Re: Liga DTL/Ciclismo Virtual - 4ª Edição

28 Mar 2017, 13:38 [#221]
CFC, uma questão sobre o calendário. O que interessa é postar todas as etapas que estão calendarizadas em cada semana, nem que seja 5 num dia e 0 durante 2 ou 3 dias ou há um esquema?

Dá-me igual, no sentido que não estou a criticar, mas não entendi p.e. postares 3 etapas na quinta-feira e sexta-feira e na segunda-feira ser dia de descanso.

E FOI PARANHOS QUE OS F0DEU!

Re: Liga DTL/Ciclismo Virtual - 4ª Edição

16 Abr 2017, 20:28 [#240]
Já agora, convido-vos a uma reflexão pré-Giro.

A primeira coisa a reflectir é sobre o sistema de escolhas. Gostava que me dessem a vossa opinião sobre o sistema de escolhas. Dando a minha, sinto que o principal objectivo com estas mudanças foi cumprido, isto é, toda a gente tem equipas do seu agrado (o que pelo menos o seriam na altura das escolhas) sem que demorássemos um mês a escolher. Ou seja, listas obrigatória foi um sistema que, a meu ver, correu bem. Há alguns pontos a melhorar, nomeadamente, acho que o número de corredores a mandar na lista devia baixar (em vez de 30, uns 10, tanto que fui benevolente com aqueles que enviavam poucos corredores na lista), e também que as 12h de margem é muito, pois as pessoas usam essa margem e atrasam bastante as escolhas.

Sobre as planificações e sobre a perda de stats, a ideia está boa, a execução nem por isso. Fica já definido que, numa próxima edição, esta regra vai ter em conta o número de corridas (sendo que, obviamente, corridas por etapas serão consideradas mais desgastantes que algumas clássicas) e não o número de dias de corrida. Sobre o planificador e o acto de planificar, gostava que se pronunciassem.

Sobre a qualidade do vídeo, confesso que não percebo porque é que está tão inferior quando comparado com as outras edições. As definições no Fraps, no PCM e no conversor de formato de vídeo que uso estão todas iguais... Não sei mesmo o que possa ser. Se alguém tiver ideias, que transmita, porque não faço mesmo ideia.

Gostava que reflectissem também sobre o simulador. Na minha opinião, o simulador é muito superior ao PCM16. No 16, rara era a etapa em que um grupo grande descolava, nem que fosse em alta montanha. No PCM15, há muita influência de ventos laterais, de estradas estreitas, et cetera, tal como na realidade, algo que, a meu ver, é muito positivo. De negativo, realçar que há muitas quedas colectivas. Okay, acontece o mesmo na realidade, mas aqui parece-me exagerado, não sei qual a vossa opinião (e sim, tenho pena do mártir eduardextreme que perdeu gente por queda em quase todas as provas por etapas). Sobre haver muitas fugas triunfantes, de facto tem acontecido (11 vitórias da fuga em 49 etapas). Não é realista, é outro ponto negativo que aponto, mas tenho uma teoria para isso, que é o facto de em tudo o que é etapas ao sprint, haver candidatos da Correntes & Pedais, que é uma equipa cheia de bons sprinters mas com roladores fracos, que para perseguir fugas não servem. E como têm os grandes sprinters, o jogo mete essa equipa a trabalhar. Só que como os únicos bons roladores da equipa são os homens que vão estar no comboio, dá asneira. É a minha teoria, não sei se é verdade ou não, mas a verdade é que nas edições em que simulei no PCM15, este exagero de vitórias em fuga não aconteceu.
Sobre resultados e estratégias, muita gente ralha com as prestações dos seus ciclistas, isso não comento. Obviamente que se as stats dissessem tudo, não valia a pena gravar isto, pois estava tudo predefinido, daí que a desilusão de alguns perante resultados não deva ser confundida com erros de simulação. Fora estes comentários, recolhi alguns dos comentários contra o simulador em si. Vou expor alguns factos.
* TDU 5: chegou um grupo com 26 elementos na Willunga Hill, em que ganhou o Cancellara. Muita gente discutiu este resultado por ser pouco realista, algo que eu corroboro. Porém, há que ter em conta que a etapa não foi muito atacada, logo o resultado não é anormal, até porque dos 26, boa parte são os favoritos. Resultado irrealista, talvez, anormal tendo em conta a situação de corrida, não.
* Abu Dhabi 3: etapa de montanha que teve Felline e Swift em 10º e 11º, à frente de gajos muito melhores na montanha. Bem, mais uma vez, é um resultado completamente irrealista. Não é estúpido, porque a etapa não é, no jogo, de alta montanha. Ou seja, problema da etapa em si, e não do simulador.
* Paris-Nice 5: o Simon Clarke chegou num grupo com Froome, Thomas, Chaves, etc. Vários acusaram o jogo de irrealista. Apesar do Clarke não ser um trepador, tem uma razoável stat de montanha, o que aliado a uma forma diária fantástica no jogo, pode dar resultados com este no jogo (ainda para mais sendo um provável líder, porque o resto da equipa estava fora da luta). Na etapa equivalente na realidade (http://www.procyclingstats.com/race.php?id=149855), vejam que Kwiatkowski ou Gallopin chegam bem colocados, também eles trepadores muito medianos (superiores ao Clarke, eu sei, mas medianos). No máximo, culpem o autor da db porque não me lembro de grandes resultados dele na montanha.
* Tirreno-Adriatico 4: EBH ganha uma etapa dura num grupo com Contador, Henao, Barguil e Quintana. Isto tem uma razão, que é facto da subida final não ser tão dura no jogo como é na realidade, tanto que a etapa é considerada de média montanha e não de alta montanha, pelo jogo. Desse modo, é natural que não sobrevivam só os trepadores, que sobrevivam EBHs e Lobatos, e que no final, por não ser uma chegada em alto, estes sprinters ganhem. Mais uma vez, não é o simulador que tem culpa, é mesmo a etapa que está mal desenhada e irrealista (na realidade, os sprinters morreram nessa subida - http://www.procyclingstats.com/race.php?id=149863)
* Milano-SanRemo: criticou-se o facto de GVA atacar no plano e das equipas não serem inteligentes a ler a corrida. Tenho que concordar. Porém, não me parece que o resultado seja irrealista. Ganhar o Stybar isolado porque atacou, sendo secundado por um grupo cheio de sprinters (Sagan, Degenkolb, Bouhanni, Greipel), algo que me parece razoável e até condizente com que aconteceu na realidade este ano. Mesmo o facto de elementos como Bakelants ou Cancellara ou Gilbert estarem bem colocados não é irrealista (Cort Nielsen 11º, Wellens 18º, Canola 20º, este ano).
* Pavês no geral: há muitas críticas que gajos secundários de algumas equipas fiquem para trás. Por exemplo, Röwe (cujo líder é o GVA) ou Stannard (Vanmarcke). Quando há poucos homens num grupo, o jogo protege sempre, com tudo, o líder. Se tiver que abdicar do 2º homem em prol do líder, isso acontece. Percebo a desilusão pois queriam ser uma Etixx, podem criticar o simulador por isso, mas é isto que acontece. Sobre o facto de ir tudo ao sprint, confesso que isto me chateia imenso. Não é que não haja sprints na realidade, mas no PCM, em 20 provas de pavê duras, 19 vão ao sprint com pelo menos uns 3 ou 4 gajos (às vezes mais de 20).
* Sprinter Quintana na Romandie. Aqui sim, considero que o simulador falha. Os corredores começam a sprintar muito próximo da meta, e depois os gajos bem colocados fazem sempre boas performances no sprint, algo que não é realista... Mas pronto, é o que é.
Posto isto, gostava de ouvir opiniões isentas sobre o simulador.

E sobre a database, opiniões? (não esqueçam que é uma db da altura do Tour do ano passado!)

Por fim, gosta que falassem sobre o sistema de pontuação. Acham que está adequado, ou ainda é cedo para o dizer?

E é isto. Quero feedbacks :)
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