Re: [Discussão] FC Porto

27 Nov 2013, 21:59 [#6201]
Haja alguém que me compreende, obrigado Jorge.
Defour estava sozinho, se alguém tem culpa naquele lance é o Danilo no mau alívio.
Befree, quem tira o golo ao Jackson é o Mangala. A não ser que estejas a falar noutro lance xD
Na minha opinião o Defour esteve bem e o Licá é pior que o Varela ponto
Mas são opiniões e temos de respeitar
Imagem

Re: [Discussão] FC Porto

28 Nov 2013, 12:20 [#6204]
O Jogo Escreveu:O FC Porto B venceu a Oliveirense por 4-1, depois de dar a volta ao resultado na segunda parte, em jogo relativo da 17ª jornada da II Liga, em Oliveira de Azeméis. A reviravolta, que aconteceu nos últimos 45 minutos, teve como principais protagonistas Carlos Eduardo - marcou um golo e esteve no lance para de dois penáltis - e Tozé, o marcador de serviço das grandes penalidades.

Numa primeira parte em que até foi o FC Porto B a equipa que mais lances de perigo criou, a Oliveirense conseguiu chegar ao golo ainda antes da meia hora. Mas ainda antes do golo inaugural, foi a equipa da casa foi a criar perigo, quando Yero se isolou, mas demorou muito tempo a rematar à baliza. Dez minutos depois, Carlos Eduardo deu a resposta dos "dragões" com um remate por cima da baliza de Mamadu.

A formação azul e branca manteve a pressão e continuou à procura do golo mas foi mesmo a equipa da casa da casa que, num lance de bola parada, inaugurou o marcador. Após um cruzamento na direita de Rui Lima, Yero cabeceou para dentro da baliza de Fabiano. O FC Porto B podia ter reposto a igualdade aos 32 minutos, depois de um cabeceamento de Kléber que obrigou a uma grande defesa de Mamadu.

A reviravolta aconteceu nos últimos 45 minutos, com o FC Porto B a manter o mesmo ritmo e a mesma pressão. Carlos Eduardo fez o primeiro para a equipa portista, aos 60 minutos, com um golo de cabeça após cruzamento de Victor Garcia.

Quatro minutos depois, Carlos Eduardo "arrancou" uma grande penalidade a Paulinho. Tozé foi o escolhido para marcar e não desperdiçou a oportunidade, colocando os dragões na frente do marcador. No minuto seguinte, foi a vez da Oliveirense ser favorecida com uma grande penalidade, por mão assinalada a Tozé dentro da grande área, mas Fabiano defendeu o penálti batido por Rui Lima.

O terceiro golo dos dragões também foi por intermédio de uma grande penalidade, cometida pelo guardião Mamadu sobre Carlos Eduardo. Mais uma vez, Tozé foi chamado a marcar e não falhou.

Já em tempo de descontos, André Silva, com um potente remate de fora da área, fechou a contagem em Oliveira de Azeméis.
Parece que o Carlos Eduardo fez um belo jogo.

Destaque para a assistência de Victor Garcia, os dois golos do Tozé que lhe deram a liderança isolada dos melhores marcadores (9 golos, 6 deles de penalti) e o golaço do André Silva.
Imagem
Imagem

Re: [Discussão] FC Porto

28 Nov 2013, 12:26 [#6205]
Vi isto noutro forum e sinceramente acho que explica bem os problemas desta equipa:

OS DEZ PECADOS DO FC PORTO 2013/14

1. Desconcentrações/erros no setor defensivo
O lapso de Danilo, frente ao Áustria, é o último exemplar de uma galeria de horrores. Helton (Atlético Madrid), Alex Sandro (Zenit), Mangala (Belenenses) e Otamendi (Nacional) ilustram um distinto rol de disparates e absurdos. «O grande problema não é o modelo de jogo, mas sim os erros objetivos no processo defensivo», advoga Carlos Azenha. «E o pior é que os jogadores são os mesmos. Nenhuma equipa resiste a erros básicos que originam golos».

2. Incapacidade de segurar vantagens
Este ponto surge decorrente do anterior. O FC Porto já perdeu por cinco vezes esta época a vantagem no marcador e foi incapaz de ganhar: Estoril, Atlético Madrid, Belenenses, Zenit (fora) e Nacional. A equipa é incapaz de controlar o jogo, matá-lo, como tão bem fazia sob a orientação de Vítor Pereira. «Creio que só agora se fala mais nisso porque o Benfica começou mal», defende Carlos Azenha. Victor Fernandez dá uma opinião mais institucional. «A genética do FC Porto é ganhadora. Se a equipa não segura vitórias, então algo se passa. Pela minha experiência, no entanto, acrescento isto: o clube sabe superar-se e tem uma força única para dar a volta a contextos negativos».

3. Pobreza nas alas do ataque
Cenário na pré-época: Varela, Ricardo, Iturbe, Kelvin, Izmaylov e Licá. Seis extremos, entusiasmo pelas aparições de Iturbe e Kelvin, principalmente estes. O argentino rumou ao Verona, o brasileiro herói do minuto 90+2 é peça de museu e nem inscrito na Champions está. Izmaylov desapareceu há mais de dois meses, devido a problemas pessoais. «Não sei por que não joga o Kelvin, deve haver alguma razão. O que sei é que tem um potencial soberbo, como tinha o Atsu», considera Carlos Azenha. «É fortíssimo no drible, no um para um. Quem é que o FC Porto tem assim? O Licá? Não. O Varela? É forte, possante, mas não é imprevisível. Foi pena ter falhado o negócio Bernard».

4. 4x2x3x1: Lucho sem influência na posse de bola
O FC Porto estava formatado há vários anos para jogar no 4x3x3, com um trinco e dois médios à frente. João Moutinho saiu e Fonseca mudou o posicionamento e as dinâmicas: Lucho é o vértice ofensivo do triângulo e joga nas imediações de Jackson, quase sempre sem bola. «O Lucho surge demasiado à frente. Para mim, é perfeitamente possível jogar com Fernando atrás, Lucho e Quintero à frente dele, um pouco como no tempo de Costinha, Maniche e Deco. O Quintero é o único capaz de desequilibrar».

5. Laterais esgotados e sem alternativas
Fucile saiu do plantel, Danilo e Alex Sandro jogam sempre e não têm concorrente direto. Ainda por cima, no esquema de Paulo Fonseca a exigência física colocada aos laterais é enorme. São eles que transportam a bola e cruzam (quase sempre demasiado atrás). «O Maicon e o Mangala podem jogar nesses lugares, mas o que se exige é que os laterais comecem por defender bem e só depois ataquem», considera Azenha. Sobre o erro de Danilo, na terça-feira, o técnico é claro: «não se pode bater uma bola daquela forma para a zona central».

6. Insistência no duplo pivô do meio-campo
Às vezes Defour, às vezes Herrera, outras vezes Josué, sempre Fernando. Paulo Fonseca não abdica dos dois homens, quase lado a lado, no meio-campo. «Em ataque continuado, o meio de comunicação do FC Porto é o passe curto e isto é comum às grandes equipas. O problema é que nenhuma equipa grande do futebol europeu joga em duplo pivô», lembra Carlos Azenha. O espaço entre estes dois homens e Lucho, muito adiantado, é uma terra de ninguém. «O Fernando é um seis que joga muita vezes de forma lateral e sente-se bem sozinho nessa zona».

7. Fernando e Jackson sem renovação
O contrato do Polvo expira em junho de 2014. O de Jackson vai até 2016 mas, face ao continuado assédio de outros clubes, a melhoria e ampliação do acordo têm estado a ser discutidas. Para já, sem sucesso. Azenha aborda a situação do médio brasileiro. «O Fernando chegou na altura em que eu e o Jesualdo estávamos no FC Porto. Vimos nele um enorme potencial», sublinha. «O Paulo Assunção era o titular e ainda testámos o Fernando a lateral. Era importante que jogasse e por isso foi para o Estrela», continua. «Falta-lhe o passe longo para ser um dos melhores do mundo. Contrato? Não é comum um caso desses no Porto. Ou há um acordo de cavalheiros já estabelecido para a renovação, ou então há compreensão do clube para ele sair no final da época».

8. Fucile e Izmaylov, casos por explicar
Dois maus exemplos do FC Porto de Fonseca, aqui sem responsabilidade aparente do técnico. O uruguaio foi colocado a treinar à parte depois de um problema disciplinar, Izmaylov está devidamente autorizado pelo clube a solucionar uma crise pessoal. Há mais de dois meses.

9. Época de Mundial: consequências?
Nico Otamendi voltou à seleção da Argentina, dois anos depois, mas cedeu o lugar a Maicon no último jogo. E agora? Clube e treinador mostram sensibilidade sobre o tema e valorizam o atleta ou pensam, antes de mais, em colocar os melhores, mesmo que não tenham hipóteses de ir ao Mundial? Como é o caso de Maicon, aliás. «Creio que isso só afeta negativamente os jogadores inativos. O Quaresma, por exemplo. No plantel do FC Porto, apenas na fase final da época, mais próximo do Mundial, os jogadores poderão ficar inibidos, com medo de uma lesão. Nesta altura querem é jogar sempre e ganhar um lugar na equipa e na seleção», refere Carlos Azenha.

10. Fonseca desconfortável na sala de imprensa
«A pressão sobre um treinador, no FC Porto ou noutro clube, é sempre sufocante. É ele que tem de tomar decisões e é sempre ele o culpado». A ideia é de Carlos Azenha e ajuda a perceber melhor a postura desconfortável e seráfica de Paulo Fonseca no contato com os jornalistas. Nada, mesmo nada, a ver com a abertura e alegria demonstradas numa entrevista ao Maisfutebol em janeiro de 2013, ainda no Paços.
Legendary Striker... is back again 8)

Re: [Discussão] FC Porto

30 Nov 2013, 12:07 [#6211]
Eu já sabia disto e até já tinha comentado a uns meses com o RSantos sobre o Porto deixar a Nike...ou melhor a Nike deixar o Porto que a verdade é essa e não o contrario.

Em relação aos kits lindos...sinceramente nunca achei os kits do Porto Bonitos tirando uma ou outra excepção numa ou outra época(o branco e dourado é uma das excepções por exemplo)...achei sempre que a Nike investia mais no design em outras equipas que não no Porto...mais uma vez a questão da rentabilidade ao vir ao de cima.

Enquanto a SAD estiver mais interessada em comissões e menos em crescer o clube na Europa o Porto continua nesta fase indefinida que se vem arrastando desde a conquista da liga Europa no tempo do AVB. As contratações, a venda de jogadores nucleares e a seguir comprar jogadores que não estão ao nível médio da equipa leva-me a pensar que estamos perante uma situação de empresa negocio extra-futebol, e nós como adeptos de uma equipa como o Porto temos é de acordar para a vida, especialmente os sócios que pagam todos os meses ao clube e compram os bilhetes para ver os jogos... depois admirem-se que nem metade do estádio está preenchido.
Legendary Striker... is back again 8)
cron