cada um dos 150 ratos e teclados igualmente laváveis: 152,60 euros, quase o quádruplo.
Comparar preços de 2017 com preços pandemia é desonesto.
Se os teclados mecânicos estão todos esgotados, imagino o resto. Nem a 160 euros impediram a malta de levar o que sobrava dos teclados. Queria comprar outro e não os há aos meses.
Já agora, ao mesmo tempo se calhar era de valor estas aquisições serem centralizadas para obter melhores preços e diminuir eventuais discrepâncias reais entre hospitais grandes e pequenos, do literal e do interior, do continente e das ilhas.
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Re: Ah, e tal...

31 Jan 2021, 13:05 [#8227]
O Hospital de Viseu tem mais de 2800 trabalhadores.
O mencionado Hospital S.João tem mais de 6200.

Não faço ideia da utilização de computadores por parte de enfermeiros e auxiliares, mas todos os médicos, técnicos (de diagnóstico e terapêutica) e administrativos usam.
Não me admirava que só o serviço de Imagiologia do Hospital S.João tenha uma quantidade dessas de teclados e ratos.
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Re: Ah, e tal...

31 Jan 2021, 16:36 [#8229]
Capfca Escreveu:
31 Jan 2021, 15:25
Comprem DogeCoin.
Não cries ilusões. Não há nada para valorizar a moeda sem ser uma maior quantidade de pessoas a detê-la.
Eu comprei ontem 500 Doges, mas é naquela do gozo. Se perder, perdi. Já ganhei 200 euros com a bitcoin e a ethereum, por isso é tranquilo. xD
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Re: Ah, e tal...

09 Mar 2021, 21:33 [#8233]
Lá se foi o Mobdro xD
Era uma bela app. Deixou de me funcionar para aí há um ano ou ano e meio atrás. Abençoados sejam os autores.
A aplicação ilegal Mobdro, que permitia visualizar gratuitamente canais de televisão paga através de streaming em computadores ou telemóveis, foi eliminada da Internet numa mega operação da Europol, em que participou a Polícia Judiciária.

A operação "Streamblock" decorreu a pedido das autoridades espanholas, envolvendo entidades policiais de Espanha, Andorra, República Checa e Portugal.

A operação permitiu a detenção de três indivíduos em Espanha e um em Andorra, países onde também foram realizadas buscas. No país vizinho, as autoridades concentraram-se na zona de Múrcia.

"A participação portuguesa, no âmbito de uma Decisão Europeia de Investigação, titulada pelo DIAP de Lisboa, permitiu a desativação de um servidor que continha aplicações destinadas à partilha ilegal de conteúdos, a apreensão de dados informáticos relevantes, bem como o hardware que suportava a atividade criminosa", adiantou, esta terça-feira, a PJ em comunicado.

A aplicação ilegal Mobdro era utilizada por centena de milhares de portugueses e por 43 milhões de pessoas em todo o mundo. As autoridades calculam que a rede de streaming ilegal tenha gerado lucros de cerca de cinco milhões de euros para os criminosos.

A investigação ao Mobdro começou em 2018, com queixas das Ligas espanholas e inglesas que detetaram a difusão ilegal de serviços de televisão com subscrição paga. Nos primeiros tempos, o Mobdro fornecia gratuitamente streaming de canais aberto, mas passou a distribuir conteúdos protegidos por direitos de autor, levando lesados a queixaram-se.

https://www.jn.pt/justica/autoridades-e ... 38279.html
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