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(Coluna do lado direito)
Coluna do lado direito
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Spoiler
José Cardinal recebeu dois mil euros em dinheiro dias antes do jogo Sporting-Marítimo, para a Taça da de Portugal. O árbitro auxiliar acabou por ser substituído antes do encontro, alegando-se «motivos pessoais».
O árbitro auxiliar José Cardinal está a ser investigado pela Unidade Nacional Contra a Corrupção (UNCC), depois de ter recebido dois mil euros em numerário, que foram depositados na sua conta dias antes do jogo Sporting-Marítimo, a contar para a Taça de Portugal, que a equipa leonina venceu por 3-0
A notícia é avançada esta quarta-feira pelo Diário de Notícias, que revela que o assistente - que se dedica em exclusivo à arbitragem depois de ter abandonado os quadros dos CTT - estava nomeada para o jogo dos leões, mas viria a ser substituído pelo Conselho de Arbitragem da Federação Portuguesa de Futebol (FPF) devido a «motivos pessoais».
O caso nasceu depois do Sporting ter recebido uma denúncia anónima, que encaminhou para o presidente da FPF, Fernando Gomes. Com as informações de que dispunha, o líder federativo reuniu-se com o diretor nacional da Polícia Judiciária, Almeida Rodrigues, e com o procurador-geral da República, Pinto Monteiro. A consequência imediata foi a abertura de um inquérito na UNCC.
José Cardinal, que chegou a ser ouvido como testemunha no processo Apito Dourado, recusou-se a prestar quaisquer esclarecimentos ao jornal.
Sapo
O árbitro auxiliar José Cardinal está a ser investigado pela Unidade Nacional Contra a Corrupção (UNCC), depois de ter recebido dois mil euros em numerário, que foram depositados na sua conta dias antes do jogo Sporting-Marítimo, a contar para a Taça de Portugal, que a equipa leonina venceu por 3-0
A notícia é avançada esta quarta-feira pelo Diário de Notícias, que revela que o assistente - que se dedica em exclusivo à arbitragem depois de ter abandonado os quadros dos CTT - estava nomeada para o jogo dos leões, mas viria a ser substituído pelo Conselho de Arbitragem da Federação Portuguesa de Futebol (FPF) devido a «motivos pessoais».
O caso nasceu depois do Sporting ter recebido uma denúncia anónima, que encaminhou para o presidente da FPF, Fernando Gomes. Com as informações de que dispunha, o líder federativo reuniu-se com o diretor nacional da Polícia Judiciária, Almeida Rodrigues, e com o procurador-geral da República, Pinto Monteiro. A consequência imediata foi a abertura de um inquérito na UNCC.
José Cardinal, que chegou a ser ouvido como testemunha no processo Apito Dourado, recusou-se a prestar quaisquer esclarecimentos ao jornal.
Sapo



