Exactamente por isso é que fiquei com pior opinião. Usaram o/a filho/a como pretexto...Padrão Escreveu:Se @ menin@ tem um transtorno, claro que os pais não iam obrigar.
Mas processar a escola? Acho isso ridículo. É que nem é para el@ poder usar o wc visto que vai ficar a estudar em casa, deve ser mesmo pelo dinheiro.
A questão não é obrigar a criança, mas sim trata-la. E quando digo tratar não digo drogar. Digo ter 2/3 psicólogos a acompanhar a criança durante um ou dois anos. Se sempre ela quiser ser rapariga faz-se a operação, se quer ser rapaz deixem ser. Agora não vão andar nesta merda a processar tudo e mais alguma coisa e a tornar a criança super-protegida, pois quando chegar ao "mundo real" em menos de duas semanas temos suicídio pela certa...eduardextreme Escreveu:"A criança começou também a recusar sair de casa com roupa de rapaz. A família recorreu a um psicólogo e descobriu que Coy sofria de «um transtorno de identidade de género» e, desde o diagnóstico, passou a ser tratada e vestida como uma menina, tendo mesmo sido apresentada aos professores da escola processada como uma menina."
Agora se achas que os pais deviam ter obrigado a criança, isso já é outra coisa.





