Foram 4-0 mas a exibição foi à imagem do treinador: pobre e sem personalidade. Não há movimentações na frente, não há extremos velozes...e querem jogar em 4-3-3? Assim nem aqui nem na China. O futebol torna-se previsível e como é óbvio o Porto terá sempre uma posse de bola a rondar os 60%, mas não vai de certeza tirar proveito.
Por outro lado, Castro voltou a mostrar que é uma opção válida. Não será com certeza um talento ímpar, mas faz o que lhe compete no meio-campo, para além de sentir verdadeiramente a camisola. Mais uns quantos com a determinação, garra e paixão pelo clube neste plantel não era nada mal pensado.
Ah, e o Levezinho já juntou mais um quarto de hora e perfaz agora uns fantásticos 51 minutos em dois meses de clube. Se é para isto podiam ter-me contratado a mim, até jogava mais uns minutinhos, marcava tantos como ele (zero), talvez acertasse mais passes e fosse um nadinha mais veloz - e tudo isto por um salário muito mais baixo.