A W52/FC Porto vai deixar de ser Pro Continental.
Com as mudanças da UCI, fica mais caro ser Pro Continental e não há oportunidades de mostrar qualidade em provas de World Tour.
- Plantéis obrigados a ter 20 ciclistas (O mínimo era 16), aumentando assim o seu orçamento.
- Há mais 2 equipas de World Tour e com isto também há menos vagas para Pro Continentais em provas de World Tour. Passam de 4 vagas (2 wild cards da organização mais 2 para os melhores classificados do ranking das Pro Continentais) para apenas 2 wild-cards. Ou seja, nem o mérito desportivo de uma equipa Pro Continental chegará para ir a uma grande volta.
Por causa disto, equipas que já vinham participando em provas de World Tour e obtido alguns bons resultados como a Nippo-Vini Fantini, a Hagens Berman Axeon e a Euskadi Basque Country-Murias vão também deixar de ser Pro Continentais (Esta última vai mesmo acabar).
Basicamente a UCI matou a "classe média" do ciclismo. Ficando apenas os super-orçamentos do World Tour, com algumas migalhas para outras equipas que têm de investir milhões para ter sequer a possibilidade de participar em alguma prova do WorldTour.
Ao mesmo tempo, com este aumento, a UCI salva equipas do World Tour que corriam o risco de perder a licença por falta de resultados, como a Katusha e principalmente a Dimension Data. (Pois claro, pensavam que este aumento aparecia do nada?)
Ficou estabelecido que em 2023 o número de equipas World Tour baixa novamente para 18, despromovendo as duas equipas World Tour com menos pontos obtidos nos anos 2020-2022.