Gato sapato é como o Padrão disse. Gato pingado é usado em casos de inferioridade, irrelevância... "Estão ali meia dúzia de gatos pingados".





Nisso estou de acordo. Muita gente vê no André Ventura o rosto do populismo português, mas ignora que o grande pioneiro desta coisa foi o Marinho e Pinto. O gajo é um populista do pior. Nunca esquecerei da hipocrisia que foi ele vir dizer que não gostava das regalias europeias e o diabo a 4, e agora que o tacho está a acabar, candidata-se de novo. Diz o que todos querem ouvir, mas depois chega a hora da verdade, e é isto. Já para não dizer que ganhou muitos seguidores fruto dos comentários que fazia no programa do Goucha (que, não sendo em ambiente eleitoral, também eram muitas vezes o que as pessoas queriam ouvir).eduardextreme Escreveu: ↑08 Mai 2019, 10:29Aviso já que o Marinho e Pinto é o maior mentiroso deles. Votou sempre a favor da censura da internet.
A Europa não devia ter nenhuma inclinação política, pelo que evitaria extremistas, mas infelizmente eles vão crescer.

A Iniciativa Liberal deve ser a pior coisa que existe. Querem que a merda que é o sistema americano seja aplicado por cá. Um país tão anti-socialismo que parece de 3º mundo:
Acho que tu e muita gente não sabe: O voto em branco vale exactamente o mesmo que um voto nulo.R.Patricio Escreveu: O voto em branco é a melhor forma de protesto. É o que vou fazer. Não gosto de ninguém, não voto em ninguém.

Wtf? Fala-se em liberalismo e dás o exemplo dos EUA ignorando todos os bons exemplos que existem?eduardextreme Escreveu: ↑08 Mai 2019, 17:14A Iniciativa Liberal deve ser a pior coisa que existe. Querem que a merda que é o sistema americano seja aplicado por cá. Um país tão anti-socialismo que parece de 3º mundo:
- Não têm acesso universal aos sistemas de saúde e os seguros têm preços absurdos, levando a que muita gente não tenha dinheiro para ir ao hospital. Cirurgias levam famílias à pobreza. Coisas simples como um copo de água para tomar um medicamento custa vários dólares ou um cobertor custa centenas de dólares.
- Não têm nenhum sistema de comparticipação nos medicamentos e não há controlo de preços, levando os medicamentos a ter preços absurdos, que por sua vez leva muita gente a ter que escolher entre comer ou comprar medicamentos.
- Não têm controlo sobre as propinas nas Universidades e oferecem empréstimos para eles (sobre os quais não é possível declarar bancarrota), levando a que as propinas sejam de dezenas de milhares de dólares. Muitos estudantes têm a vida arruinada por não conseguirem um bom emprego capaz de ajudar a pagar os empréstimos, ou só o conseguem pagar, precisando de ajuda para poder morar fora de casa dos pais.
- Único país desenvolvido sem licença de maternidade. As mães têm um filho e se a empresa for uma merda (como infelizmente é na maior parte dos casos) devem ir trabalhar quase imediatamente depois.
Depois têm coisas absurdas como não ter controlo de armas, levando aos constantes massacres em escolas. Putos amuados com a vida resolvem matar os colegas.
Pah, se é este liberalismo que querem, não obrigado.

As televisões e rádios públicas, neste momento, existem somente para lutar por audiências e portanto servem para fazer televisão/rádio mainstream, e mesmo assim dão prejuízos. Eu aceito que haja um canal público ou uma rádio pública com essas finalidades, porque reconheço importância. O que vemos hoje, e ainda por cima com prejuízos? É má gestão dos dinheiros públicos.eduardextreme Escreveu: ↑08 Mai 2019, 23:41Faz sentido o estado ter 7 ou 8 canais de televisão e 3 rádios?
Se faz sentido essa quantidade? Não. Se faz sentido existir alguns? Sim.
Faz sentido o estado apoiar tudo aquilo que é importante transmitir mesmo que não haja muita gente a ver e não dê dinheiro.
Faz sentido transmitir a assembleia da república. Faz sentido publicitar cultura. Faz sentido promover programas que promovam a educação, saúde, civismo, etc.
Se a melhor forma de o fazer for a de deter canais de televisão e de rádio, então força.
Não sei se percebo o que queres dizer com a banca "ser um sector demasiado crítico para o estado ficar amarrado com interesses privados". Em última instância, a função reguladora é sempre do estado através do Banco de Portugal. De qualquer maneira, aceitando a tua premissa do segundo parágrafo, é a mesma lógica que aplico à RTP: é preciso reduzir o peso do estado ao mínimo. A CGD ser um prestador de serviços é uma função desnecessária do estado. E dando prejuízos ainda mais.eduardextreme Escreveu: ↑08 Mai 2019, 23:41Faz sentido o estado ter um banco (e mesmo assim enfiar dinheiro nos bancos privados)?
Faz, se o estado beneficiar em ter um. A banca pode ser um sector demasiado crítico para o estado ficar amarrado com interesses privados. E a privatização da CGD pode ser pior que continuar a ser do estado.
Se calhar faria mais sentido ser um banco que tem apenas como clientes o estado e outras organizações estatais. Ou seja, teria de se partir a CGD em dois e privatizar a das pessoas.
Voltamos ao mesmo. Ser 100% liberal é o que fazem os americanos e mal. Não se pretende total liberalização do país, pretende-se reduzir o papel do estado ao mínimo. Sobre se isto já é feito, não sei. O que escrevi foi mais numa óptica de dar um exemplo.eduardextreme Escreveu: ↑08 Mai 2019, 23:41Mesmo em alguns serviços essenciais, como electricidade, águas, etc, não faz sentido o estado gerir, pois pode zelar pelos interesses dos portugueses apenas regulando (impondo preços máximos, subsidiando serviços essenciais (nos locais remotos, por exemplo).
Eu acho que isso já existe, nem que seja parcialmente. Além de que a alta regulação que falas não é liberal.
Se tiveres um monopólio e ele funcionar bem, óptimo. Se não funcionar, é sempre possível inserir-se outra empresa no mercado. Não existe uma única empresa no mundo que detenha um monopólio total de um mercado. Mesmo nos mercados mais fechados, há sempre várias grandes empresas a competir.eduardextreme Escreveu: ↑08 Mai 2019, 23:41O interesse do privado é gerar lucro, e o lucro é gerado se houver clientes, e se houver concorrência, os privados vão-se comer por oferecer um melhor serviço. Quem ganha? O povo, pois claro. Não havendo concertação para lucrar imenso (daí a importância da regulação), o povo ganhará sempre com a concorrência.
Hahahaha. Isso é uma ilusão ao nível de um comunista.![]()
O interesse dos privados é fazer dinheiro e a melhor maneira de fazeres dinheiro é deteres um monopólio. A segunda melhor coisa é concertação de preços com a concorrência. E são coisas demasiado complicadas de provar para haver um combate eficaz.
Vou confiar que tudo o que estás a dizer é correcto, porque não tenho dados para contestar.eduardextreme Escreveu: ↑08 Mai 2019, 23:41- Quando comparam o Privado ao Público, quem trabalha no privado recebe mais que no público. Esse aliás é um dos motivos das 35h, foi uma negociação feita pelo António Guterres em 1998 para não ter de aumentar os salários da função pública. Aumentou o salário por hora sem aumentar o salário pago.
Mas também há outros pontos que não falam, como a questão das greves. Greves no privado só em cenários graves como de salários em atraso ou de sindicatos com algum poder como foi agora o dos camionistas, caso contrário não se atrevem.
Não sei o que eles defendem sobre o canábis, para ser sincero. Porém, sou 100% a favor da sua legalização. Duvido mesmo muito que, entre o que o Estado ganharia em impostos e o investimento social que teria que ser feito, o Estado não ganhasse dinheiro. Além disso, no que toca a vício, o canábis é uma droga que é possível de colocar ao nível do álcool ou do tabaco, ambos legais. Posto isto, charrava-se quem queria (no fundo, já assim o é...), e o Estado ganharia dinheiro com isso.eduardextreme Escreveu: ↑08 Mai 2019, 23:41- Quando falam da Canábis, querem fazer-se mais defensores que o Bloco de Esquerda, acusando-os de querer controlar quando nunca li nada sobre isso, mas pronto. Falam em IVA à taxa normal, mas é para ser mais barato que o tabaco? E esquecem-se do investimento que teria de ser feito na informação e apoio contra o vício.
Bem dito, Eduardo. Aqui estou 100% de acordo. Mas sabes como é que também é possível aumentar salários? Atraindo investimento estrangeiro. Em vez de taxar absurdamente as grandes empresas (e as pequenas também), estimular que estas se implantem em Portugal, e que invistam, e que necessitem depois de fixar os seus melhores trabalhadores, e que lhes suba os salários para não os perder para uma qualquer empresa sediada no estrangeiro.eduardextreme Escreveu: ↑08 Mai 2019, 23:41- Comparam salários e impostos com outros países, que produzem incomparavelmente mais que o nosso. Se o salário dos portugueses duplicasse amanhã, não se podia cortar a metade o IRS. O estado teria de continuar a pagar os salários dos funcionários públicos, que seria pouco menos do dobro (porque recebia mais via IRS). Os preços de tudo disparava devido aos custos da mão de obra, fazendo com que o estado pagasse mais por bens e serviços.
E até aqui nem parece tudo mal, se calhar dava para cortar uma boa parte nos impostos.
Só que, Portugal não conseguia exportar.
Com a mão de obra tão cara, a Inditex ia mandar fazer a roupa a Marrocos, a AutoEuropa fecharia, etc.
E compensava muito mais importar, pelo que a produção interna morreria. Não vale a pena produzir leite, carne, etc. porque se actualmente já é mais barato vindo de Espanha ou França, imagine-se nesta situação.
Precisa-se é de produzir algo com valor e não ser um país que sobrevive do turismo como qualquer país de terceiro mundo.
Pegando apenas nesta frase, até aqui trabalhamos mal. O sector do turismo tem um peso enorme em Portugal, e mesmo assim não trabalhadores bem porque o país não se soube adaptar ao boom que existiu. Há dias ouvi uma entrevista de alguém poderoso no sector que dizia que há uma escassez enorme de profissionais. Porque é que não se promove a formação de mais profissionais? Se é preciso tanta gente nestas áreas, porque é que se investe em alguns cursos com pouca saída e não se investe em formação nesta área?eduardextreme Escreveu: ↑08 Mai 2019, 23:41Precisa-se é de produzir algo com valor e não ser um país que sobrevive do turismo como qualquer país de terceiro mundo.

Ele está-se bem a cagar para isso. Este debate foi uma inutilidade. O da SIC foi informativo, este foi lixo televisivo. O melhor momento da noite foi o gajo dos reformados a sugerir que os deputados portugueses deviam pôr uma granada no parlamento europeu para ganhar relevânciaeduardextreme Escreveu: ↑13 Mai 2019, 22:10André Ventura falta ao debate das eleições europeias na RTP para ir comentar futebol noutro canal.
Pior publicidade para a coligação de partidos dele não podia ser, com estas prioridades.

