Já com dinheiro no bolso graças à saída do Joaquín para o Arsenal por 50M, dois jogadores vieram para sua posição, enquanto Rafinha, Akinfeev e, mais à frente, Zapater completavam um defesa de luxo. Manuel Fernandes aceitou renovar e não sair para o Everton, que havia accionado a opção de compra.
Um elenco como este era para atacar tudo. Tinhas estado perto na temporada anterior e, agora, com um plantel melhor, parecia ser possível tornar-se realidade.
Até meio da temporada, tudo bem. O momento decisivo foi o jogo da segunda volta frente ao Barcelona. Empate a uma bola, com golo de Ronaldinho de penálti (tal como na final da Copa del Rey). O problema viria das lesões prolongadas de Falcao e Zapater, juntando-se, ainda, uma expulsão de Albiol. Isto quase nos custou o primeiro lugar e tirou-nos força para eliminar um Arsenal que já havíamos derrotado por duas vezes antes. Ironia da vida, Joaquín fez-nos um golo em cada volta. A passagem ponha-nos frente-a-frente a Liverpool, também duas vezes derrotado na fase de grupos.
Com um plantel curto e muito cansado, o Espanyol ainda nos derrotou na penúltima jornada, empurrando, uma vez mais, a decisão do título para a última jornada. O Real Madrid, que apenas se reforçou com Agüero, vindo do rival Atlético de Madrid, vencia mais uma Liga dos Campeões e espera para ver o que fazíamos.
Guiados por David Villa, Ballon D'Or e Bota de Ouro de 2008, festejamos mais um título com os nossos adeptos. Bom mas ainda se pode melhorar. Para a próxima temporada tentarei reduzir o número de emprestados e, novamente, lutar pela tão desejada Liga dos Campeões.