Por amor de Deus, se é o que eu estou a pensar, foi uma lambada. Uma simples lambada. Os adeptos do politicamente correcto ficaram chocados, mas a verdade é que também eles mereciam umas valentes lambadas.
Quem sabe o puto não estava a fazer uma birrinha e não mereceu a lambada. Querem tratar as crianças como uma flores de estufa e depois admiram-se que o mundo esteja repleto de gente supérflua, de gente fraca de espírito, e acima de tudo de gente sem respeito por ninguém. Em vez de condenarem o pai, condenem o miúdo, porque no dia em que não o fizerem, estão a assumir que as crianças só têm direitos e portanto que os pais são paus mandados dos mesmos.
Com isto não digo que o miúdo não seja a vítima, mas o mais certo é isto não ser verdade.