antes de mais venho dizer porque fiz este topico e começar pela doença: cancro.
é assim o meu tio que tem 52 anos descobriu este mês que tem cancro debaixo do figado :S
nao digo toda a gente mas uma boa parte so vem a descubri o que é a doença quando se tem ou algem da familia tem.
O que é um cancro?
TABAGISMO
é assim o meu tio que tem 52 anos descobriu este mês que tem cancro debaixo do figado :S
nao digo toda a gente mas uma boa parte so vem a descubri o que é a doença quando se tem ou algem da familia tem.
O que é um cancro?
Spoiler
Um cancro é uma neoplasia maligna ou, se se preferir usar a palavra tumor como sinónimo de neoplasia, um cancro é um tumor maligno. Na maioria, as neoplasias, felizmente, não são cancros. Por exemplo, temos neoplasias benignas muito frequentes na pele (sinais melânicos) e no útero (fibromiomas).
O que é uma neoplasia?
Como o nome indica, uma neoplasia é um tecido novo (neo – novo e plasia – tecido), que cresce dentro de nós. Este crescimento pode ser o resultado de uma maior proliferação (divisão) celular, ou de uma maior resistência das células à morte (nestas circunstâncias a morte designa-se por apoptose), ou de ambos (maior proliferação e menor apoptose).
A diferença entre uma neoplasia benigna e uma neoplasia maligna (cancro) é que a maligna é invasora dos tecidos à sua volta, isto é, não respeita as fronteiras.
Numa cicatriz, por exemplo, fazemos um tecido novo. Mas a nossa cicatriz pára no sítio certo. Se a cicatriz começasse a crescer para além do seu lugar próprio e invadisse os tecidos vizinhos, passaríamos a ter um cancro. Felizmente, a possibilidade de uma cicatriz se transformar num cancro é praticamente nula.
Os tecidos que constituem os cancros são muito diferentes dos nossos tecidos normais?
Não. Mais de 99% dos genes que codificam as proteínas de um cancro do estômago são iguais, ou muito parecidos, com os do estômago normal. A diferença está numa percentagem mínima de genes, que torna aquele cancro do estômago numa espécie de estômago anormal que tem uma forma estranha e não se confina à sua localização.
O cancro do estômago é assim o resultado do crescimento, de novo, de um tecido gástrico (estômago) que não respeita as fronteiras do órgão.
Como surge o cancro?
O cancro surge porque há uma desregulação. Temos mecanismos muito finos de regulação nos nossos tecidos normais. No cancro é quase tudo igual ao normal, excepto que “aquilo” não pára de crescer porque as células dividem-se e não morrem. A razão para termos a forma humana que nos caracteriza é termos uma fase em que os tecidos proliferam e crescem; depois deixam de crescer e diferenciam-se. Nas narinas, as células morrem no eixo dos “cilindros” nasais e forma-se uma cavidade; no caso do tubo digestivo, é a mesma coisa, e nas mãos, para não ficarmos com uma mão de pato, também acontece a morte das células entre os dedos (a tal apoptose), permitindo a sua individualização. O normal é os nossos tecidos crescerem até encontrar o outro tecido com o qual vão estabelecer uma fronteira estável. No cancro, isto não se passa.
Os cancros são o resultado de uma interacção muito complexa entre agressões ambientais (tabaco, infecções, dietas desadequadas, etc.) e susceptibilidade genética. Desta interacção resultam alterações genéticas que se vão acumulando nas gerações sucessivas de células neoplásicas (passam das células-mães para as células-filhas), dando-lhes maior capacidade para proliferar e sobreviver.
O facto de os cancros serem causados por alterações genéticas não significa que sejam hereditários. A grande maioria dos cancros (mais de 90%) não é hereditária, isto é, as alterações genéticas que causam directamente o cancro não são herdadas a partir das células germinativas dos pais (óvulo e espermatozóide), mas ocorrem nas células somáticas das pessoas durante a vida. Ocorrem sobretudo nos tecidos que são muito regenerativos, como a medula óssea -dando origem a leucemias, que são cancros das células sanguíneas -, o revestimento do tubo digestivo e a pele. Os cancros originados nos tecidos epiteliais (pele, tubo digestivo, brônquios, mama, próstata, etc.) chamam-se carcinomas, enquanto os cancros do tecido conjuntivo se chamam sarcomas e os dos órgãos linfóides, linfomas.
O que é uma neoplasia?
Como o nome indica, uma neoplasia é um tecido novo (neo – novo e plasia – tecido), que cresce dentro de nós. Este crescimento pode ser o resultado de uma maior proliferação (divisão) celular, ou de uma maior resistência das células à morte (nestas circunstâncias a morte designa-se por apoptose), ou de ambos (maior proliferação e menor apoptose).
A diferença entre uma neoplasia benigna e uma neoplasia maligna (cancro) é que a maligna é invasora dos tecidos à sua volta, isto é, não respeita as fronteiras.
Numa cicatriz, por exemplo, fazemos um tecido novo. Mas a nossa cicatriz pára no sítio certo. Se a cicatriz começasse a crescer para além do seu lugar próprio e invadisse os tecidos vizinhos, passaríamos a ter um cancro. Felizmente, a possibilidade de uma cicatriz se transformar num cancro é praticamente nula.
Os tecidos que constituem os cancros são muito diferentes dos nossos tecidos normais?
Não. Mais de 99% dos genes que codificam as proteínas de um cancro do estômago são iguais, ou muito parecidos, com os do estômago normal. A diferença está numa percentagem mínima de genes, que torna aquele cancro do estômago numa espécie de estômago anormal que tem uma forma estranha e não se confina à sua localização.
O cancro do estômago é assim o resultado do crescimento, de novo, de um tecido gástrico (estômago) que não respeita as fronteiras do órgão.
Como surge o cancro?
O cancro surge porque há uma desregulação. Temos mecanismos muito finos de regulação nos nossos tecidos normais. No cancro é quase tudo igual ao normal, excepto que “aquilo” não pára de crescer porque as células dividem-se e não morrem. A razão para termos a forma humana que nos caracteriza é termos uma fase em que os tecidos proliferam e crescem; depois deixam de crescer e diferenciam-se. Nas narinas, as células morrem no eixo dos “cilindros” nasais e forma-se uma cavidade; no caso do tubo digestivo, é a mesma coisa, e nas mãos, para não ficarmos com uma mão de pato, também acontece a morte das células entre os dedos (a tal apoptose), permitindo a sua individualização. O normal é os nossos tecidos crescerem até encontrar o outro tecido com o qual vão estabelecer uma fronteira estável. No cancro, isto não se passa.
Os cancros são o resultado de uma interacção muito complexa entre agressões ambientais (tabaco, infecções, dietas desadequadas, etc.) e susceptibilidade genética. Desta interacção resultam alterações genéticas que se vão acumulando nas gerações sucessivas de células neoplásicas (passam das células-mães para as células-filhas), dando-lhes maior capacidade para proliferar e sobreviver.
O facto de os cancros serem causados por alterações genéticas não significa que sejam hereditários. A grande maioria dos cancros (mais de 90%) não é hereditária, isto é, as alterações genéticas que causam directamente o cancro não são herdadas a partir das células germinativas dos pais (óvulo e espermatozóide), mas ocorrem nas células somáticas das pessoas durante a vida. Ocorrem sobretudo nos tecidos que são muito regenerativos, como a medula óssea -dando origem a leucemias, que são cancros das células sanguíneas -, o revestimento do tubo digestivo e a pele. Os cancros originados nos tecidos epiteliais (pele, tubo digestivo, brônquios, mama, próstata, etc.) chamam-se carcinomas, enquanto os cancros do tecido conjuntivo se chamam sarcomas e os dos órgãos linfóides, linfomas.
Spoiler
O fumo do tabaco reduz a capacidade de oxigenação do sangue. As folhas de tabaco contêm uma substância muito tóxica: a nicotina; e o seu fumo tem outras substâncias altamente nocivas para as vias respiratórias e para os pulmões e algumas são responsáveis pelo aparecimento do cancro, principalmente nos pulmões, nos brônquios, na laringe e no lábio. O fumo do tabaco favorece o aparecimento de doenças cardiovasculares (enfarte do miocárdio), bronquites, enfisemas, úlceras de estômago, úlceras no intestino e perturbações do sistema nervoso.
O hábito de fumar constitui uma das mais importantes causas de doença e é nocivo à vida das pessoas, pela incapacidade e morte que lhes são inevitáveis. A OMS classifica o tabaco como a principal causa de doença e morte no mundo.
O hábito de fumar constitui uma das mais importantes causas de doença e é nocivo à vida das pessoas, pela incapacidade e morte que lhes são inevitáveis. A OMS classifica o tabaco como a principal causa de doença e morte no mundo.

