A desculpa de não saber escolher não cola. Não é essa a razão da falta de competitividade.



O Eduardo, o Padrão, até tu... Ficaram a mais de 2000 mil pontos do 1º e achas que estiveram na luta? Ok, lá sabes.CFC Escreveu:Não é uma desculpa, ter um puncheur e um trepador de segunda linha chega para estar na corrida por 70% das provas, por exemplo. Isso é competitividade, a meu ver.


Não é uma questão de pontuação, é uma questão de estar sempre na luta. É claro que, naturalmente, tu com o Gilbert tinhas sempre vantagem sobre o meu Rui Costa, mas ao menos eu tinha chances. Isso é para mim competitividade. É ter sempre razões para ver uma prova.Jals Escreveu:O Eduardo, o Padrão, até tu... Ficaram a mais de 2000 mil pontos do 1º e achas que estiveram na luta? Ok, lá sabes.CFC Escreveu:Não é uma desculpa, ter um puncheur e um trepador de segunda linha chega para estar na corrida por 70% das provas, por exemplo. Isso é competitividade, a meu ver.
A minha ideia à posteriori seria fazer algo deste género:eduardextreme Escreveu:Quanto à forma. Talvez fizesse mais sentido colocar determinado ciclista com a forma normal (máximo) em dois meses consecutivos à escolha, uma forma média em dois outros meses consecutivos à escolha, e o resto do ano com a forma no mínimo. Só uma ideia.
Quanto às pontuações, se quiserem equilibrar estão fodidos. Para ser equilibrado as clássicas acidentadas deviam valer pouco, montanha mais-ou-menos, clássicas de pavé muito, e as etapas planas, clássicas planas e contra-relógios deviam valer muitíssimo. É complicado, mas usar a pontuação actual bastava. Agora andar a pontuar um monumento igual a uma grande volta, tá bem tá.
