[FM 2013] O desafio do Pentágono - CFC

04 Jul 2013, 22:12 [#1]
Pois bem, aqui está o meu entretém novo, o desafio do Pentágono. Desejai-me sorte.
Activei todas as ligas do jogo, com o update de Inverno.

[resultado=Em que consiste o Pentágono?]

O objectivo d'O Pentágono é tão simples de explicar como difícil de alcançar: começando como desempregado com reputação de "futebolista amador", carregando quaisquer ligas à escolha (mas que terão de incluir ligas dos 5 continentes devido ao objectivo), vencer as cinco principais competições continentais de clubes do jogo. Isto é, o desafio fica completo quando no seu currículo o "treinador" conte com os seguintes troféus:

- Liga dos Campeões da CONCACAF (Norte-Americana)
- Liga dos Campeões Africanos
- Liga dos Campeões Asiáticos
- Liga dos Campeões Europeus
- Copa Libertadores

Este desafio está concebido para testar as qualidades de um jogador de FM a todos os níveis, já que terá de passar por todos os cantos do mundo, por todos os níveis competitivos e financeiros e de se adaptar constantemente ao meio em que se vê envolvido, só jogadores versáteis, tacticamente proficientes e com capacidade para se motivarem constantemente poderão chegar ao fim deste derradeiro desafio.

De resto, boa sorte a todos e bons jogos!
[/resultado]


Depois de ter recebido propostas de 10 clubes - Charleroi (Bélgica), Otelul (Roménia), Santa Clara (Portugal), Afan Lido (País de Gales), Rangers (Hong-Kong), Cherno more (Bulgária), Kerkyra (Grécia), Air India (Índia), Mitra Kukar e Persela (Indonésia) - optei por aceitar a proposta do Otelul e rumei à Roménia.

Otelul Galati
O Otelul, aquando da minha chegada, era um clube muito subvalorizado pela imprensa romena, o que facilitou a minha tarefa inicial. O objectivo mínimo que a direcção me deu era uma posição a meio da tabela, pelo que eu me propus a alcançar um lugar nas competições europeias, ou seja, um lugar nos quatro primeiros da Liga.

Quando cheguei, já tinha alguns jogadores com alguma qualidade, tais como o central Costin, o médio Neagu e o extremo Iorga, que eram também os únicos que eu conhecia na equipa. Porém, havia uma série de zonas do terreno a precisar de reforços. Estando num clube subvalorizado, a tarefa revelou-se difícil, mas lá consegui trazer alguns meninos:
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Todas as minhas vendas eram jogadores com pouca utilidade à equipa, portanto, foram boas vendas. Quanto às contratações, alguns são titulares indiscutíveis na equipa.
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A campanha no Otelul Galati foi algo fraca. A minha táctica passou de espectacular e ganhadora para sinónimo de derrotas e exibições fracas. A minha equipa deixou de lutar pelo 3º lugar e passou, a determinada altura, a lutar por um lugar na metade superior da tabela. A certa altura, a direcção estava frustrada comigo, e todos os jogos eram testes à minha resistência no comando da equipa... Ainda assim, não considero que a época tenha sido totalmente má. Foi a minha primeira época, e fiquei na posição prevista pela imprensa no início da época. Também tive muitos problemas com lesões e afins. Pessoalmente, valeu o segundo lugar no prémio de Treinador do Mês, logo no primeiro mês que treinei.

Eis os resultados e a classificação que obtive:
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Acabei então por ser despedido do Otelul Galati. Candidatei-me, mais uma vez, a todos os empregos disponíveis, e fui contactado apenas pelo Tuen Mun, recente campeão de Hong-Kong, cujo treinador deixou o clube rumo ao rival.

Tuen Mun
Eis então eu numa liga desconhecida, num país desconhecido e numa cultura futebolística desconhecida.

O Tuen Mun, apesar da vitória no campeonato passado, para a imprensa, é apenas a quarta melhor equipa da Liga. Assim, a expectativa mínima da direcção era um lugar na metade superior da tabela, ou seja, nos 6 primeiros. Depois da minha experiência no Otelul, decidi não me propor a objectivos mais ambiciosos, e ser mais humilde esta época.

Não conhecia nenhum jogador da minha equipa, logicamente. Estudei as fichas de cada um, e acabei por me decidir a vender alguns jogadores excedentários e outros, que não sendo excedentários, auferiam um salário muito alto. As regras da liga de Hong-Kong são bastante exigentes e apenas permitem a existência de 6 jogadores estrangeiros no plantel e apenas 4 podem estar em campo ao mesmo tempo... Assim sendo, as minhas contratações são quase todos jogadores honcongueses, ou jogadores com dupla nacionalidade sendo a segunda a de Hong-Kong. O único 100% estrangeiro é o Pablo Castiarena, lateral esquerdo argentino.
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Eis então o meu plantel.
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A época foi difícil. Um plantel por si só pequeno aliado a uma falta de qualidade tremenda do meu banco de suplentes dificultaram em muito a minha tarefa. O meu plantel já é algo experiente e acabei por ser assolado por bastantes lesões ao longo da época, nos meus jogadores principais, o que acabou por um grande obstáculo. Ainda assim, fiz uma temporada bastante boa.

Apesar de ser campeã em título, a minha equipa não era nada favorita à vitória, e a imprensa apontava mesmo um mero quarto lugar à partida para mim. Apesar de ter sido humilde nos objectivos a que me propus, o meu objectivo sempre foi o segundo lugar, tomando em conta que era impossível fazer frente ao South China, que tem claramente um plantel muito superior a todas as outras equipas (e que me eliminou de quatro taças internas, inclusive). Ora o objectivo foi cumprido, com uma vitória, fora de portas, sobre a minha grande ameaça, na altura, à segunda posição, o Citizen. Além disso, consegui uma boa campanha na Taça Asiática, que é a segunda competição continental da Ásia (ou seja, é uma espécie de Liga Europa para os asiáticos - a Liga dos Campeões Asiáticos não é acessível a todas as federações, só às mais cotadas), uma vez que atingi os quartos de final (a competição prolongava-se para a próxima época, pelo que não pude continuar a disputá-la).

O jogador que mais fez na minha equipa foi sem dúvida o Xie Silida, que possui a particularidade de poder jogar tanto a trinco como a ponta de lança. Na realidade, ele joga mesmo a trinco, segundo a Wikipédia, mas eu optei por o fazer jogar a ponta de lança, posição na qual ele rendeu bastantes golos e boas exibições.

Eis os resultados e a classificação que obtive:
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Porém, estar numa equipa onde não dê para ganhar títulos, onde não há dinheiro, onde vários jogadores querem sair, onde há titulares com idades muito elevadas (o John Moore tem nada mais nada menos que 47 anos) e onde nem sequer treinador adjunto eu pude ter para poupar em salários, não é propriamente a minha ambição. Assim sendo, optei por não renovar o contrato que assinei no início da época, apesar de ser essa a intenção da direcção e a vontade dos adeptos.

Saí pela porta grande e candidatei-me, mais uma vez, a todos os clubes possíveis. Apesar de ter ganho alguma reputação na Ásia, tive propostas de emprego pouco entusiasmantes... As equipas que me contactaram foram River Plate de Montevideo, do Uruguai, o Citizen, de Hong-Kong, e o Salgaocar, da Índia. Optei por ir para o River Plate de Montevideo, pois é claramente o clube mais forte.

Por curiosidade, o Otelul Galati, nesta época, foi campeão indiscutível, sendo um jogador que eu tinha listado para transferências o melhor marcador da equipa...

River Plate de Montevideo
O River Plate é o 5º clube mais reputado do Uruguai. Porém, falhou as competições continentais, razão pela qual o antigo treinador foi despedido. Na Apertura, a minha direcção exigiu que eu lutasse pelo título, pois ganhá-lo é difícil. O objectivo é bastante ambicioso, mas não é impossível.

O maior problema que enfrentei foi o facto de metade da minha equipa estar de saída, incluído jogadores chave. Eu perdi 10 jogadores-chave a custo zero, pelo que tive de construir quase uma nova equipa do zero. Como podem ver, 6 dos meus titulares base e ainda 3 dos meus suplentes são jogadores que adquiri. Posso também dizer que da minha equipa toda, o único jogador que conheço é o Luís Aguiar, e é porque passou pelo futebol português...
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A primeira meia-época correu bem. O plantel que eu construí, apesar de não ser o mais forte do campeonato, é consistente, o que equivale a dizer que fiz uma Apertura bastante regular, que culminou com uma vitória com 4 pontos de avanço sobre o Peñarol. Tive bastante sorte em não ter lesões que afastassem jogadores meia época, e tive sorte porque os maiores clubes foram perdendo bastantes pontos ao longo da Apertura. Fica registado o meu primeiro título, embora não seja um título "completo".
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Para a segunda metade da época e para tentar atacar a Clausura, reforcei-me com 5 jogadores, 4 deles uruguaios: Francisco Silva (Médio Centro - Universidade Católica (Chile) - 24 000€), Mathías Riquero (Médio Centro - Ponte Preta (Brasil) - 20 000€), Gerardo Rojas (Médio Ofensivo (embora venha jogar a extremo) - Brisbane Roar (Austrália) - 24 000€), Sergio Agüero (Médio Ofensivo (embora venha jogar a Ponta de Lança, como o Agüero famoso) - All Boys (Argentina) - Empréstimo) e Mathías Mohozzo (Extremo - Jagodina (Sérvia) - 90 000€). Vendi também 3 jogadores excedentários, encaixando mais de 1.2 milhões de euros.

Assim, o plantel base para a segunda parte da época é:
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A cláusura também correu bem, mas infelizmente, não a venci. Na última jornada, uma derrota frente ao Bella Vista acabou com as minhas esperanças numa vitória também na Clausura. Assim sendo, o título será decidido frente ao Defensor Sporting, num jogo a duas mãos.
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O Playoff para se decidir o campeão correu bem. Uma derrota escassa fora e uma vitória em casa deram-me o primeiro título em 3 épocas
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Apesar do River ser uma boa equipa, é uma equipa com a qual é impossível eu ganhar a Copa dos Libertadores. Assim sendo, não faz sentido eu ficar mais uma época. Sou ambicioso, e com a reputação que ganhei após vencer o campeonato uruguaio com a 5ª melhor equipa, candidatei-me a uma série de cargos.

Tive propostas de diversos clubes, e a escolha foi difícil. Em primeiro lugar, tive uma proposta de renovação, que eu prontamente recusei. Depois, tive proposta do Melbourne Victory (6ª na última edição da A-League), do Amiens (16º na Ligue 2 na época anterior), do Deportivo de Cali (na altura, 14º na Liga Colombiana), do Atvidaberg (na altura, 12º na Liga Sueca), do Gyeongnam (na altura, 13º na K-League), do Tuks (13º na última edição da Liga África do Sul), do Eskisehirspor (12º na Superliga Turca na época anterior), do Kalmar (actual 1º na Liga Sueca), do Leixões (7º na última Liga de Honra), do Slavia de Sofia (10º na última Liga Búlgara), do Blackburn Rovers (15º no Championship) e da Federação Argelina de Futebol para assumir a selecção sénior.

Embora a proposta do Blackburn e a da Argélia fossem as mais apelativas, acabei por ir para o Kalmar, pois como vai em primeiro já com o campeonato a um terço, talvez seja reputação "bónus". Por curiosidade, o treinador anterior saiu do cargo porque foi treinar o AIK.

Kalmar FF
O Kalmar é um desafio diferente de todos os outros. Em primeiro lugar, estou pela primeira vez num campeonato de Inverno, e isso, parecendo que não, influencia a minha maneira de gerir a equipa, em diversos aspectos. Em segundo lugar, entrei no clube a meio da época.

Como disse, escolhi o Kalmar pois queria ganhar alguma reputação sem grande esforço. O clube estava em primeiro, e tudo parecia promissor. Cheguei ao clube, e logo no primeiro dia, tenho um jogo, primeiro contra o último. Estava confiante. Afinal de contas tinha a equipa que liderava nas mãos e um jogo contra o último. Guess what, o jogo foi horrível. Empatei a 3 bolas, e só consegui o empate num golo cheio de sorte aos 90+1, de Tomas Kona. O clube estava realmente em primeiro, mas apenas com um ponto de vantagem sobre o Malmö. Cheguei a treinador, e no primeiro dia desço para o segundo posto...

Na semana a seguir, tenho um jogo contra o Gefle. Depois de um empate desgostoso contra o GIF Sundsvall, tudo o que eu queria era ganhar ao Gefle e continuar próximo do Malmö. O Gefle era penúltimo e eu estava mais uma vez superconfiante. A minha equipa atacou o jogo todo, e nem um golo... Aziei por completo... Mais dois pontos perdidos para o Malmö que ficava assim com 3 de vantagem. Pensei mesmo que o campeonato estava perdido e que o que parecia uma vitória fácil, estava comprometido. Empates contra os dois últimos eram inadmissíveis...

Entretanto, a equipa melhorou imenso, e consegui depois uma sequência de 6 vitórias seguidas. O Malmö, felizmente, entrou numa fase negativa, e teve uma fase em que esteve 6 jogos sem vencer, aumentando a minha vantagem pontual para 10 pontos, a certa altura.

Optei por manter a estratégia táctica do antigo treinador, fazendo apenas pequenos ajustes nas funções dos jogadores. A equipa estava em primeiro, portanto, não havia nada que me fizesse crer que a estratégia não funcionaria comigo. Assim, e pela primeira vez desde que jogo FM, tive uma equipa minha a jogar em 4-1-4-1.

Na Suécia, pode-se contratar jogadores livres a qualquer altura, pois não há período de inscrição de jogadores, e, no mês de Julho, que é quando muitos acabam os seus contratos, adquiri vários jogadores aproveitando este facto. Desses novos jogadores, destaco 2: Lucas Olaza, um jogador que eu treinei no Uruguai e que jogava pouco comigo, daí que se tenha recusado a renovar com o River, e Tomas Podstawski, português e conhecido pelos portugueses, que terminou contrato com o Porto. Chegado Agosto, contratei mais alguns jogadores, e fiquei com plantel suficientemente bom para atacar o título, apesar dos objectivos propostos passarem apenas pela qualificação para a Liga Europa.

Aqui estão as transferências todas e também a minha táctica base. Pelas datas, descobrem quais foram da minha autoria.
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Sem surpresa, acabei por ser campeão a 4 jornadas do fim, sem grande dificuldade. Fui inclusive campeão de sofá. A direcção ficou satisfeitíssima e os adeptos radiantes. Os últimos resultados foram mais negativos muito devido à rotatividade que impus no fim da temporada. O primeiro jogo que orientei foi o empate a 3 frente ao GIF Sundsvall.
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Nesta meia época, consegui ainda os primeiros troféus individuais da carreira, depois de ter sido nomeado treinador do mês por duas vezes, em Julho e Setembro.

O objectivo de ser campeão foi atingido, portanto, demiti-me do cargo de treinador. O Kalmar foi uma equipa fácil de treinar, pois a Liga Sueca é bastante equilibrada, e qualquer equipa com uma boa sequência de vitórias assume-se como favorita ao título, mas dá-me pouca visibilidade, e visibilidade eu só consigo num campeonato maior.

Nos entretantos, e ainda eu treinava o Kalmar, apareceu uma proposta da Federação Senegalesa de Futebol para eu orientar a selecção sénior, e eu aceitei.

Senegal
A selecção do Senegal encontrava-se, à minha chegada, a disputar a qualificação para a CAN. Na fase de grupos, num grupo com Burkina Faso, Congo e Sudão do Sul, ocupava a última posição, sem pontos, com uma derrota num jogo frente ao Congo.

Porém, o Senegal é uma selecção fortíssima entre as selecções africanas, pelo que estabeleci a meta de vencer todos os 5 jogos faltavam.

A minha primeira convocatória pode ser considerada algo revolucionária. Claro que convoquei os melhores, como o Papsis Cissé, ou o Demba Ba, mas deixei de fora alguns nomes importantes, e convoquei jogadores mais inexperientes, como o "meu" M'Bengue (que foi convocado porque realmente mereceu, pois fez grandes jogos comigo) e até jogadores desconhecidos, que nem sequer estava na lista da selecção, como um tal de Bindia, por exemplo.

Infelizmente, as coisas não me correram bem no primeiro jogo, e acabei por perder em casa 2-1 contra o Burkina Faso, num jogo onde estive sempre por cima. Fiquei super desiludido... Para o jogo seguinte, contra o Sudão do Sul, procurei não mudar muito a equipa, de forma a criar rotinas, e acabei por convocar sensivelmente os mesmos jogadores, salvo poucas excepções

Este jogo contra o Sudão do Sul foi bastante fácil. O adversário era acessível e acabei por vencer, fora de casa, por 3 bolas a uma.
Porém, as contas do grupo complicaram-se para mim, pois só o primeiro do grupo passa, e o Congo é cada vez mais líder... Atingir os objectivos pelo Senegal tornou-se portanto impossível, pelo que me demiti do cargo de seleccionador e decidi abraçar um novo projecto, desta vez em solo luso. O meu novo clube é o Beira-Mar, cujo objectivo creio ser não descer...

Beira-Mar
Entrei no Beira-Mar em Fevereiro, ou seja, fora da época de transferências e o clube estava posicionado na 14º posição. É claro que eu não faço milagres... A equipa tinha apenas um guarda-redes no plantel, o Moreira, e estava lesionado até quase ao fim da temporada (estava na jornada 22). Tive de jogar com um júnior na baliza e também com o Nuno Lopes, que estava já transferido a custo zero para o Belenenses... No fim, acabei por ficar em 12º, depois de ter perdido uma disputa mais objectiva com o Belenenses pelo 11º lugar.
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Na temporada seguinte, propus-me a terminar a meio da tabela. Contratei bastantes jogadores, alguns com nome, como o Emídio Rafael, o Yartey ou o Andre-Pierre-Gignac, que apesar de estar numa fase decadente da carreira, ainda dá umas perninhas, outros mais desconhecidos, como um tal de N'Doumbou, ex-Marselha. Em vendas angariei dinheiro com alguns jogadores excedentários, como o Tiago Cintra, e com um jogador importante mas que ganhava muitos milhares, o Dinda.

A equipa-base que à partida iria lutar pelos objectivos era a seguinte:
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O primeiro grande balde de água fria ocorreu à terceira jornada, quando o Mitchell Duarte se lesionou por 9 meses, falhando, portanto, o resto da temporada...

Porém, o desafio no Beira-Mar tem-se revelado bastante entusiasmante. A equipa, com uma táctica algo básica, joga à bola, e tem conseguido grandes resultados. Atingi a 5ª eliminatória da Taça de Portugal, onde perdi com o Porto por um escasso 1-0 no Dragão, fui eliminado na Taça da Liga na última jornada após derrota 2-0 com o Sporting em Alvalade, num grupo com Braga e Moreirense, e na Liga, à primeira volta e após algumas jornadas, estava num fantástico 5º lugar.
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No mês de Dezembro, fui terceiro treinador do mês, o que não sendo propriamente um feito extraordinário, num clube como o Beira-Mar, é bastante bom.
Em Janeiro, reforcei-me apenas com 2 jogadores. Um tal de Bocivenga, dispensado do Parma depois de uma época em grande nível na Ligue 1, pelo Sedan, que vinha para assumir a titularidade na lateral direita da defesa e Will Keane, ponta de lança formado e dispensado no Manchester United.
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Entretanto, tive propostas vindas do Alavés (Liga Adelante), do Sevastopol (1ª Divisão da Ucrânia) e do En Avant de Guingamp (Ligue 2) para ser treinador da equipa principal, propostas essas que eu recusei prontamente, pois pretendo propostas mais ambiciosas, e não vou deixar uma campanha excelente com o Beira-Mar para ir para clubes teoricamente mais fracos. Recebi também uma proposta mais apelativa do Slovan de Bratislava, um dos dois clubes grandes da Eslováquia que estava apenas em 8º lugar na Liga, mas acabei por recusar também.

A segunda volta foi mais do mesmo. Provei que a campanha positiva da primeira volta não foi apenas sorte, e acabei por consolidar a minha posição nos lugares cimeiros da tabela, que dão acesso às competições europeias. Consegui inclusive vitórias épicas contra o Porto em casa e contra o Braga fora e um empate contra o Sporting em casa, num jogo onde só sofri nos descontos, resultados bastante positivos para jogos nos quais à partida eu previa perder.

Em Março e em Abril fui mesmo treinador do mês, com 75% de vitórias em ambos os meses, feito excelente num clube como o Beira-Mar.

Acabei a época numa disputa acesa com o Porto pelo 4º lugar. À jornada 29, eu tinha 57 pontos e o Porto 56. Na última jornada, eu recebia o Benfica, que precisava da vitória para ser campeão, e, portanto, eu estava com dificuldade acrescida. Para mim, apenas a vitória interessava, pois só assim o 4º seria possível. O jogo acabou por terminar com uma vitória expressiva do Benfica por 3 bolas a zero, com um hat-trick do Cardozo, que tornou o Benfica no campeão nacional. Apesar de perder o jogo contra o Benfica e o 4º lugar para o Porto, fiz história, pois foi o melhor resultado no campeonato do Beira-Mar desde a sua fundação.

Foi uma época memorável, para a qual contrbuiu imenso Mohamed Camara, terceiro melhor marcador do campeonato com 17 golos e o Bura, terceiro melhor jogador da competição.

Eis os resultados e a classificação:
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Por fim, apesar de não ter ganho, posso ficar satisfeito por ter ficado em segundo no prémio de treinador do ano, apesar de eu considerar que merecia ter vencido... Entretanto, o Beira-Mar foi, sem surpresa, considerado o clube com maior evolução de entre os clubes da Liga principal, uma vez que estava previsto um 12º lugar e que acabei na quinta posição.

Recebi também uma proposta do Grasshopers, mas optei por não a aceitar, pois na próxima época vou estar nas competições europeias, e isso talvez traga visibilidade se eu contratar os jogadores certos.

Os resultados obtidos nesta época permitiram-me sonhar alto, e foi isso mesmo que fiz. Para a próxima época, estabeleci como objectivos pessoais igualar o 5º lugar da temporada anterior, atingir as meias finais da Taça da Liga ou da Taça de Portugal e atingir a fase de grupos da Liga Europa. Para isso, reforcei vários sectores da equipa. Deixei sair dois médios centro, um extremo e um defesa esquerdo, amealhando no total 100 mil euros, e contratei alguns jogadores importantes a custo zero, sendo que destaco o Caetano e o empréstimo de Nayef Minae, guarda-redes titular na época passada, também por empréstimo. Como podem ver, a equipa base não muda muito em relação à temporada anterior.
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A pré-época foi decepcionante. No total de 6 encontros, apenas consegui vencer dois, um contra o Boavista e outro contra uma equipa amadora. Porém, eu não me preocupei muito, pois ainda estava na pré-época.

O primeiro jogo oficial da temporada foi a contar para a fase de qualificação da Liga Europa, contra o Koper da Eslovénia. Não correu nada bem. A falta de eficácia da minha equipa e um erro defensivo fizeram com que eu fosse à Eslovénia pressionado, após um empate a uma bola em casa. Na Eslovénia, venci por duas bolas a uma, pelo que pude continuar nas competições europeias.

O sorteio para o playoff não podia ter sido mais agreste... A equipa que me calhou foi o Anzhi Makhachkala. Na primeira mão, a minha equipa fez uma exibição de sonho, assegurando um resultado importante para a segunda mão. Vencemos por três bolas a uma. Na segunda mão, sofri. Aguentei a primeira parte toda sem sofrer qualquer golo. No início da segunda parte, logo no reatamento, o Willian fez o primeiro golo da partida. Mais perto do fim, Bressan fez o 2-0 e punha o Anzhi em vantagem face à regra dos golos fora de casa... Minutos depois, eis o momento que mais me fez gritar de alegria desde que jogo FM. E não, não estou a exagerar, nem pode ser isto sequer considerado um acto geek. Depois de um corte de carrinho do Bura, Emídio Rafael recolhe a bola e faz um passe de 50 metros para a frente, interceptado pelo central do Anzhi. Porém, Will Keane, por sua vez, intercepta o passe de cabeça com rumo ao guarda-redes dos russos e marca o 2-1, em cima do minuto 90, qualificando a minha equipa para a fase de grupos da Liga Europa.
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O sorteio da fase de grupos da Liga Europa colocou-me num grupo difícil, algo expectável. Creio que cada ponto conquistado será uma vitória para mim... Pela frente, vou ter o Tottenham, o Partizan e o Steaua de Bucareste, equipas claramente muito superiores...

Entretanto, na Liga, as primeiras três jornadas faziam prometer. Três vitórias em três jogos colocavam a minha equipa na vice-liderança, partilhada com o Porto, e faziam querer que esta época iria ser melhor que a anterior. Não podia eu estar mais enganado. A essas três vitórias seguiram-se três derrotas, e eu já começo a acreditar que esta época vai ser um fracasso, pois ainda não defrontei qualquer clube grande... De entre essas derrotas, está um humilhante 3-0 frente ao Rio Ave, em Aveiro...

A terceira derrota, um 3-2 frente ao Moreirense em Moreira de Cónegos, fica também marcada por uma suspensão à minha pessoa, a primeira na minha carreira.
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Funny thing é que o adjunto fez com que a equipa voltasse às vitórias, com uma reviravolta bastante interessante de verificar. Outra curiosidade é que o primeiro golo do Estoril foi de um jogador que eu dispensei.
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O que eu não esperava mesmo, é de dar o projecto Beira-Mar por terminado tão cedo. Pois é. Eu rescindi com o Beira-Mar, não pelos resultados, mas devido à arrogância do presidente. No tempo em que estive no clube, aumentei imenso as suas receitas. Devido ao meu controlo orçamental, consegui retirar o clube de uma grave crise e fazer com que apresentasse inclusive lucros. Porém, no início da época, o presidente conseguiu fazer com que o orçamento de salários fosse ainda menor que na época anterior. Ora eu, como se deve calcular, gastei o orçamento todo... Porém, as más exibições dos meus extremos fizeram com que eu precisasse de ir ao mercado. Como não tinha orçamento para salários suficiente, pedi à direcção mais fundos, algo que me foi recusado... Face a isto, demiti-me, pois percebi que não tinha meios para atingir os meus objectivos...

Deixei o clube na oitava posição, com 12 pontos em 8 jogos, fruto de 4 vitórias. Na Liga Europa, 3 derrotas em 3 jogos... Para esquecer esta meia época, portanto.
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A minha decisão pode ser considerada precipitada, mas não me arrependo de a tomar. O próximo clube onde treinar terá que ter obrigatoriamente umas finanças seguras, esta é a condição que imponho. Não me importo que seja um clube mais fraco, tem é de dar para eu trabalhar bem.
Tive propostas de dois clubes gregos, o PAOK e o Xanthi, mas recusei-as. Optei por rumar à K-League, onde vou treinar o Pohang Steelers. Por tradição, os clubes coreanos são os melhores clubes asiáticos, portanto, vou para a liga certa em busca da Liga dos Campeões Asiáticos.

Pohang Steelers
O Pohang Steelers, apesar de ter terminado na oitava posição na última temporada, é um clube super ambicioso. Assim, não me fiz rogado, e propus-me mesmo a lutar pelo título coreano à direcção.

A primeira coisa que eu pedi à direcção foi que me arranjasse um clube mãe. Um bom clube mãe, estrangeiro, pode ajudar-me imenso a crescer. A equipa que aceitou associar-se à minha foi o Galatasaray. Com esta parceria, vou ter maior força na Turquia ao mesmo tempo que recebo alguns milhares anualmente.

A K-League, apesar de bastante reputada a nível continental, peca por não ter muita qualidade em termos de jogadores. Além disso, as regras das inscrições apenas permitem que sejam 4 estrageiros, 3 extra-asiáticos no máximo. Isto complica imenso as minhas escolhas e possíveis contratações. Porém, o facto de ter 8 milhões para gastar é excelente. Acho que finalmente tenho condições para ser bem sucedido numa campanha internacional.

Com muito dinheiro para gastar, equiparei o Pohang às melhores equipas do país e do continente em termos de plantel. Apesar de ter alguma reputação, o Pohang não se conseguiria impor com um plantel de 14 jogadores, muitos deles sem qualidade. Gastei quase 3 milhões de euros num total de 19 jogadores, a maior parte com bastante experiência. A média de idades do plantel que construí é a maior da K-League - 29 anos. Como devem calcular, não conheço quase nenhum destes jogadores. Os únicos jogadores que já conheia nesta lista enorme eram o Avenatti, ponta de lança titular no meu River Plate campeão, e o Park Jin-Po.
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Admito também que procurei alguma ajuda na internet para encontrar uma táctica boa para surpreender os meus adversários. A táctica que mais sucesso teve na pré-época é capaz de ser a táctica mais estranha com que alguma vez joguei. Este foi o 11 que entrou inicialmente em campo contra o Suwom City. Reforço que dois jogadores que seria titulares de caras no meu plantel estão ao serviço das suas selecções.
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O jogo terminou com uma avassaladora vitória minha de cinco bolas a uma. O melhor em campo foi Felipe Avenatti, que marcou dois golos. Os restantes foram marcados um por cada um dos outros pontas de lança titulares e um pelo guarda-redes adversário. Este resultado é um bom presságio para a época que aí vem, presságio esse que espero que se confirme.

Após esta vitória fantástica, nunca mais parei. Ao fim de 14 jornadas (tive um jogo adiado), tenho um registo impressionante de 12 vitórias e dois empates. Alguns destes resultados são mesmo memoráveis, tendo em conta a dificuldade do jogo em si.
Aqui ficam os resultados desta primeira parte da época:
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Sobre a segunda volta, não há muito a contar. Vitórias atrás de vitórias, apenas com pequenos deslizes pelo caminho. Em comparação com a primeira volta, segunda volta não correu tão bem. Ainda assim, correu de forma magnífica. Na primeira, já juntando o jogo adiado, apenas cedi 4 pontos em 2 empates. Na segunda volta, perdi a oportunidade de acabar a fase regular invicto, ao perder 4-2 frente ao Seongnam, num jogo em que até estava a ganhar 2-1 ao intervalo. Antes, já tinha cedido dois pontos num empate frente ao Daejeon e na pnúltima jornada cedi um empate ao Jeonbuck, o que perfaz sete pontos perdidos. Aliado a isto, o facto da minha equipa ter sofrido o dobro dos golos na segunda volta comparativamente à primeira, faz com que esta segunda volta perca algum brilhantismo...
Aqui ficam os resultados desta segunda volta:
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De realçar o facto de que consegui fazer com que um jogador fosse ao mundial, o que ao mesmo tempo é motivo de orgulho e tristeza, pois estive um mês poder jogar com ele. O jogador em causa é o ponta de lança Park Jun-Tae e representou a selecção coreana.

No mercado de Julho, assegurei a contratação de dois jogadores. Um é ponta de lança, é iraniano, e já é namoro antigo. Só não foi contratado no início da época pois estava gravemente lesionado e a direcção opunha-se. Foi contratado pois apesar de ser relativamente novo (21 anos), tem 16 de finalização e 19 de cabeceamento, ou seja, é um matador nato. Foi realmente uma grande contratação, que já me valeu 11 golos em apenas 8 jogos, 7 a titular, incluindo um Poker e um hat-trick, isto entre Julho e Agosto. O outro, é um diamante em bruto que eu já tinha começado a lapidar enquanto treinador do Kalmar. Na altura, não o tinha em definitivo na Suécia, pelo que ele voltou ao Gana, e passadas épocas ainda estava no clube que o formou. Apesar de ser extremo por natureza, vou jogar com ele a ponta de lança, pois os seus atributos físicos assim o permitem, além de que até tem uma ficha jeitosa para jogar na frente.
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Enquanto isso, estou nas meias finais da Taça da Coreia, e com perspectivas animadoras de vitória! O meu adversário é o 10º classificado da Liga à altura do sorteio.

Seguem-se agora mais 14 jogos até ao fim da Liga. Na Coreia, no fim dos 30 jogos, subdivide-se a liga ao meio. Os 8 primeiros jogam entre si a duas voltas e 8 últimos a mesma coisa. A pontuação inicial para esta "segunda ronda" é a pontuação com que se terminou a fase regular, chamemos-lhe assim. Parto com alguns pontos importantes de vantagem, e espero não deitar tudo a perder nesta fase. Para esta ronda, parto com uns sensacionais 16 pontos de vantagem para o Seongnam, o outro favorito, a par do Suwon.

Por curiosidade, o Beira-Mar ficou num mísero 10º lugar, na mão do Pedro Emanuel, e perdeu alguns dos melhores jogadores a custo zero ou a troco de tostões, possivelmente devido a exigências do presidente...

A segunda ronda começou de forma espectacular e eu diria até inesperada para mim. O adversário era o Seoul, campeão em título e venci por expressivos 7-0

Porém, seguiram-se dois deslizes frente aos dois adversários mais directos, que me fizeram até temer uma crise de resultados. Exagero o meu. Seguiu-se uma série vitoriosa que só terminou semanas mais tarde, com uma humilhante derrota em casa, precisamente contra o Seoul, por 5 bolas a duas. O resultado deve-se, em parte, à ausencia do meu guarda-redes titular, devido a compromissos internacionais, seguida de uma lesão logo ao minuto 11 do suplente, e também a uma expulsão ao minuto 25 do meu defesa direito... Se eu tivesse vencido este jogo, teria sido campeão, a 7 jornadas do fim. Assim, tive de aguardar até ao último dia de Outubro de 2018 para me sagrar campeão, em casa do 2º classificado, o Seongnam, o que, apesar de não haver propriamente uma rivalidade entre as duas equipas, é como se fosse vencer em casa do rival, pois trata-se da equipa mais reputada de todo o continente asiático e que está em segundo lugar na Liga.

Este campeonato não foi o primeiro título que eu conquistei na Coreia do Sul. Semanas antes, já eu tinha derrotado por 3 bolas a zero Ulsan, na final da Taça da Coreia. Nesta taça, alguém da vitória colectiva, a minha equipa conquistou todos prémios individuais possíveis da competição. Ko Mu-Yeol foi o melhor marcador, com 5 golos em 3 jogos, a mesma marca obtida pelo Rasoul Sharifi, que foi considerado o MVP da Taça, seguido, curiosamente, pelo Ko Mu-Yeol. Eu, por meu turno, conquistei o troféu de melhor treinador da Taça.

Espaço ainda para um record batido a três jornadas do fim, o record de pontos. O anterior record era de 102 pontos, estabelecido pelo Suwom, e eu atingi os 103 à jornada 41. Bati também o record de golos marcados, ao marcar 129 no campeonato.

Ficam aqui os resultados desta segunda fase da K-League e também a classificação final. Como podem ver, a distância pontual entre a minha equipa e o segundo classificado é enorme. São 22 os pontos que separam ambas as equipas. Destaque para o facto de eu ter o melhor ataque e a melhor defesa da K-League. O ataque é realmente um aspecto a destacar, com uma média excelente de 2.93 golos por jogo. A defesa, apesar de se tratar da melhor da liga, fica muito aquém das minhas expectativas... A média de 1 golo por jogo é algo considerável, na minha opinião.
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Em termos de prémios individuais, a minha equipa conquistou alguns. Felipe Avenatti foi considerado o jogador do ano para os adeptos (nem sei como o jogador do ano para a federação foi um do Busan...), o Kim Myong-Gil foi o guarda-redes do ano e eu fui o treinador do ano. O mesmo Kim Myong-Gil faz companhia ao Felipe Avenatti e também ao lateral esquerdo Kim Chi-Woo na equipa do ano. Em pódios, destaque para o segundo lugar de Avenatti no prémio de melhor marcador e de melhor golo (e que golo!!! - http://www.youtube.com/watch?v=aaGWaj71 ... r_embedded ). Entretanto, também o meu trinco Shin Hyung-Min recebeu um prémio e voltará à selecção nacional, devido a uma grande pressão da imprensa para a sua inclusão, pois já há meia época que a imprensa critica o selecionador por o deixar de fora, fazendo ele tão boas exibições.

Na época que se avizinha, vou manter-me no Pohang. Para a próxima época, o grande objectivo é voltar a triunfar na Liga. Um dos grandes erros que cometi no Beira-Mar foi apostar nas competições europeias sem ter grandes esperanças. Aqui, não vou cometer o mesmo erro. A primeira época na Liga dos Campeões Asiáticos vai ser à experiência. Não vou estabelecer objectivos demasiado complicados. Ainda assim, vou tentar fazer boa figura, daí que tenha escolhido como local de estágio um local fora na Ásia. O estágio realizar-se-à na Califórnia, onde espero que a equipa se debata bem contra equipas americanas, com maior qualidade. Para a próxima época, à partida, vou ter três baixas, três jogadores jovens que vão cumprir o serviço militar obrigatório, durante dois anos, e que vão jogar no Sangju, por empréstimo (é obrigatório). Recebi também uma má novidade. O meu presidente milionário vai deixar de financiar o clube, portanto, vou ter de ser mais comedido nos gastos.

No mercado de transferências, fui bastante agressivo, e ao sétimo dia de Janeiro, já tinha o plantel quase composto, faltando apenas assegurar um defesa central decente. Um dos meus centrais titulares, Cho Sung-Hwan, decidiu não renovar contrato e ficar sem clube e o outro reformou-se. Já tinha adquirido o Wilkinson, e faltava um. Estas foram as únicas baixas ditas de peso na minha formação da época finda. Porém, em termos de contratações, e apesar de ter menos dinheiro disponível, não me fiz rogado e trouxe alguns reforços sonantes. A minha estratégia de mercado consistiu em não ligar a nomes nem a clubes, e tentar trazer os melhores jogadores coreanos da liga (e de fora, se o negócio for bom, como foi o caso uno de Park Sang-Jin) para o meu clube e numa lista de 10 nomes, apenas falhei duas contratações, dois centrais que não estavam interessados em juntar-se a mim, pelo que me tive de virar para um 11º nome, o Jung In-Whan, que é agora o terceiro jogador com mais minutos na minha equipa. Aliado a isto, regressou do serviço militar um jogador que é titular agora na minha ala esquerda. Aqui ficam os meus negócios:
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Na pré-temporada, antes do estágio na Califórnia, fiz uma digressão ao Japão, para defrontar 4 equipas locais. Perdi três jogos e conquistei o empate num. Segui para os Estados Unidos e em 5 jogos, apenas venci um. Todos os outros foram empates. Ainda assim, o que outros poderão considerar uma má pré-época, devido aos fracos resultados e à falta de vitórias, eu considero uma boa pré-época, pois defrontei equipas muito superiores. Porém, sou franco, estes resultados não me ofereciam grandes garantias para fazer face às exigências da competição continental, onde fui colocado no mesmo grupo que o Adelaide United da Austrália, que o Sendai Lumiere do Japão e que Shortan Guzor do Uzbequistão, grupo no qual, em teoria, sou apenas o 3º favorito.

A época iniciou-se precisamente com a minha estreia na Liga dos Campeões Asiáticos. Viajei até Adelaide, para impor o meu jogo frente ao tetracampeão australiano, contra todas as probabilidades, pois o meu adversário já tinha outro ritmo competitivo, pois já estava a meio do campeonato. Uma entrada com o pé direito na LCA. Seguiu-se uma onda vitoriosa, com vitórias nos 5 jogos para a liga que se seguiram e contra o Shortan para a LCA. O meu primeiro deslize ocorreu à 6ª jornada, após um desaire inesperado em casa do Jeonbuck, num jogo decidido por um golo ao décimo quinto minuto. No jogo seguinte, contra o Sendai Lumiere, no Japão, um empate com sabor a vitória, pois estive a perder por duas bolas até ao minuto 78 e acabei por marcar dois bolos em 5 minutos, estabelecendo o 2-2 final.

Desde esse empate, foi sempre a somar, uma vez que veio uma série de vitórias enorme. No grupo G da Liga dos Campeões, à 4ª jornada, já estava passado, e acabei por acabar mesmo por terminar a fase de grupos sem derrotas, com 16 pontos conquistados, em 18 possíveis.

Pelo meio, tive uma proposta para ir treinar para a Ucrânia. O Dnipro fez-me proposta, mas eu rejeitei prontamente.

Na Liga dos Campeões, segue-se mais uma equipa australiana, o Melbourne Heart. A equipa sediada em Melbourne conta com vários jogadores estrangeiros com algum nome, entre os quais, o belga Tom de Sutter. Desses jogadores, destaco ainda o trinco Ignacio Ratti, titular no meu River Plate. Foi uma completa surpresa quando vi um nome conhecido no 11 titular adversário. O trabalho difícil foi feito em casa, uma vez que venci por 3-1 (podia ter 3-0, se não fosse uma distracção nos segundos finais do encontro...). Fora de casa, bastou-me segurar o resultado. Ainda estive por baixo na eliminatória, precisamente no minuto 49, quando o Melbourne Heart fez o 2-0, mas no minuto a seguir, a minha equipa recolocou-se na frente da eliminatória, ao marcar por intermédio de Felipe Avenatti, estabelecendo o 2-1 que se manteria até ao fim da partida. Esta derrota veio pôr um ponto final numa série que já ia em 13 jogos em que a minha equipa marcou pelo menos mais um golo que a equipa adversária.

Aqui ficam os resultados da primeira parte da época
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Destaque ainda para a evolução do Godwin Badu. Tenho impressão que se eu o tivesse treinado continuamente desde que o deixei, na Suécia, até agora, ele teria ficado o melhor do Mundo. Ainda assim, está aqui um jogador que já seria jogador para o Real Madrid ou para o Barcelona ou para qualquer outro clube de topo. Ficam aqui os atributos e a comparação com um jogador conhecido e que 65 vezes mais valioso que ele.
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A segunda parte da época correu quase tão bom como a primeira. Na primeira, perdi três pontos, após uma derrota em casa do Jeonbuck. Na segunda, perdi quatro pontos, num empate em casa do Chunnam, equipa que é tem sido a grande surpresa da Liga, e que se encontra no 5º lugar, quando segundo as previsões deveria estar apenas no 12º lugar, e num empate frente ao Seongnam, curiosamente, empates nas jornadas 29 e 30.

Não há muito a dizer sobre esta volta. A série vitoriosa antecedente a este resultado era já de 16 vitórias, em todas as competições. O meu destaque vai para esta reviravolta magnífica frente ao Sangju, a tal equipa dos jovens militares. Tratava-se de um jogo a contar para a FA Cup Coreana, quartos de final, e como é lógico, a derrota punha-me fora da competição. A minha equipa foi dominada na 1ª parte, esteve por cima toda a segunda parte, mas teve muitas dificuldades em frente da baliza. Em desespero, lancei no encontro o Alonso, que em poucos minutos, e já depois dos 90, faz o empate, neste golo super confuso - http://www.youtube.com/watch?v=8JrHxSjrHdQ . O mesmo Alonso acabaria por marcar o golo da vitória no fim da primeira parte do prolongamento.

Ficam aqui os resultados da 2ª volta e também a classificação da parte "regular" do campeonato:
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Sou sincero, já me começo a fartar do Pohang. Modéstia à parte, construí um plantel tão bom e pus a equipa a jogar de forma tão boa, que não há ninguém que me faça frente a nível interno e ainda estou para ver se a nível externo haverá. O próximo jogo internacional da minha equipa será para os quartos de final da Liga dos Campeões Asiáticos, contra uma equipa iraniana chamada Malavan.

A maior dificuldade que enfrente de momento é manter os meus dois iranianos contentes. Ambos anseiam por sair para um clube maior. São casos diferentes. O primeiro, o médio Hajysafi, tem 29 anos, e face a uma boa proposta, eu deixava-o sair, pois encontraria já tinha um substituto referenciado. A proposta apareceu da China, do Guangzhou, mas a transferência acabou por não se concretizar face a entraves por parte da justiça chinesa. Entretanto, o substituto, um tal Correa de nacionalidade argentina e com apenas 24 anos, acabou por assinar pelo Hertha de Berlim, pelo que acabei por ficar com o Hajysafi. Já o avançado Sharifi não teve autorização minha para negociar com clubes estrangeiros, vieram propostas do Al-Ain dos Emiratos Árabes Unidos, do Al-Ittihad da Arábia Saudita e também do Sporting de Braga, propostas essa rejeitadas instantaneamente, pois por um lado dificultavam a minha tarefa de treinador, uma vez que se trata de um jogador bastante bom em atributos, e por outro lado não eram propostas suficientemente lucrativa em termos económicos.

A "segunda fase" começou bem e conquistei também uma vitória na FA Cup, mais uma, após uma vitória fácil por 2-0 na final frente ao Incheon. Em termos de prémios individuais desta competição, não consegui o triplete da época anterior. O único prémio que a minha equipa recebeu foi direccionado a mim, que fiquei com o prémio de melhor treinador.

Nos entretantos, eliminei o Malavan da Liga dos Campeões e seguia-se um confronto frente a uma das duas equipas que eu mais temia encontrar, o Al-Ain. O Al-Ain é uma equipa baseada nos Emirados Árabes Unidos com um plantel fantástico. Ao pormenor, não consigo comparar com a minha equipa, mas sei que um ex-jogador meu, que era titular na minha equipa, não jogou em nenhuma das mãos. A primeira mão, em casa, correu mal. Tentei fazer de tudo para a minha equipa jogar bem, mas fui dominado, e consegui um empate quase milagroso nos últimos minutos, depois de uma substituição que tem tanto de arriscada como de engenhosa. Optei por tirar o Avenatti e colocar em campo o Alonso. O Avenatti era considerado pelo treinador adversário a minha figura, pelo que foi alvo de marcação durante todo o jogo, daí a substituição. O Alonso acabou por ser decisivo. Com 1-1 na primeira mão, seguia-se o jogo no Médio Oriente. Comecei bem, com um golo do Badu logo aos 6 minutos, mas depressa a minha equipa baixou de rendimento, e só não fui para os balneários em desvantagem pois o Avenatti fez o gosto ao pé mesmo em cima do intervalo. Com 2-2 no marcador, o Al-Ain partiu para cima de mim, pois precisava urgentemente de marcar. Marquei o 3-2, que surgiu num contra-ataque depois da bola ter ido à barra da baliza da minha equipa, e no 4-2, nos descontos, o Avenatti correu 2 terços do campo completamente sozinho, depois de um pontapé de canto. Este resultado, além de mostrar o caminho da final, dava a possibilidade de pintar um dos vértices do meu pentágono, pelo que fiquei extasiado.
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Pelo meio, uma proposta do Dinamo de Moscovo, rejeitada na hora. No jogo a seguir, a 8 jornadas do fim, eis que chega mais um título, o da Liga. Bati o Seoul fora por 5-2 e conquisto o bi-campeonato, sem grande dificuldade, o que me permitia concentrar todas as minhas energias na Liga dos Campeões. Tanto é, que no jogo anterior à final, o único titular habitual que começou, frente ao Chunnam, foi o guarda-redes.

O jogo a seguir era contra o todo-poderoso chinês Guangzhou. É a segunda vez que enfrento esta equipa enquanto treinador do Pohang. Na primeira, perdi 2-1, num amigável da pré-época de 2018 (a minha primeira na Coreia). Por curiosidade, antes deste jogo, o Pohang já tinha conquistado por três vezes a LCA. Para a grande final, tinha 4 baixas importantes por lesão, o lateral esquerdo Park Sang-Jin (que felizmente não foi o titular durante muitos jogos), o ponta de lança Park Jun-Tae (que apesar de ter sido muito utilizado ao longo da época, tem alternativas), o trinco Shin Hyung-Min (que é sem dúvida o meu melhor trinco e ao mesmo tempo o meu melhor central) e o médio centro Ehsan Hajysafi (titularíssimo). Infelizmente, tinha a condicionante de não ter alguns jogadores nas melhores condições físicas, devido à sobrecarga de jogos. Enquanto na Coreia ainda faltam algumas jornadas para acabar a Liga, na China, a liga já acabou, faltando apenas a final da Taça. O jogo começou quase com um golo do Sharifi. Ele tinha sido associado em Julho ao Guangzhou e fez questão de mostrar o que vale, ao finalizar com um excelente pontapé. Até final do jogo, houve mais 2 golos para cada equipa, pelo que ganhei 3-2. Apesar de ter tido apenas 41% de posse de bola, fui bastante mais rematador, e isso fez a diferença.
Aqui ficam as estatísticas e um vídeo com os destaques da partida - http://www.youtube.com/watch?v=UtMKh72AlE8
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Até final da época, apenas jogos para cumprir calendário. Como a minha foi ainda mais dominante que na época passada, acabei por bater os records de pontos e de golos marcados que tinha estabelecido na temporada anterior, ambos a três jornadas do fim. Acabei depois a temporada com uns fantásticos 120 pontos em 132 possíveis, e com um ataque excelente (138 golos - média 3.14/jogo). A defesa poderia ter sido melhor, ainda assim. Apesar dos 41 golos encaixados serem menos que os 44 sofridos na época anterior, creio que poderia ter sido um registo bem melhor. Entretanto, recebi outra proposta de trabalho da Rússia, com 116 Milhões de Euros para gastar. Admito que pedi para adiar a resposta, pois era apelativa, mas acabei por recusar. O clube em causa era o Anzhi.

Aqui ficam os resultados da "segunda fase" e a classificação final da K-League de 2019
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Em termos de prémios na liga, a minha equipa conquistou uma série deles. O Rasoul Sharifi foi considerado o Jogador do Ano pelo adeptos, ele que teve uma classificação média record de 8.17 . Já para a federação, o jogador do ano foi um ponta de lança do Jeonbuck, tendo o Godwin Badu ficado em segundo, ele que também foi segundo assistente do ano. O Sharifi foi também o melhor marcador do ano, ao apontar um total de 41 golos em apenas 35 presenças. O meu guarda-redes, por sua vez, não conseguiu repetir o feito da temporada anterior, e apenas ficou em segundo no prémio de melhor guarda-redes. Eu fui nomeado de novo treinador do ano. Na equipa do ano, 4 jogadores do Pohang - Shin Hyung-Min (central, apesar de ser trinco), Park Jin-Po (lateral direito), Lee Sung-Hwan (lateral esquerdo) e Rasoul Sharifi (avançado). Por fim, o Sharifi conquistou ainda o terceiro posto no prémio de golo do ano, com este golo: http://www.youtube.com/watch?v=jHqwImU4nMg .

Destaque também para a nomeação do Rasoul Sharifi para melhor jogador asiático do ano. O iraniano da minha equipa foi nomeado ao lado do coreano Lee Chung-Yong do Bolton e do Kagawa, que representa o Arsenal.

Segue-se a última competição onde participarei enquanto treinador do Pohang Steelers, o Campeonato do Mundo de Clubes. Participarão na competição, além do meu Pohang, o Auckland City da Nova Zelândia, o Bayern de Muniche da Alemanha, o Flamengo do Brasil, o ES Tunis da Tunísia, o Philadelphia dos Estados Unidos da América, e o Nagoya Stolz do Japão (organizador). Sabendo à partida que não tinha grandes possibilidades de vencer, não me propus a qualquer objectivo ambicioso. Para esta competição, apenas duas baixas de relevo, o trinco Shin Hyung-Min e o médio centro Ehsan Hajysafi, ambos jogadores fantásticos...

O primeiro jogo foi contra o Nagoya. Fiquei contente com o sorteio, pois é uma equipa asiática que tem tido pouco sucesso, logo, à partida, eu seria favorito à vitória. Para facilitar a minha tarefa, os japoneses estavam super debilitados em termos de condição física. Venci facilmente por seis bolas a zero, com golos de Sharifi (3x), Avenatti, Lee Myung-Joo e Park Jin-Po.

O jogo seguinte era muito mais complicado, e punha a minha equipa frente ao Flamengo. O jogo começou mal para o meu lado, com uma lesão precoce do médio Lee Myung-Joo. Minutos depois, Badu, numa jogada individual, deixou 3 brasileiros para trás e marcou o 1-0, que se manteve até ao intervalo. Infelizmente, a minha equipa cedeu à pressão de ser outsider e acabou por sofrer o empate, na sequência de um pontapé de canto. Já tudo apontava para o desempate por grandes penalidades (não há prolongamento), quando um jogador do Flamengo caí na área, na minha opinião, sem falta. Infelizmente, o árbitro não entendeu assim, e tomou a decisão certa, segundo a imprensa. O Flamengo aproveitou e completou a reviravolta no marcador, que me deixou bastante triste...

Sem surpresa, o Philadelphia perdeu contra o gigante mundial da Baviera, e tornou-se no último adversário do Pohang era-Cláudio Costa. Sem conhecer o meu adversário, não quis fazer palpites, mas estava esperançado na obtenção da medalha de bronze na competição. A equipa de Freddy Adu e companhia entrou melhor no jogo, mas ao intervalo, estava tudo como começou. A abrir a segunda parte, um passe milimétrico de Jung Hoon foi tudo quanto bastou para, de cabeça, o Badu fazer uma maravilha e chapelar o guarda-redes, fazendo o primeiro do jogo. A vantagem durou apenas 3 minutos, e um tal de Salgado, acabou por empatar a partida. 10 minutos depois, o Badu quase fazia uma repetição do golo contra o Flamengo, mas a bola passou ao lado da baliza... O jogo acabou empatado, e foi para penalties. Ao 5º penalty, o famoso Adu manda ao lado, mas no penalty seguinte, Jung Hoon permite a defesa do guarda-redes dos americanos. Na morte súbita, logo na primeira ronda, o Philadelphia concretiza e a minha equipa não, e acabo por perder 4-3 nos penalties... Dois jogos perdidos num pormenor, embora em circunstâncias diferentes, é triste.
Assim, neste clima de tristeza, embora com a sensação de missão cumprida, acabou a minha campanha no Pohang. Com os objectivos a que me propus cumpridos, não restava nada para fazer na Ásia, pelo que optei por rescindir contrato com o Pohang Steelers. De destacar também a lealdade do meu treinador de juniores, Kim Chi-Gon, e de um dos meus preparadores, Woo Sung-Yong, que abandonaram o Pohang comigo, pelo que muito provavelmente acompanhar-me-ão no novo projecto.
Propus-me apenas a clubes com algum poder económico ou então equipas grandes a nível mundial. Propus-me ao Arsenal, ao Sevilha, ao Chivas Guadalajara e ao AS Monaco, mas nenhuma destas me quis. O 5º clube ao qual me candidatei foi o Fenerbahçe, que me aceitou. Demorei cerca de quatro meses para encontrar emprego.

Fenerbahçe
O Fenerbahçe é um dos clubes mais ricos do Mundo. Porém, estar num clube rico faz com que haja alguma pressão extra no trabalho do técnico do clube. Claramente, o anterior técnico, o experiente suiço Murak Yakin, cedeu à pressão. Na época em que chegou ao clube, nos últimos dias de Novembro de 2017, foi campeão. Porém, na época seguinte, não foi além de um mísero 6º lugar. Entrou na temporada 2019/2020 com pressão extra, pois tinha de apresentar resultados urgentemente, e não o conseguiu. Cabe-me a mim pegar na batata quente.

À minha chegada, o Fenerbahçe está em 6º, à jornada 27, e matematicamente já está fora do título, pois já está a 22 pontos de distância do actual 1º, o Besiktas. Apanhar o Galatasaray, actual segundo, matematicamente ainda é possível, pois são "apenas" 20 os pontos que separam ambas as equipas. Porém, well, é claramente um alvo irrealista. Descartada a hipótese de me qualificar para a Liga dos Campeões, vamos pôr a fasquia na Liga Europa. O problema é que até isso está comprometido. Na Turquia, vão à Liga Europa os clubes que se terminem a temporada entre a 3ª e a 5ª posição, dependendo do vencedor da Taça da Turquia. Esta permissa é importante, pois condiciona ainda mais a minha tarefa. Em competição na Taça da Turquia, que já vai nas meias finais, está o Bursaspor e estão 3 equipas que estão abaixo de mim na Liga. Na prática, isto significa que o Fenerbahçe só vai às competições europeias na próxima temporada se ficar pelo menos em 4º lugar, isto para não depender do vencedor da Taça. Para avaliar a dificuldade do desafio, vejam por vós próprios a classificação a 7 jornadas do fim:
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O plantel com que eu vou ter obrigatoriamente de contar, pois já estou fora do período de transferências é interessante, mas longe do que eu considero ideal. Destaque para o guarda-redes colombiano David Ospina, para o ponta de lança suiço Eren Derdiyok e para o ponta de lança senegalês Moussa Sow.

O primeiro jogo do Fenerbahçe sob as minhas ordens foi no Sükrü Saracoglu, frente ao Akhisar Belediyespor, 16º na tabela classificativa, e correu bastante bem. Acabei por vencer por 4-1, num jogo que valeu por uma excelente primeira parte, na qual a minha equipa marcou os 4 golos. Infelizmente, nenhum dos meus adversários principais perdeu pontos...

Seguiu-se uma fase positiva, e acabei por não perder qualquer um dos 7 jogos que disputei. Apesar de ser um registo interessante, não posso dizer que seja algo do outro mundo, pois apenas tive um jogo realmente difícil, contra o Bursaspor, no qual venci à tangente.
Com este registo, consegui subir na classificação e garantir a qualificação para a Liga Europa na terceira posição. De qualquer forma, como o Bursaspor venceu a Taça da Turquia, o 5º lugar já servia.
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Para a época que aí vem, não creio que seja possível ser campeão. Os planteis do Galatasaray e do Besiktas são muito superiores ao meu, pelo que o meu objectivo vai ser o 3º lugar, lutando, claro, por superar o meu objectivo. Para tal, além de fazer uma revolução no balneário, necessária, tentei ainda trazer jogadores famosos para me ajudar na tarefa. O primeiro jogador que tentei trazer foi o Cristiano Ronaldo, já com 35 anos, por 14 Milhões de Euros, mas não tive sucesso. Foi worth a try.
Continua no segundo post...
Última edição por CFC em 10 Ago 2014, 23:22, editado 77 vezes no total.

Re: [FM 2013] O desafio do Pentágono - CFC

04 Jul 2013, 22:40 [#2]
[resultado=Fenerbahçe (continuação)]Ainda assim, gastei muitos milhões a reforçar o plantel. Espero ter retorno. Destaco as trasferências do Ekici, do Karacan e do Inler, três nomes conhecidos e que não contam como estrangeiros. Se excluirmos o Nuri Sahin das contas, posso dizer à vontade que os dois primeiros são os melhores médios da selecção turca, pelo que fico bem servido. Só não posso dizer o mesmo do Inler pois ele joga pela selecção suiça. Poderão bem ser os membros do meu trio do meio campo. A táctica base da próxima época será a mesma que usei no Pohang Steelers. Destaque também para as chegadas do Chandler, do Arda Turan e do Sharifi. O primeiro é um lateral norte americano bastante conhecido e com imensa qualidade, que chega a custo zero do Dortmund. O segundo foi ambicioso e tentou um contrato milionário com o Galtasaray, que não cedeu e o deixou sair a custo zero, apesar da sua qualidade. O terceiro dispensa apresentações, depois de tudo o que ele significou para mim no Pohang. Com estes jogadores, julgo que tenho bastantes possibilidades de atingir o meu objectivo. A única coisa que eu não consigo compreender é como é que tento vender um internacional pela selecção argentina por 9 Milhões, ele que vale 11,5M, e não há qualquer interessado... O coitado vai ter de ficar meia época ou mais nas reservas, pois não conto com ele nem o posso inscrever pois já tenho muitos estrangeiros. Eis todos os negócios que fiz neste defeso:
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O primeiro jogo oficial da época foi contra uma equipa muito inferior chamada Teuta, da Albânia, a contar para a 3ª fase de qualificação da Liga Europa. Venci apenas por 2-1. Depois deste jogo, e aliado à minha fraca pré-época, fiquei bastante apreensivo quanto à capacidade da minha equipa em lutar pelos objectivos... A segunda mão correu melhor, e venci por 3-0, com hat-trick do Moussa Sow, mas vincou bem vincada a dificuldade da minha equipa em criar oportunidades e em finalizar...

A liga começou de forma razoável, com uma vitória dominante e uma vitória com muita sorte frente a adversários mais fracos, pelo que não posso tirar grandes ilações. Já o playoff da Liga Europa deu-me dores de cabeça. Uma derrota na Bulgária frente ao CSKA de Sofia e uma vitória pelo mesmo resultado (1-0) em casa levaram o jogo para penalties. Imaginem o ataque cardíaco que eu ia tendo quando aquele que eu considero a estrela da minha equipa falha um penalty em morte súbita. Felizmente, tive a estrela da sorte do meu lado e consegui apurar-me, ao vencer 7-6 ao fim de 9 rondas de grandes penalidades.

O campeonato começou de forma bipolar. Por um lado, àquelas duas vitórias supra-mencionadas para a Liga seguiram-se três, todas com clubes relativamente fracos. Porém, o futebol praticado pela minha equipa era fraco, inconclusivo, e as vitórias acabam por ser fruto de alguma sorte. Pelo meio, uma vitória escassa contra o Slask Wroclaw para a Liga Europa. Seguiu-se um dos jogos importantes da época, frente ao Galatasaray, na Türk Telecom Arena. Foi o primeiro jogo em que a minha equipa praticou bom futebol. Porém, falhou na finalização, pelo que não consegui mais que um empate. O jogo seguinte foi o jogo entre pote 1 e pote 2 da Liga Europa. Recebi o Zenit e voltei a ver a minha equipa a jogar à bola. Desta vez, a equipa não vacilou frente à baliza, vencendo por 3 bolas a uma.

Passaram os jogos grandes e seguiu-se mais um jogo incrivelmente fraco frente ao Kayseri Erciyesspor, equipa surpresa da Liga. O jogo terminou com uma derrota por 1-0, em casa... Nesta jornada, no dia anterior, o Galatasaray tinha feito outro jogo grande, e tinha empatado frente ao Besiktas. Uma vitória neste jogo colocar-me-ia em primeiro, pelo que desperdicei uma excelente oportunidade...

O jogo europeu seguinte foi contra o Osnabrück, equipa da segunda divisão alemã, que está na Liga Europa com todo o mérito: http://prntscr.com/1m9121 . Apesar desse mérito, trata-se de uma equipa fraca, muito inferior ao Fenerbahçe, pelo que era esperada uma goleada. Apesar da diferença de qualidade das equipas, a primeira parte foi uma lástima. As melhores oportunidades foram dos alemães e tive sorte por o jogo chegar sem golos ao intervalo. E esperando uma segunda parte melhor, fiquei desiludido. A minha equipa jogou sem chama e a haver um vencedor, seria o Osnabrück, que teve até um penalty por marcar a seu favor...

Ao sétimo mês enquanto treinador dos turcos, apenas uma palavra: decepção. Costuma-se dizer que as finais não se jogam, ganham-se, e parece que a minha equipa só joga finais... Estive prestes a demitir-me, mas optei por ficar, até porque tenho hipóteses de conquistar títulos. Porém, o fraco futebol que a minha equipa joga desmotiva-me, pelo que é ponto seguro que sairei no fim da época.

Foi à nona jornada que subi à liderança da Liga, depois de uma vitória bastante boa em casa frente ao Boluspor. Passada uma semana e meia, fui à Alemanha para mais um confronto contra o Osnabrück. Estava confiante que iria correr melhor que no jogo anterior, e a verdade é que logo aos 6 minutos, Sharifi inaugurou o marcador. Seguiu-se mais um festival de oportunidades desperdiçadas, e num contra-ataque, já na segunda parte, a minha equipa sofre o empate, inacreditável...

Entretanto, a minha liderança no campeonato esteve em risco apenas 2 jornadas depois. No jogo imediatamente a seguir ao jogo na Alemanha, mais um empate humilhante a zeros em casa frente a um dos últimos... Neste jogo, não posso falar da finalização, pois marquei por três vezes, atrás vez de Derdyiok, Sharifi e Kalidrim. Porém, todos estes golos foram anulados. Na minha opinião, o 1º foi mal anulado, pois creio que não há qualquer irregularidade, mas fui advertido pela Federação por criticar o árbitro... Felizmente, o Gatalasaray perdeu contra o Istambul, pelo que não foi tão grave. Na semana seguinte, voltei a marcar passo, desta vez, frente ao Antalyaspor. Se por um lado, voltei a beneficiar de um empate do meu grande rival ao título, não posso dizer o mesmo em relação ao Trabzonspor, que aproveitou os deslizes dos oponentes e se colocou na liderança.

No jogo seguinte, em casa, frente ao Slask, mais uma exibição desapontante... Valeu o golo do Sharifi ao 93 minutos, que me deu a vitória. O pior disto é que o meu discurso depois do jogo, em que eu afirmei que a equipa tinha de jogar melhor contra adversários melhores, deixou jogadores irritados... Eu não percebo, eles estão à espera de quê? Que eu fiquei contente por jogos fracos?... No jogo seguinte, a equipa entrou com outra atitude frente ao Bursaspor. Um golo de penalty e um num pontapé de canto deram-me uma vantagem de dois golos em 15 minutos de jogo, mas os 75 que se lhe seguiram voltaram a preocupar-me... Não houve uma única oportunidade de perigo nesse tempo, tanto que o homem do jogo foi o meu central... De qualquer forma, este jogo, e aproveitando deslizes dos meus rivais, permitiu-me regressar à liderança do campeonato. A verdade é que o facto de eu ter apertado com os meus jogadores valeu de alguma coisa. O jogo seguinte, apesar de ser contra o último, foi incrivelmente bom, como se pode ver inclusive pelas estatísticas - 20 remates contra 1, 68% posse de bola, e 4-0 no marcador, fora de casa.

O jogo seguinte foi para cumprir calendário. Fui a São Petesburgo perder 3-1 e um dos meus jogadores por lesão. Ainda assim, num grupo relativamente simples, garanti a qualificação, com 11 pontos, fruto de 3 vitórias e dois empates. Seguiu-se um jogo importante frente ao Besiktas. A minha equipa debateu-se bem, mas uma exibição muito boa de um guarda-redes que na realidade pertence ao Porto, o Sinan Bolat, e um golo pouco merecido dos meus adversários fizeram com que eu voltasse a marcar passo... Felizmente, também o Galatasaray perdeu pontos, ao empatar frente ao último classificado sem golos, e portanto, voltei a manter a liderança.

Na realidade, eu seria o meu 25º aniversário, no jogo, comemorava o 34º quando recebi em casa, para a Taça, a equipa mais fraca que me poderia calhar, uma equipa da 4ª divisão, que estava nesta fase de forma surpreendente. A verdade é que nem contra uma equipa tão inferior consegui ver a minha equipa praticar bom futebol... Acabei por ganhar por escassos 3-0, com golos apontados já depois dos 70 minutos. Se para alguns o resultado pode parecer bom, para mim é algo mau, pois contra uma equipa tão fraca, a equipa mais reputada da Turquia não pode jogar tão mal até aos 70 minutos. No total, a minha equipa fez 26 remates, mais de metade de fora da área, e apenas 4 foram à baliza... Segue-se agora uma equipa do segundo escalão.

Pouco antes do final da 1ª volta, veio o sorteio da Liga Europa, que me pôs no caminho do Parma do Godwin Badu, que entretanto já vale 8 milhões de euros, um valor um pouco tanto superior aos meros milhares que valia no Pohang... A primeira volta terminou com um jogo em Trabzon, frente ao Trabzonspor. O jogo começou mal e ao intervalo perdia por 1-0. Substituí os avançados Moussa Sow e o Endogan pelo Sharifi e pelo Kurtulumus, e foram estes dois meninos que fizeram o jogo mudar. Venci 4-1 e fui campeão de inverno. Importante referir que perderia a liderança com o empate. Aqui ficam os resultados da 1ª parte da época:
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Arranjei também um tacho para o guarda-redes titular do meu Pohang, que se reformou. É um óptimo treinador de guarda-redes, até porque tem 20 no treino de guarda-redes, 4 estrelas, e além disso, é alguém com quem já trabalhei.[/resultado]

Eu esperava ficar até final da época na Turquia, mas entretanto, o treinador de um grande do Chile e da América do Sul reformou-se. Trata-se do Colo Colo. Decidi concorrer, e fui o escolhido.

Colo Colo
Na época que terminou, o Colo Colo foi uma equipa algo azarada. A equipa venceu a Apertura com mérito, e venceu a Clausura na fase regular com bastante mérito também, mas não foi campeã... O treinador anterior só não continuou porque se reformou, e sendo um treinador bastante respeitado, tenho pressão extra para ser bem sucedido.

O Colo Colo é um clube com bastante história e também bastante rico. Inicialmente, foram-me disponibilizados 8 milhões para transferências. As regras sobre os estrangeiros no Chile são bastante boas, na minha opinião. Há um limite de 7 nas inscrições e de 5 no 11 titular. As convocatórias são livres dentro dos inscritos. Contratei vários internacionais chilenos, vários ex-internacionais, dos quais destaco o guarda-redes argentino Mariano Andujar e um jogador chileno particularmente promissor:
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Eis todos os negócios que fiz. As vendas foram todas pensadas. Eram jogadores excedentários ou então estrangeiros que apesar de terem qualidade, ocupavam a vaga que podia ser preenchida por jogadores de qualidade ainda melhor.
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O objectivo da próxima época é dominar internamente, e tentar algo nas competições internacionais. Eu sinto que estou no clube certo para perseguir a Libertadores. Desde que comecei o desafio, este clube já venceu por uma vez a competição e foi finalista noutra. Também já venceu uma Taça Sudamericana.

Ainda a habituar-se à estratégia, a primeira jornada não correu bem, e acabei por empatar a zeros. No entanto, estou entuasmadíssimo com o meu plantel, e compreendo que não é apenas em duas semanas de trabalho que se põe uma equipa a jogar bem. Entretanto, foram também sorteados os grupos da Copa Libertadores, e fiquei num grupo relativamente difícil, com Santos, Deportivo Táchira e Sporting Cristal.

O primeiro jogo na Libertadores foi no Perú, frente ao Sporting de Cristal. Jogo repartido, dominado talvez pela minha equipa, mas que terminou empatado a uma bola, empate esse que só foi fixado aos 84 minutos, devido a uma desatenção da minha defesa. Na Liga, as coisas têm sido instáveis. À 8ª jornada, 6 vitórias, 1 empate em casa frente ao O'Higgins na primeira jornada e uma derrota frente ao Audax Italiano. Numa liga competitiva como a do Chile, nesta jornada, este registo apenas me coloca na 4ª posição, atrás de Universidad de Chile, Universidad Católica e Cobreloa.

Seguiu-se o jogo mais importante na Libertadores. Recebi em casa o Santos. O jogo não poderia ter começado melhor. Logo ao minuto 2, grande passe do meu guarda-redes, que desmarcou Carlos Muñoz, tendo o capitão apenas de encostar. O jogo terminou com 3-1 no marcador. A minha equipa assegurou um grande resultado contra uma grande equipa. A parte má da história é que fiquei sem o meu capitão e goleador durante 7 semanas, por lesão...

Depois de um jogo fácil para a liga, veio mais um duelo internacional. O jogo 3 da Libertadores foi na Venezuela, frente ao Deportivo Táchira. Parecia que a sorte estava do lado dos visitados, que viram 3 bolas no poste em 50 minutos... As coisas complicaram-se quando mais um ponta de lança da minha equipa se lesionou (é o 4º, e só tenho 6 no plantel), pelo que tive de adaptar um médio centro. O jogo foi pobre nos 40 minutos restantes, e acabou empatado a zeros... Seguiu-se um jogo importante para a Liga, em casa, frente ao clube que antes ia na frente da corrida, Universidad de Chile. Num jogo inteiramente dominado por mim, em todas as estatísticas (por exemplo, em remates, o jogo terminou 15-3), acabei por vencer por 2-0, fruto de duas maravilhas de Malvestiti. O argentino marcou o primeiro e deu o segundo a marcar, e foi decisivo. Aproveitando deslizes dos meus principais rivais, neste jogo, subi 3 posições e tomei a liderança.

Veio depois a recepção ao Deportivo Táchira, e a minha equipa jogou bastante bem. O jogo terminou com 4-0 no marcador. Seguiu-se mais um clássico chileno - Universidad Católica vs Colo Colo. Jogando fora, estava com algum receio. Fui dominado em toda a primeira parte, mas tive alguma sorte. Aos 43 minutos, em contra-ataque, em 3 passes, a bola chegou a Cofré, que fez o 1-0. Aos 88 minutos, foi feita justiça no marcador, apesar de ilegalmente. O meu adversário merecia realmente o golo, mas obteve-o de forma ilegal... O que eles não esperavam, é que um puto de 16 anos que eu lancei no jogo quisesse fizesse a diferença. Dois minutos depois, fintou um adversário, e cruzou, para Cofré fazer o 2-1. A vantagem durou pouco, e o jogador que tinha marcado à pouco voltou a restabelecer a igualdade, mais uma vez, com um fora de jogo pelo meio... Foi um jogo de loucos, mas sinto que a minha equipa foi claramente prejudicada pelo árbitro... Critiquei o homem na conferência de imprensa e acabei multado...
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Seguiu-se mais um jogo contra o Santos, desta feita no Brasil. Na primeira parte, só deu Colo Colo. Logo aos 2 minutos, bola na barra, e pouco depois, o 1-0, por Cofré. À passagem da meia hora de jogo, o bis de Cofré, e a qualificação para a segunda ronda parecia cada vez mais assegurada. O Santos veio do balneário empenhado em recuperar da desvantagem de 2 golos, e aos 60 minutos conseguiu reduzir. As coisas complicaram-se para mim quando um erro infantil de Carmona me pôs a jogar com 10 jogadores, aos 70 minutos. Vermelho merecido. A minha equipa acabou por consentir a desvantagem numérica e a dois minutos dos 90, o Santos empatou... Apesar do empate, atingi o patamar de segurança, e qualquer que seja o desfecho da recepção ao Sporting Cristal, estarei apurado para a próxima ronda da Libertadores.

No jogo seguinte, recebi o último classificado, e apostei no tal miúdo de 16 anos a titular, entre outras surpresas. Acabei por vencer por um escasso 1-0, com uma assistência desse miúdo, portanto, aposta ganha. De seguida, recebi o Sporting Cristal, num jogo que marcou o regresso do capitão Carlos Muñoz aos relvados, após dois meses de fora por lesão. Apesar de ter estado por cima todo o jogo (60%-40% em posse de bola e 13-0 em remates), foi já depois dos 80 minutos que o outro C. Muñoz, o Cristopher, marcou o 1-0. Minutos depois, de penalty (algo duvidoso, eu diria), fiz o 2-0 final, e apurei-me em 1º do meu grupo - http://prntscr.com/1mqkkz . Infelizmente, perdi o Caballero por 3 meses, ele que é internacional chileno e uma peça chave no meu meio campo, pois é o mais móvel dos meus centrocampistas, uma vez que é extremo de origem.

Para a Libertadores, fui sorteado contra o Belgrano, da Argentina. Teoricamente, sou favorito, a ver vamos se supero as expectativas, até porque sou a única equipa chilena em prova. Importa dizer que o sorteio, que não foi sorteio (na América do Sul, o melhor primeiro classificado joga contra o pior segundo, o segundo melhor primeiro com o segundo pior segundo, et cetera (eu fui o terceiro pior 1º)), foi bastante bom, pois colocou quatro das seis equipas equipas brasileiras frente a frente, o que significa dizer que no máximo ficam 4 em prova, sendo que as duas que terão que viajar, terão de ir ao México, terreno complicado. O primeiro jogo foi na Argentina. A primeira parte foi monótona e sem ocasiões. Na segunda marquei dois golos e sofri no final do jogo, de penalty (duvidoso), convertido pelo ex-benfiquista Franco Jara. Não sendo perfeito, é um resultado bastante bom, que me dá boas perspectivas para a segunda mão. Na segunda mão contra o Belgrano, em casa. Dos pés de Seymour, saiu o 1-0, bem cedo na partida. Porém, rapidamente o Belgrano empatou e mostrou que queria disputar a eliminatória. O Belgrano acabou por me assustar a sério quando empatou a eliminatória em cima do intervalo. A segunda parte foi morta, e o jogo só parou nos penalties (não há prolongamento). A sorte sorriu à minha equipa, e venci por 4-3. O sonho pode ainda concretizar-se, mas este susto faz-me pensar muito na estratégia a adoptar futuramente. Além do Belgrano, ficaram pelo caminho o Banfield da Argentina, o São Paulo, o Internacional, o Santos e o Atlético Panarense do Brasil, o Atlético Nacional da Colômbia e Peñarol do Uruguai. Como a onda é enfrentar equipas argentinas, segue-se o Velez.

Na Liga, os jogos seguintes serviram apenas para cumprir calendário. O playoff estava garantido, e jogar contra equipas fracas ou fortes na primeira ronda do mesmo era algo que realmente não me interessava, pelo que optei por não jogar a 100% nestes jogos a pensar da Copa Libertadores. O primeiro jogo frente ao Velez foi na Argentina, mais uma vez. Não correu bem. Entrei praticamente a perder, e ao intervalo, valeu um golo com alguma sorte do Reyes. Na segunda parte, aos 77, o Velez faz o 3-1 final, resultado que me vai obrigar a ter trabalho na segunda mão. Na segunda mão, a equipa entrou com outra atitude. Entrou calma, e ao intervalo, dois golos de Christopher Muñoz davam-me a vantagem na eliminatória. Na segunda parte, o resultado não mexeu, e eu acabei por me apurar para as meias finais. Além do Velez, ficaram pelo caminho o Tigres do México, aos pés do Boca Juniors, o Corinthians, aos pés do Pumas, e o César Vallejo, aos pés do Grémio.

O primeiro jogo do playoff foi contra o Deportes Temuco, equipa que tinha sido derrotada por 4-0 na fase regular. No primeiro jogo, fora, vitória por 1-0 e três baixas, o que, num jogo contra uma equipa relativamente fraca, é mau... Poucos dias depois veio a segunda mão, que estava atrasada devido aos compromissos da Copa Libertadores. Foi um jogo sem história. Domínio absoluto da minha equipa, e o resultado só não foi mais dilatado que o 3-0 final porque a minha equipa não pressionou mais. Os golos foram de Cufré, Malvestiti e Carlos Muñoz. Segue-se o Audax Italiano, a única equipa que me derrotou na fase regular, e da qual tenho algum receio, apesar de na teoria ser muito inferior à minha equipa. O primeiro jogo foi fora de casa. 2-0 foi o resultado final, com golos marcados por Carlos Muñoz de penalty e por Cofré. Na segunda mão, venci por 4-1, com golos de Reyes, Cofré, Carlos Muñoz e Pablo Magalhaes, apurando-me para a final do playoff, onde o adversário é o Santiago Wanderers, 7º na fase regular.

A primeira mão da final foi em casa do meu adversário. Logo aos dois minutos, o meu adversário adiantou-se no marcador. Aos 7, Cofré refez a igualdade. Mas aos 31, o meu adversário marcou o 2º. Ainda antes do intervalo, de penalty, sofri o 3-1, pelo que optei por um discurso agressivo ao intervalo. As coisas facilitaram-se para a minha equipa logo a abrir a segunda parte, depois do Santiago Wanderers ser alvo de uma expulsão. No minuto a seguir, o capitão marcou o 3-2. Aos 55, um penalty ridículo e inexistente para o Santiago, e novo golo. Até final, ainda mais um golo para o Santiago Wanderers, fixando o resultado em 5-2... Entrei na segunda mão pressionado a marcar 3 golos. Logo aos 3 minutos, através do meu central, marquei o 1-0. Aos 23, o capitão faz o 2-0, o que me devolvia grandes esperanças. Ainda antes do intervalo, o mesmo Carlos Muñoz faz o 3-0, que me punha na frente da eliminatória. À hora de jogo, Echeverría faz o 4-0, que quase me garantia o título. Aos 74 minutos, Muñoz completar o hat-trick, e concretizar La Manita para a minha equipa. Antes do final, tempo ainda para o 6º golo, apontado pelo recém entrado Brian Malvestiti. Esta vitória, além de fantástica e algo épica, pelos contornos da reviravolta, significa mais um título na minha carreira.
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Na Libertadores, seguiu-se um jogo frente ao Pumas UNAM. Teoricamente, o Pumas era mais forte, ainda para mais jogando no Méximo, perante os seus adeptos. A verdade é que aferindo as estatísticas do jogo, o Pumas dominou a partida do início ao fim - http://prntscr.com/1mtudk . Porém, no futebol, a justiça é um conceito que nada diz. Vence a eficácia, não a equipa que pratica melhor futebol, a não ser, claro, que a equipa que pratica melhor futebol seja a mais eficaz. Foi o que aconteceu neste jogo, em exagero, pois acabei por vencer por 4 bolas a 0
Seguiu-se o início da Clausura, com um jogo contra o O'Higgins, que terminou 2-1 a favor da minha equipa. A maravilha da 1ª mão na Copa Libertadores permitiu-me depois encarar a segunda como um passeio. A verdade é que o Pumas ainda facilitou mais a tarefa. À meia hora de jogo, a precisar de marcar com urgência, um desentendimento entre central e guarda-redes dos mexicanos permite a Echeverría marcar de baliza aberta. Ao intervalo, 1-0 no placar, 5-0 no conjunto das duas mãos. Aos 80 minutos, Echeverría bisa, fixando o resultado em 2-0. Até final, tempo para o 3-0, apontado por Cofré.

A presença na final da Copa Libertadores é ao mesmo tempo um sonho, algo merecido e algo surpreendente. Por um lado, é um sonho, pois em seis meses consegui fazer do Colo Colo uma das duas melhores equipas da América do Sul. Por outro, é algo merecido porque a minha equipa está a praticar um futebol espectacular e está a atravessar o melhor momento da época. A reviravolta de 3 golos na final da Apertura e o 7-0 nas duas mãos frente ao Pumas UNAM é prova disso. Por outro lado, é algo surpreendente, pois a princípio eu não acreditava que a minha equipa estivesse preparada para competir com as grandes equipas argentinas, brasileiras e mexicanas, e a verdade é que está a conseguir. A final será frente ao Grémio, e a primeira mão será em Santiago.

O primeiro jogo foi bastante disputado e equilibrado. Em casa, apesar de jogar com os meus adeptos, optei por jogar de forma cautelosa, para não sofrer golos estúpidos. Mudei até de táctica, optando por jogar num 4-5-1 com que jogava noutro save no Benfica. A minha ideia original até era jogar em 4-4-2, e fiz a táctica para isso. A minha sorte foi que o ponta de lança que pus a mais, o Malvestiti, é médio ofensivo de origem, e faz o papel de construtor de jogo avançado na perfeição. Esse foi um ponto chave, pois as poucas jogadas de perigo saíram dos pés dele. O jogo teve apenas um golo, sendo essa a única oportunidade flagrante no jogo todo. Tudo o resto foram bolas perigosas que os defesas aliviavam com facilidade... O golo foi marcado ao minuto 24, pelo capitão Muñoz, numa recarga a um livre batido por Caballero - http://www.youtube.com/watch?v=ZbkXO7Jb ... r_embedded . Aqui ficam a ficha e as estatísticas do jogo.
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Na segunda mão, fora de casa, optei por voltar à minha estratégia habitual. Vencendo por 1-0, tinha grande parte do trabalho feito. As minha hipóteses aumentavam se tivesse em conta fatiga acumulada dos jogadores do Grémio, que defrontaram o Portuguesa a meio da semana. Para esta segunda mão, a maior ausência será o jogador chave da primeira mão, Brian Malvestiti. Neste jogo, apesar de utilizar a táctica habitual, após alguns minutos decidi optar por recuar as linhas. Com a minha equipa compacta e segura a defender, o Grémio não conseguia criar perigo nem concretizar as suas chances. Aos 58 minutos, cartão vermelho por agressão para um jogador do Grémio. Pressionada a marcar, a equipa brasileira subiu as linhas, e ficou bastante exposta a contra-ataques. Esses contra-ataques foram aproveitados por mim, e marquei dois golos com menos de um minuto de intervalo. Eis provas da minha conquista - http://www.youtube.com/watch?v=eIQl0ZBa ... r_embedded
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Esta vitória permitiu-me concluir mais um objectivo do desafio. Ao vencer esta competição, a minha estadia no Colo Colo não tem mais razão de ser. Ainda assim, como até sinal de respeito, vou ficar até final da época, e disputar o Mundial de Clubes.

Em termos de prémios, tive três jogadores na Dream Team, o trinco Felipe Seymour, o guarda-redes Marcelo Salinas-Palino e o lateral Pablo Magalhaes. O Seymour conquistou ainda o prémio de melhor jogador da Copa Libertadores.

Depois de um jogo para a Liga, veio um jogo para a Taça Sudamericana, 1ª ronda. Defrontei o Oriente Petrolero, da Bolívia. A primeira mão foi em casa, foi custosa. Venci por uma bola a zero, com golo de Reyes. O golo do Reyes foi talvez o melhor golo que uma equipa minha marcou nesta edição do FM, e talvez um dos melhores em todas as edições, senão mesmo o melhor - http://www.youtube.com/watch?v=9oWeuBp4Dnw . Fez-me lembrar aquele golo do CFC aos Lobos na época 9 xD .

Na Taça do Chile, apanhei um grupo ridículo. No meu grupo, além de mim (equipa mais reputada do Chile), ficaram a Universidad Católica e a Universidad do Chile, 2ª e 3ª equipas mais reputadas do Chile, e ainda o O'Higgins, equipa terceira classificada na Apertura. Quando comprado a grupos onde não há uma única equipa da 1ª divisão, este grupo é simplesmente ridículo... Em casa da Universidad de Chile, tive um mau começo na competição. A perder desde o minuto 7, não fui capaz de dar a volta ao marcador, e acabei por sofrer um segundo golo, perdendo assim por 2-0.

A segunda mão correu bem melhor que a primeira. Cedo comecei a ganhar, com um golo de Cofré logo aos 5 minutos. Ao minuto 8 mais uma obra de arte de Reyes. Talvez ele tenha uma panca por fazer obras de arte frente ao Oriente Petrolero, porque este golo não é inferior ao golo da primeira mão, uma maravilha de remate - http://www.youtube.com/watch?v=kpT6XLQfB1w . Até ao intervalo, o jogo ficou morno. No início da segunda parte, uma expulsão ridícula. O meu central é expulso por protestos quando claramente tinha razão, a meu ver. Ficou um penalty por assinalar e a minha equipa teve de jogar com menos um até final. Ainda assim, marquei mais dois golos e o resultado final foi de 4-0, 5-0 no somatório das duas mãos. Segue-se La Equidad, da Colômbia. Esta competição poderá ser mais fácil que a Libertadores, portanto, tendo em conta que venci a Libertadores, o objectivo é vencer também esta Copa Sudamericana. Eu digo isto pois nos países principais, o Brasil e a Argentina, o apuramento é feito através da Taça, pelo que alguns dos gigantes desses países não jogam cá. Além disso, apesar desses países terem mais equipas na comeptição, na primeira ronda, as equipas brasileiras defrontam brasileiras e as argentinas defrontam outras argentinas. Aliado ao facto de não haver equipas mexicanas, a Copa Sudamericana torna-se bastante menos competitiva, ainda para mais se considerarmos que das oito equipas mais bem posicionadas da Libertadores, apenas 3 estão em prova, o meu Colo Colo e os argentinos do Boca (campeão em título) e do Velez.

Apenas uma nota também para destacar a transferência milionária do meu achado do Parma para a Juventus. 13,75 Milhões de Euros foi quanto a Juventus desembolsou pelo Badu.

O jogo internacional seguinte foi em Santiago frente a uma equipa colombiana, como eu disse. O jogo terminou com uma vitória por três bolas a uma por parte da minha equipa. O golo sofrido não é o ideal, mas há grandes hipóteses de eu seguir na competição com este resultado. O jogo que se seguiu foi um clássico contra a Universidad de Chile, para a Liga. Foi um jogo de nervos. Estive a perder até aos descontos. Aos 87 minutos, penalty a meu favor, mas Carlos Muñoz falha. Nos descontos, foi o meu central que marcou, aos 90+3.

Para a Taça, ao segundo jogo, condicionei bastante as minhas possibilidades. Depois da derrota na 1ª jornada, empatei na 2ª contra a equipa bonus, o O'Higgins. E na 3ª jornada voltei a empatar 1-1 contra a Universidad Católica, num jogo em que estive desfalcado de todos os internacionais da minha equipa... Estarei sob bastante pressão na segunda volta da fase de grupos da Taça...

A segunda mão contra a equipa colombiana correu mal. A incapacidade da minha equipa em criar perigo fez com que não fosse possível alcançar uma vitória. Ainda assim, face à vantagem da primeira mão, o resultado final de 1-1 foi suficiente para seguir em frente na competição. Seguem-se os brasileiros da Portuguesa.

Entretanto, na liga, a equipa atravessa uma fase menos positiva. Após o empate frente à Universidad de Chile, seguiu-se uma vitória escassa e um empate frente a duas equipas teoricamente bastante mais fracas, das piores da liga...

Contra o Portuguesa, fora de portas, uma goleada. 4-0 foi o resultado final num jogo em que o gordo Bruno César foi titular na equipa caseira. Na 4ª jornada da fase de grupos da Taça fiquei praticamente arredado da comeptição. Em disputa com a Universidad Católica pelo segundo lugar, e a jogar em casa, uma derrota humilhante por três bolas a zero obrigam-me a esperar duas derrotas desta mesma equipa ao mesmo tempo que tenho de vencer os restantes dois jogos. Algo difícil, sinceramente... Engraçado que o jogo a seguir, para a Liga, outra vez em casa e outra vez contra a Universidad Católica, teve desfecho semelhante... Mais uma derrota, desta vez por 1-0, num jogo em que a minha equipa simplesmente não jogou. 1-0 é escasso para o que se passou em campo... Enfim, estou na fase negativa da época...

Obrigado a vencer os 2 jogos, acabei por empatar logo o primeiro dos dois, e ser eliminado da Taça... No outro jogo, consegui a única vitória nesta fase de grupos, ao golear o O'Higgins por 4-0, numa exibição deliciosa do Echeverría.

A segunda mão contra o Portuguesa foi um passeio. 1-0 chegou para garantir a passagem para os quartos de final. Segue-se o River Plate. Na primeira mão, fora de casa, as coisas não correram bem, e a equipa não conseguiu dar a volta ao golo solitário do River aos 27 minutos. Na segunda mão, no tudo por tudo, a minha tentativa de dominar correu mal. Substimei o River Plate, e acabei por perder por 3-0 em casa... Resta-me agora o campeonato.

Na Liga, na fase regular, fui segundo na Clausura, ficando um ponto do primeiro. O resultado acabou por ser algo animador, tendo em conta as más exibições que a minha equipa fez a meio da Clausura. Segue-se o Deportes Concepción, equipa contra a qual empatei a zeros.
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A primeira mão, fora de casa, foi um jogo com pouca história. Um golo do capitão Muñoz fez o jogo. A segunda mão foi semelhante, com a diferença que foram 2 os golos da minha equipa, da autoria de Malvestiti e de Guajardo.

O jogo seguinte, para as meias finais da Clausura, foi contra o Santiago Morning, 8º na fase de regular e que me fez o favor de eliminar a Universidad de Chile. Fora de casa, tudo correu bem até ao minuto 69. Vencia 1-0 e dominava. Porém, uma expulsão tramou a minha equipa. A jogar com dez, cedi o empate... Na segunda mão, apurei-me para a final da Clausura. 3-1 foi resultado final. Noutro campo, o Cobreloa venceu a outra meia final contra a Universidad Católica, e apurou-se para a final da Clausura.

A primeira mão foi em casa do Cobreloa. A primeira parte foi equilibrada, e valeu por dois minutos mágicos, e dois golos de Muñoz. A segunda parte foi igualmente equilibrada, e cada equipa marcou um golo. O resultado final de 3-1, ainda assim, foi óptimo para mim, e quase me garante a Clausura.

Antes da segunda mão, veio o Campeonato do Mundo de Clubes. Enquanto vencedor da Libertadores, tenho acesso directo às meias finais. Defrontei o Al-Sadd do Qatar, e venci 2-0. Um golo no início, de Caballero, e um no fim, de Malvestiti, deram-me o bilhete para a final.

A final foi contra o Milan. Sendo claramente outsider, não tinha grandes esperanças. O jogo abriu quase com um golo da equipa italiana, por intermédio de Gianni Roma. Através de contra-ataque, Cofré chega à igualdade, um golo bastante bom que me deixou bastante alegre e esperançado. Ao intervalo, estava 1-1. Na segunda parte, o através de Niang e de um autogolo de Luís Casanova, o Milan matou o jogo. A minha equipa ainda reduziu, através de um contra-ataque novamente conduzido por Cofré, mas foi insuficiente. Medalha de prata no Campeonato do Mundo de Clubes enquanto treinador de uma equipa sul-americana é o resultado exigido.
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Veio a segunda mão da final, o último jogo em que eu orientarei o Colo Colo. O jogo começou de forma excelente, e aos 16 minutos o meu domínio era evidente, com 2-0, fruto de um golo do capitão Muñoz e de um autogolo. Até ao intervalo, ainda marque mais um. Porém, uma expulsão, fez com que no segundo tempo eu fosse dominado, tanto que o Cobreloa chegou inclusive ao emapte. O 3-3, ainda assim, foi insuficiente para me impedir de vencer mais um título, justíssimo. Eis todos os resultados que obtive esta época.
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Em relação a prémios, o capitão Muñoz foi melhor marcador, Echeverría foi considerado o segundo melhor jogador jovem e eu fui nomeado treinador do ano. O central Marco Fábio, o lateral Pablo Magalhaes e o ponta de lança Carlos Muñoz foram escolhidos para a equipa do ano e foi um dos meus defesas, no dia a jogar a lateral direito, a fazer o golo do ano, um golaço acrobático - http://www.youtube.com/watch?v=8QpagdEfX6I .
Assim terminou a minha carreira no Colo Colo. Foi curta, esperava ter tido mais dificuldades... Ganhei o que queria à primeira tentativa, e estou agora pronto para lutar para outro vértice do pentágono. Nos primeiros tempos sem clube, tive duas propostas de emprego. A primeira veio de Espanha, do Getafe, equipa que ocupava na altura o 17º posto na Liga Espanhola. Davam-me 7 milhões para transferências mas não creio que eu pudesse fazer grande coisa pelo clube. A segunda veio da Argentina, e até que era aliciante. O clube em causa era o Boca Juniores, e disponibilizava 12 milhões para transferências e 2 para salários. Apesar dos bons valores, optei por também rejeitar, pois não teria metas, uma vez que já venci a Libertadores. Decidi ser paciente, e não aceitar uma proposta de um clube qualquer. A minha reputação permite-me ser já algo selectivo, e foi com essa ideia em mente que fiz uma pequena lista de clubes onde aceitaria treinar nesta altura da minha carreira, lista essa bastante restrita. A certa altura, o treinador do Hamburgo foi despedido, o que permitiu uma dança de cadeiras interessante. O Hamburgo não estava na minha lista, mas o Real Madrid estava. Michael Skibbe, treinador do Real Madrid, foi o escolhido para assumir os destinos da equipa alemã. Candidatei-me então ao Real Madrid, mas acabei por não ser escolhido, pois o lugar foi ocupado por outro português, José Mourinho, que estava até então no Liverpool. Candidatei-me então ao Liverpool. O lugar do Liverpool foi entregue ao croata Bilic, que estava no PSG. O PSG era, em teoria e na minha opinião, a equipa mais forte do Mundo em termos de plantel, pelo que tentei também a minha sorte nos franceses. Costuma-se dizer que à terceira é de vez, e consegui o lugar. Objectivo Champions agora.

Paris Saint-Germain
Quando cheguei ao PSG, já tinha a Ligue 1 quase garantida. Tinha 9 jogos para fazer 4 pontos. Estava também envolvido na Champions e na Taça Francesa. A primeira ia nos oitavos de final. Na primeira mão, o PSG empatou 2-2 em Milão, contra o Inter. A Taça ia nos quartos de final, sendo o próximo jogo contra o Nîmes.

Quando cheguei ao PSG, não tinha staff, possivelmente porque o Bilic levou gente para Anfield Road. Destaco o meu novo treinador de guarda-redes, Kim Myong-Gil, norte-coreano, titular nas duas épocas do meu Pohang, e treinador de guarda-redes do Fenerbahçe e um preparador chamado Tiago Moutinho, com o qual já trabalhei no Beira-Mar. Por curiosidade, no total, para reforçar todo o staff, gastei cerca de 5 milhões de euros.

Em termos de plantel, como disse, creio que o PSG tem o melhor plantel do Mundo, em termos de qualidade. O maior senão é que me preparo para perder Miralem Pjanic para o Manchester United, a custo zero, o que é pena... Ainda assim, tenho os dois melhores laterais do Mundo, David Alaba para a esquerda, ele que na realidade joga no Bayern de Munique, e também um regen chamado Michael Martin para a direita. Tenho ainda outras estrelas mundiais, dos quais destaco Erik Lamela, Henrik Mkhitaryan, Robert Lewandowski, Pastore e também outro lateral direito de grande qualidade, Rafael dos Santos. Entretanto, garanti também os serviços de dois jogadores excepcionais em final de carreira, Lionel Messi e Javi Martínez. Sim, eles estão velhos, mas as fichas deles continuam a fazer deles jogadores úteis em qualquer equipa do Mundo. Ambos chegam ao clube no fim da época a custo zero. Ficam aqui as fichas de ambos, para que possam confirmar aquilo que digo:
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O primeiro jogo que orientei foi contra o Inter de Milão, para a 2ª mão dos oitavos de final da Liga dos Campeões. A jogar em casa, decidi alinhar com o esquema do Bilic, um 4-4-2 clássico, antes de pôr a minha equipa a jogar com o 4-2-3-1 que tenho preparado. O jogo começou mal para os meus lados. Numa boa jogada de ataque, o Inter marcou, logo aos 4 minutos. Menos de 5 minutos depois, o ponta de lança polaco Lewandowski refez a igualdade, num golo confuso. A minha equipa assentou, e nos dez minutos seguintes fez ainda mais dois golos, o primeiro através do avançado italiano Manolo Gabbiadini, que cabeceou a bola depois de um cruzamento milimétrico de Alaba, e o segundo através de um pontapé potentíssimo de fora da área do mesmo Gabbiadini. O 3-1 manteve-se até ao intervalo. O segundo tempo abriu com o golo do hat-trick de Gabbiadini. Uma jogada individual fantástica matou a eliminatória. Até final, o resultado não mexeu mais, pelo que tive uma estreia bastante positiva ao comando da equipa gaulesa.

Seguiu-se o primeiro de nove jogos que restam para fazer na Ligue 1. Contra um dos meus grandes rivais na luta pelo título, o AS Monaco, decidi implementar a minha nova táctica, e a verdade é que as coisas correram às mil maravilhas. Ao intervalo, já a minha equipa vencia por 4-0. Na segunda parte, completei La Manita, sendo esse o resultado que ficaria fixado no fim. Convém dizer que isto tudo se passou no principado.
Ao terceiro jogo, primeiro record batido. 8-0 em casa do Nîmes Olympique a contar para a Taça da França. Este resultado constituí a maior vitória do PSG desde que o save foi criado. Os golos foram marcados por Gabbiadini (3x), Pastore (2x), Lamela (2x) e Boris Egli.

O jogo seguinte foi o jogo do título. O empate bastava-me para ser campeão. Recebi o Dijón, e não tive grandes dificuldades para vencer. 2 golos de Lamela chegaram para vencer a partida e confirmar a vitória na Liga. Lamela foi, devido às suas boas exibições, eleito melhor jogador do mês de Março, ficando em terceiro outro jogador da minha equipa, Alaba.

Seguiu-se um jogo para a Liga dos Campeões, no City of Manchester Stadium. Este jogo representa a minha primeira derrota ao comando do PSG. Perdi por 4-2, com um hat-trick de um jogador do City, o que é um resultado bastante satisfatório se tivermos em conta que joguei fora. Ainda assim, vou ter uma segunda mão prometia ser complicada, ainda para mais se se tiver em conta que no jogo imediatamente a seguir empatei a zeros com o último classificado, o que poderia significar algum desleixar por parte dos meus jogadores. Na segunda mão, a minha equipa entrou atacante e pressionante, disposta a mudar o rumo da eliminatória. Porém, de contra-ataque, o City chegou à vantagem, à meia hora de jogo, através de Chicharito. Ao intervalo, continuava a perder, e o sonho da Champions parecia cada vez mais distante nesta primeira época... Desmotivada, a minha equipa entrou mal na segunda parte e permitiu que Javier Hernandez bisasse na partida logo aos 48 minutos... A partir daí, a minha equipa não mais atinou e os ingleses chegaram mesmo ao 3-0. Na próxima época, aproveitando o facto de poder trabalhar a equipa desde o início, poderei voltar a tentar a Champions. Este ano, ficamos pelos quartos de final...

Entretanto, garanti o 3º reforço para a próxima temporada. Trata-se de um coreano que eu seguia desde os tempos do Pohang, de 21 anos, que aos 18 anos já tinha condições para ser titular em qualquer equipa da Coreia do Sul. Na altura, não o consegui tirar do clube dele, pelo que apenas o seguia. Agora, paguei 5 milhões de euros por ele, e não me arrependo. O meu plantel tem apenas 2 centrais, pelo que novos centrais eram essenciais.

Posteriormente, veio a final da Taça de França. O adversário era o Mónaco, que certamente quereria vingar o 0-5 sofrido há um par de meses atrás. A minha equipa entrou decidida a vencer, e cedo criou oportunidades. Ao 15º minuto, eis que surge o primeiro. Jogada de Gabbiadini na esquerda, remate de Lamela ao poste, e na recarga, o golo de Lewandowski. 20 minutos depois, livre curto de Alaba, remate fortíssimo de Yanga-Mbiwa defendido pelo guarda-redes do Mónaco, e na ressaca, Gabbiadini oferece o golo a Crisetig. Estava feito o 2-0 que se manteria até ao meio-tempo. Na segunda parte, o jogo ficou mais calmo, até que aos 70 minutos, jogada brilhante de Angelo Hernandez e de Lamela que culminou num belo golo do chileno. Antes do final, ainda tempo para um golo mal anulado ao jovem ponta de lança Lancís. O resultado final foi mesmo 3-0, e acabei por vencer a dobradinha em apenas 2 meses enquanto treinador do PSG, embora, claro, grande parte deste sucesso seja consequência do bom trabalho do anterior treinador.

Eis a classificação final e os resultados que eu obtive enquanto treinador do PSG.
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Em termos de prémios, destaque para a vitória de Manolo Gabbiadini no prémio de Jogador do Ano dos Jogadores, para a conquista do prémio Estrela do Ano por parte de Robert Lewandowski, que contou ainda com Lamela no 3º lugar, para a vitória de Sirigu no prémio de Guarda-Redes do Ano e ainda para o 2º lugar no ranking das assistências e para o 3º lugar no dos marcadores, prémios conquistados por Lewandowski. A "Equipa de Estrelas" foi dominada claramente pela minha equipa, sendo que conta com a presença do guarda-redes Salvatore Sirigu, do lateral direito Michaël Martin, do lateral esquerdo David Alaba, do central Mapou Yanga-Mbiwa, do extremo Erik Lamela e do avançado Robert Lewandowski. Além destes, num outro prémio semelhante, o Onze do Ano, está ainda o médio Lorenzo Crisetig.

Para a próxima época, espero ter um plantel suficientemente forte para poder lutar pela Champions e pela Ligue 1, sem que tenha problemas quando um jogador se lesiona, como foi recorrente durante esta época, em que tive de jogar muitas vezes com trincos e médios centro na posição central da defesa, sendo que isso custou até vários resultados negativos. É também objectivo baixar a média de idades da minha equipa, que é um pouco alta.

Antes de começar a janela de transferências, garanti ainda os serviços de um russo chamado Rajko Rakic, defesa central de 23 anos do Real Madrid, a troco de 25.5 milhões de Euros, que apesar de ser jovem, tem condições para ser titular em qualquer equipa do Mundo.

O quinto reforço do meu plantel é o meu jogador de eleição neste save - Godwin Badu. Dispensa apresentações. É um jogador que eu conheço, um extremo de grande qualidade, que devido ao treino de ponta de lança que eu lhe incuti no Pohang pode fazer na perfeição o papel de avançado interior. Custou-me 35 milhões de Euros e ainda valeu cerca de 200 mil euros ao Pohang, devido ao mecanismo de solidariedade. Da Juventus, chega também o outro extremo titular. Chama-se Aïssani e estava emprestado pela minha equipa. Será o concorrente directo do Lamela na esquerda. Dias mais tarde, chegou um argentino chamado Sebastián Castro, vindo do PSV Eindhoven, por 33 milhões de euros. É médio centro, tem 25 anos e vai ser sem dúvida uma mais valia para a minha equipa. Provavelmente, é um dos melhores negócios que fiz nesta janela de transferências. Aqui fica uma print da sua ficha.
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Destaque também para a evolução da minha jovem estrela, Michäel Martin. É um orgulho treinar este menino.
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Depois de falhar a contratação de Neymar, do Manchester United, virei-me para os meus último alvos. Tratam-se de um romeno chamado Ionel Szekely, médio ofensivo que pode jogar a extremo direito do Valência, e de um espanhol do Atlético de Bilbao, que face ao meu interesse, pediu para ser listado, pelo que consegui trazê-lo por 53 milhões de Euros. Chama-se Albistegi e tem apenas 21 anos, pelo que é uma opção bastante viável.

Seguiu-se a Taça dos Campeões Franceses, que é a Supertaça em França, contra o Marselha. No meu 11 inicial estavam 5 reforços - Rakic, Castro, Javi Martínez, Badu e Messi. O jogo não teve história. Na primeira parte, não houve ocasiões de golo para nenhum dos lados... A segunda parte só teve duas ocasiões, uma bola no poste por parte do Marselha e uma grande penalidade para a minha equipa, que Gabbiadini falhou... O jogo seguiu então para penalties, e foi aí, graças a uma enorme exibição do meu guarda-redes, que garanti a conquista do troféu, ao vencer por 4-1, com duas defesas do meu guarda-redes em 3 possíveis.

A temporada começou com 3 vitórias fáceis na Liga, um bom indicador sem dúvida. Dias depois, Lewandowski pediu-me para o deixar saiu, pois quer um novo desafio. Com 34 anos, aceitei, embora isso abra uma nova vaga no meu plantel para a zona ofensiva do terreno. Os alvos, naturalmente, são os avançados da Juventus.

Nos últimos dias de mercado, garanti Carlos César como reforço, pelo valor de 81 milhões de euros. Sim, é um valor demasiado grande, mas creio que vale o investimento. Aqui ficam todos os negócios deste verão.
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Seguiu-se uma ida ao estádio do Saint-Etienne, que marcou a estreia de Carlos César pelo PSG. Acabou por ser este reforço a estar em evidência no jogo, que terminou 3-0 a meu favor. Carlos César o melhor em campo, ao fazer um golo e uma assistência. Os restantes golos foram marcados por Albistegi, que começa a justificar os 50 milhões que investi nele.

O meu grupo da Champions, na teoria, é simples. Tenho Napoli, Spartak de Moscovo e Basel no grupo. O primeiro jogo foi em Moscovo e foi um verdadeiro balde de água fria. Comecei a perder cedo, e quando tentei partir para cima do Spartak, acabei por conceder o segundo. Ainda reduzi, através de Javi Martínez, mas foi insuficiente, e o Spartak acabou mesmo por vencer, deixando-me numa situação bastante delicada. A esta derrota, seguiu-se um empate em casa contra o Montpellier, que me deixou algo preocupado. A minha preocupação não era mera ficção e isso ficou provado no jogo seguinte, frente ao Arles-Avignon, último classificado antes do início do jogo. Contra um adversário muito inferior, esperava-se domínio evidente, e uma vitória escassa e esforçada por 2-1, em casa, não é algo que me deixe confortável. Além disso, ganhei duas baixas neste jogo por lesão, Albistegi e Crisetig... Seguiu-se o jogo frente ao Basel em Paris. A primeira parte foi ao estilo dos jogos anteriores, apesar de eu me ter colocado em vantagem, através de um rasgo de classe de Manolo Gabbiadini. Na segunda parte, porém, a minha equipa parecia outra, e alarguei a vantagem para 3-0, através de Iñigo Martínez e de Gabbiadini. Os 2 golos que marquei no segundo tempo acabam por ser escassos para a qualidade de jogo mostrada pela minha equipa na segunda parte... A terceira jornada foi novamente no Parque dos Príncipes, frente ao Nápoles. O jogo era um dos mais difíceis da ronda, e eu estava pressionado a vencer. Porém, apesar de ter marcado cedo, não consegui manter a vantagem, e o resultado final foi 1-1.

Passados alguns jogos, novo susto. Num jogo a contar para a Taça da Liga, frente ao Sochaux, logo ao primeiro minuto, eis um golo do meu adversário. Eu jogava em casa e não podia perder. Ainda no primeiro quarto de hora de jogo, numa jogada de Badu, Szekely iguala a partida. Porém, se eu poderia esperar dominar daí para a frente, esperava mal. O Sochaux começou a criar perigo e a minha equipa, apesar de ter muita qualidade, não conseguia contrariar isso. Aliado a este ponto, duas substituições forçadas, por lesão de Szekely e de Boris Egli. O jogo seguiu para prolongamento e a minha equipa jogou essa meia hora como nunca tinha jogado sobre o meu comando. 4 bolas aos ferros e... 3 golos. O primeiro foi da autoria de Badu. Começou num canto batido por ele, voltou a ele, depois de aliviada pela defesa, foi de novo enviada para área, de novo aliviada, desta vez para Iñigo Martínez, que voltou a colocar na ala, e Badu não se fez rogado e entrou quase pela baliza dentro. O segundo foi de Alaba, que numa subida algo descontrolada, também porque já se jogavam os últimos segundos da primeira parte do tempo extra, fez uma bela triangulação com Aïssani e fez o 3-1. O 3º foi de Javi Martínez, que aproveitou um ressalto na zona de penalty. Este jogo vale realmente o destaque. Pena que o romeno fique três meses de fora e o suiço dois...

Seguiu-se o jogo em Nápoles e novo desaire. O jogo terminou com um humilhante 4-0, também devido a uma expulsão de Lamela, que me renegou para a 3ª posição... e fará dos dois jogos que seguem autênticas finais.

Nada melhor que compensar os adeptos depois de uma humilhação que vencer um eterno rival. Foi com esse pensamento que fui ao Vélodrome. E as coisas até tinham tudo para correr bem. Bem cedo, Sanclemente inaugurou o marcador. Quando já tudo fazia prever que a minha vantagem pontual ia aumentar para 7, eis um revés - Crisetig é expulso e o Marselha empata... A ilação que retiro destes resultados últimos é que o meu 4-2-3-1 não é eficaz, e que, portanto, vou ter de arranjar outra táctica... Não será fácil, mas terei de conseguir. Tirando a época no Kalmar e minha segunda época no Beira-Mar, parece sempre que treino na Europa nada me corre bem...

O primeiro dos dois jogos decisivos para a Champions foi novamente em Paris, frente ao Spartak de Moscovo. Pressionado a vencer, venci facilmente, com a preciosa ajuda do meu espanhol favorito, Ioritz Albistegi. O resultado final foi de três bolas a zero a meu favor, e todos os golos foram deste menino, que com apenas 21 aninhos é considerado o principal favorito a vencer a Bola de Ouro, o que me deixa orgulhoso. Por curiosidade, na lista dos 35 nomeados, o meu PSG é a equipa mais representada, a par do Manchester City. No total, 6 jogadores da minha equipa podem vir a ser considerados o melhor do ano. Além de Albistegi, estão nomeados Javi Martínez, Crisetig, Lamela, Iñigo Martínez e Martin. Aproveito também para dizer que o "meu" Badu está nomeado para melhor jogador africano pela primeira vez na sua carreira.

No jogo antes do "decisivo" para a Liga dos Campeões, frente ao Bordéus, decidi experimentar algo novo. Sem fugir do esquema táctico habitual, o 4-2-3-1, decidi apostar numa coisa com dois construtores de jogo, um recuado e um avançado, compensando com um recuperador de bolas. Em suma, testei uma táctica contra o Bordéus onde mudava as tarefas dos meus centrocampistas. Não resultou... Empatei 1-1 e teria de confiar na qualidade individual da minha equipa para o confronto na Suiça.

Na segunda "final", arrisquei entrar em campo com a táctica modificada com que entrei em campo em Bordéus. Bastava-me o empate e apesar de eu estar sobre pressão, tratava-se de uma equipa muito inferior... O jogo não teve muitas ocasiões até ao minuto 88. Aí, veio a desilusão. Sem que nada o fizesse prever, o Basel, num contra-ataque em que a minha defesa ficou a ver navios, chega à vantagem... Felizmente, no último minuto, Crisetig restabelece a igualdade, ou seja, passei com sorte.

O ano civil chegou ao fim e foram entregues os prémios anuais. Infelizmente, tenho de me contentar apenas com a Bola de Prata e de Bronze, para Lamela e Albistegi, respectivamente. o vencedor foi Neymar, pelo segundo ano consecutivo, e de forma justa. Na equipa mundial do ano, Martin e Lamela foram os ocupantes da zona direita do terreno e Iñigo Martínez ocupa um dos lugares no centro da defesa. Nos suplentes, tenho Albistegi e Javi Martínez. Na equipa africana do ano, Badu está incluído. Albistegi foi eleito o melhor talento a actuar na Europa e também o prémio de melhor jogador espanhol a actuar no estrangeiro. Martin o melhor jogador a actuar em França. Também Carlos César ficou no segundo lugar no prémio de jovem jogador do ano da Série A, apesar de só ter jogado meia época em Itália. O primeiro posto foi ocupado por Alexandre Vicente, jogador português formado no Benfica e que eu até tentei trazer no mercado de Verão.

Entretanto, na Liga, apesar de algumas exibições menos conseguidas, continuo com um bom registo. 15 vitórias e 4 empates, com 45 golos marcados e apenas 6 sofridos, tenho 7 pontos de vantagem para o segundo classificado, o Lyon. Por falar em Lyon, no meio de 63 equipas, foi a equipa que me calhou em sorte na Taça de França. Felizmente, o sorteio decidiu que o jogo seria em Paris. Massacrei. O resultado final foi de 5-2, com um hat-trick de Albistegi, um golaço de livre de Gabbiadini e ainda uma jogada individual do meu puto Lancís. Os dois golos sofridos foram resultado dos únicos remates do Lyon, enquanto eu fiz mais de duas dúzias de remates, o que acaba por manchar uma exibição bastante positiva...

No mercado de Janeiro, apenas e foquei num alvo, um extremo francês do Mónaco chamado Giraud. Trata-se de um dos melhores do Mundo na sua posição, portanto, arrancá-lo a um rival pelo título não era à partida à fácil, pelo que optei por fazer da maneira mais baixa possível, aliciando-o. Depois de várias tentivas, ele pediu mesmo para ser listado, pelo que o Mónaco estabeleceu 56 milhões. Ajustei o orçamento e pude fazer a proposta. Pelo meio das negociações, apurei-me para a final da Taça da Liga, ao derrotar o Bordéus por 3-1 em casa, em mais um jogo com absoluto domínio da minha equipa. Os golos foram de Albistegi, Carlos César e de Yanga-Mbiwa. Passados uns dias, confirmei o Maxime Giraud.

À vigésima jornada, a primeira derrota na liga, contra o Evian. Perdi por 2-1, enfim, uma derrota estúpida... Seguiu-se um jogo contra o Toulouse, para a Taça de França, o qual venci 3-0 sem dificuldade. Nota positiva para o meu reforço Giraud que foi melhor em campo logo no segundo jogo com a camisola do PSG vestida. Seguir-se-à uma equipa chamada Colmar, que anda a passear nos oitavos de final, devido a muita sorte nos sucessivos sorteios.

O Real Madrid ofereceu depois 17 milhões por Aïssani, pelo que decidi aceitar a proposta. Com este dinheiro, vou investir na próxima época, e tentar outro jogador do Mónaco, Fauré, lateral esquerdo, para poder vender Sanclemente e ficar com uma vaga nos jogadores estrangeiros. A estratégia que usei com o Giraud resultou também com o parceiro, e 22 milhões de euros foi o valor pedido pelo clube do principado. O problema é que no último momento o Mónaco cancelou o negócio e agora só no Verão é que posso voltar à carga...

Seguiu-se o jogo mais importante da época e o jogo que também me fez perder três pontos de vantagem para o Lyon. Em casa do Lyon, fui derrotado, por 4-3, num jogo que até esteve 4-1... Curioso foi que um dos golos do Lyon foi marcado por uma lenda do PSG, Lewandowski.

Semanas depois, o regresso da competição mais importante da UEFA. O adversário que me calhou vem de Liverpool, e é precisamente o Liverpool FC. Na primeira parte, valeu a eficácia bastante boa nas bolas paradas. O 1-0 foi marcado por Yanga-Mbiwa, que cabeceou uma bola metida na área por Giraud num pontapé de canto. O 2-0 foi marcado por Giraud, num livre directo maravilhosamente bem batido. A segunda parte abriu com uma expulsão para a minha equipa. No preciso momento em que eu me preparava para substituir Javi Martínez, que já estava exausto, por Sebastián Castro, eis que o primeiro é expulso, depois de ter sido batido em velocidade e de fazer uma falta dura sobre um adversário. Decidi adoptar uma estratégia interessante. Meti na mesma o Castro, mas pelo Lamela, jogando com dois trincos e dois extremos recuados, e tendo um homem sozinho na frente, o Albistegi. Esta estratégia permitir-me-ia ser forte nos contra-ataques e talvez conciso na defesa. E foi isso que aconteceu. Minutos depois, num contra-ataque, Albistegi assistiu Crisetig para o 3-0. Já nos descontos, com o Liverpool a sobrecarregar, Albistegi, numa jogada individual, mata a eliminatória, fazendo o 4-0. O jogo em Inglaterra será, portanto, apenas para cumprir calendário.

Seguiu-se o jogo em Anfield. Como disse, um jogo em que não havia pressão para os meus lados. Ainda comecei a vencer, e ao intervalo vencia por 1-0, mas o Liverpool conseguiu dar a volta e ganhar por 2-1. Ainda assim, logicamente, muito longe de virar a eliminatória a favor deles. Segue-se um ex-clube meu, o Fenerbahçe, renovado e cuja estrela é o Rasoul Sharifi, jogador chave no meu Pohang que eu trouxe para a Turquia. Antes disso, tempo ainda para golear o Marselha por 5-2, em casa, num jogo em que até estive a perder.

Seguiu-se o jogo contra o Fenerbahçe, na Turquia. Sendo favorito na eliminatória, a minha missão era pelo menos não deitar tudo a perder na 1ª mão. O jogo esteve empatado até aos 60 minutos, até que Cléber tirou um coelho da cartola e fez o 1-0 para os da casa. Já em período de descontos, os turcos aumentam a vantagem para 2-0, fazendo prever que vai ser uma segunda mão complicada...
Continua no terceiro post...
Última edição por CFC em 20 Jun 2014, 16:56, editado 34 vezes no total.

Re: [FM 2013] O desafio do Pentágono - CFC

06 Jul 2013, 20:51 [#3]
[resultado=Paris Saint-Germain (continuação)]Empenhada em virar a eliminatória, a minha equipa entrou com tudo na segunda mão. Logo nos primeiros segundos, Ospina fez uma grande defesa a remate de Albistegi e ao minuto 11, Giraud mandou um tiro potente à barra. Faltava eficácia e até ao intervalo, não houve golos. A segunda parte começou de forma lenta e morta, e só aos 70 minutos Alaba desbloqueou o jogo... Porém, o 1-0 foi insuficiente, e acabei mesmo por cair outra vez nos quartos de final, desta vez aos pés de uma equipa mais fraca...

Resta concentrar-me nas competições internas. Primeiro, veio a final da Taça da Liga, contra o Mónaco. Esperava um jogo difícil, e o jogo foi realmente difícil. Ao intervalo, estava 0-0, e o jogo estava muito equilibrado. Na segunda parte, a classe do jovem Szekely permitiu desmarcar Carlos César, para que este fizesse o 1-0, aos 53 minutos. Aos 70, o Mónaco ameaçou e mandou uma bola ao poste, e 9 minutos depois marcou mesmo... O jogo seguiu então para prolongamento e posteriormente para penalties. Mais uma vez, tive a estrelinha da sorte do meu lado e voltei a vencer, por 5-4. Semanas mais tarde, venci a Ligue 1, contra o Bordéus ao vencem em casa por 3-0, golos de Szekely, Albistegi e Gabbiadini. Seguiu-se novo jogo frente ao Mónaco, desta vez para a Taça de França. Comecei a perder cedo, mas aos 70 minutos, Carlos César empatou. No prolongamento, o Mónaco marcou, mas eu voltei a empatar, por Boris Egli, aos 110. Curioso que ambos os marcadores da minha equipa não foram titulares. De novo nos penalties, de novo contra o Mónaco. Desta vez, não tive sorte, e acabei por perder por 4-2... Sendo assim, a época acabou para mim, pois todos os jogos agora são para cumprir calendário.

Eis a tabela classificativa que obtive esta época.
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Destaque para o facto de eu ter sofrido apenas 30 golos, um valor bastante bom tendo em conta a qualidade da Ligue 1.

Em termos de prémios, Albistegi foi o Jogador do Ano dos Jogadores e Crisetig foi a Estrela do Ano. Djermoune foi o Guarda-Redes do Ano e também o Guarda-Redes para os Jogadores. Giraud foi o Assistente do Ano com 16 assistências e o Lamela foi terceiro nesse prémio, com 11 passes para golo. Com mais 9 golos que Maupay, Albistegi foi também melhor marcador com 31 golos. Na equipa do ano, estão presentes 8 jogadores do PSG - o guarda-redes Djermoune, o lateral direito Martin, o central Rakic, o trinco Crisetig, o médio centro Javi Martínez, os extremos Giraud e Pastore e o avançado Albistegi. Eu fui o Treinador do Ano

Por curiosidade, o Manchester United foi campeão europeu pela segunda vez consecutiva, ao derrotar na final o Fenerbahçe por 1-0, com golo de Pjanic.

Entretanto, Albistegi foi o melhor marcador da Europa.

As três primeiras aquisições são para a defesa. Fauré é um namoro antigo, e vem reforçar a lateral esquerda. É francês e isso é uma vantagem. Sakho é formado no clube e será um 3º, 4º, 5º central, o que for preciso. Será sem dúvida bastante útil. A terceira foi um lateral que pode jogar nas duas alas, Mallo, e que apesar da idade, é uma boa alternativa aos titulares, em caso de lesão ou assim. A quarta foi Marco Maurer. Outro namoro antigo. Enquanto jogador do Puebla do México, na altura com apenas 18 anos, esteve próximo de assinar pelo meu River Plate de Montevideo. Na altura, perdi a corrida contra o Partizan, que o deixou, depois de 5 épocas, fugir a custo zero para o Porto. Apenas um época em Portugal e o mexicano dá o salto. 37.5 Milhões foi quanto isso custou aos meus cofres. De realçar que tive de fazer dinheiro em vendas, pois a direcção só me deu cerca de 20 milhões. Fiz 31 Milhões com a venda de Boris Egli e 36 com a venda de Sanclamente. Reforcei depois a zona esquerda do ataque, ao gastar 21.5M na compra de um sul-africano do PSV chamado Nkabinde. O jogador que fechou o plantel chama-se Júnior, descobri-o e quase o contratei a custo zero, enquanto estava no Colo Colo, mas na altura perdi a corrida para o Croácia Zagreb. Agora, foram 14 os milhões de Euros que eu gastei neste menino.
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O primeiro jogo da época foi a contar para a Taça dos Campeões Franceses, contra o Auxerre. Dominei o jogo desde o minuto inicial até ao apito final. O 2-0 final é escasso para o que se passou no jogo... O Auxerre não fez um único remate à baliza. Os golos foram ambos marcados por Maxime Giraud. O jogo marcou também a estreia de Fauré e Maurer a titulares e também de Nkabinde.

O primeiro jogo da liga contou com uma maravilhosa exibição de toda a minha equipa. Frente ao Montpellier, a minha equipa fez uma exibição de luxo, que me permitiu vencer por 4-0, golos de Pastore, Lamela, Albistegi e Javi Martínez. O melhor em campo, porém, foi outro. Maxime Giraud foi novamente o melhor em campo, ao fazer 3 assistências.

O sorteio da Champions ditou que eu ficasse no mesmo grupo de Anderlecht, Palermo e Leverkusen. Na minha estreia, fui à Alemanha defrontar o Leverkusen. Comecei até a perder, mas ganhei por 4-2. Por curiosidade, Giraud, pela 3ª vez em outros tantos jogos, foi considerado o homem do jogo, o que diz muito sobre a sua qualidade imensa. O Anderlecht, entretanto, venceu por 6-4 o Palermo, pelo que me parece que será uma ronda equilibrada. O jogo seguinte para a Champions foi em casa, frente ao Anderlecht. Venci 2-0. O apuramento, após isto, ficou quase consumado, logo à segunda jornada, pois o Leverkusen e o Palermo empataram.

Alguns jogos depois, novo jogo para a Champions, frente ao Palermo, em Itália. O jogo esteve muito disputado, e terminou 2-2, com um golo de Nkabinde no último minuto. O Anderlecht derrotou o Leverkusen e o grupo continua a pender bastante para franceses e belgas. À 4ª jornada da fase de grupos da Champions League, carimbei o meu apuramento, com uma vitória por 3-0 frente ao Palermo em casa.

Seguiu-se novo jogo frente ao Leverkusen, desta vez em França, e foi um jogo para esquecer. A vencer 2-0, deixei-me empatar, mesmo tendo dominado o jogo todo... Incrível...

Por curiosidade, apenas 4 jogadores da minha equipa estão na disputa do prémio de melhor do mundo desta vez. São eles Crisetig, Lamela, Giraud e Albistegi. O Manchester City lidera novamente com 7 jogadores e o favorito à vitória é Will Hughes, no Chelsea neste momento.

No dia do meu aniversário, nova suspensão para mim... Achei que houve um penalty por marcar e acabei por ser suspenso por dizer mal do árbitro - http://prntscr.com/1wp0o . Entretanto, para a Taça, fui colocado no caminho de uma equipa amadora.

Seguiu-se um jogo para cumprir calendário frente ao Anderlecht. O jogo era de extrema importância para os belgas, pressionados a jogar bem para aspirarem os oitavos de final. Já para mim, com o 1º lugar garantido, era jogo para rodar a equipa. Um golo solitário a abrir a segunda parte, de Crisetig, foi o suficiente para alcançar os três pontos. Beneficiando de uma vitória do Palermo, também o Anderlecht sorriu e acaba por seguir em frente na fase de grupos. Nota positiva também para o Benfica, que se apurou num grupo com os gigantes Manchester City e Real Madrid. Veio depois o jogo 100 do PSG era-Cláudio Costa. Curiosamente, um jogo onde nem sequer estive no banco... O adversário era o Mónaco e o jogo foi emocionante. Comecei a perder, mas acabei por vencer por 4-2, no Parque dos Príncipes. O sorteio da Champions que adveio colocou-me frente ao Porto, no jogo referido como o grande jogo dos oitavos de final da competição.

Chegou o dia 1 de Janeiro e foram entregues os prémios anuais. Maxime Giraud foi o Futebolista Mundial do Ano, mas curiosamente não foi Bola de Ouro. O Bola de Ouro foi Neymar, pela terceira vez consecutiva. Giraud foi também um dos dois jogadores da minha equipa que foi nomeado para a equipa do ano. Foi o único titular. Albistegi foi suplente. Giraud foi também nomeado jogador do ano em França. Martin foi terceiro classificado nesse prémio. Por fim, Albistegi foi nomeado Estrangeiro do Ano na Ligue 1.

No mercado de Inverno, não houve mexidas. Na liga, à 26ª jornada, um registo interessante de 20 vitórias, 3 empates e 3 derrotas, o que se traduz num primeiro lugar com 9 pontos de vantagem sobre o Marselha, segundo. Entretanto, na Taça de França, fui eliminado por uma equipa da 3ª divisão, em casa alheia, por uma bola a zero, impossibilitando assim o triplete nacional a que me propus...

No Dragão, perdi 3-2. O Porto superiorizou-se e acabou por vencer. Porém, é um resultado possível de se inverter, pelo que não estou muito preocupado. O jogo começou quase com um golo do Porto, logo aos 5 minutos. Aos 25, surgiu o empate por parte de Carlos César, mas logo depois o Porto respondeu e o jogador que tinha marcado o primeiro bisou. Antes do intervalo, a minha equipa ainda chegou ao empate por Albistegi, mas na segunda parte, por intermédio de Wallace, o Porto acabou por marcar o 3º golo. Na segunda mão, a minha equipa entrou pressionada a marcar no Parque dos Príncipes para levar de vencido um Porto em teoria mais fraco. Na primeira parte, o Porto foi mais forte e mostrou mais vontade de vencer, porém, sem resultados práticos. Na segunda parte, mais do mesmo, até que lancei em campo Crisetig e Pastore, e foi deste segundo que saiu uma jogada brilhante pela esquerda que acabou na cabeça de Maurer, que mandou a antiga equipa para fora da Champions. O mesmo Maurer acabaria por bisar aos 88 minutos, já com o Porto a dar tudo. Já em período de descontos, o Porto reduziu, através de grande penalidade, mas foi insuficiente. Foi uma eliminatória sofrida mas consegui levar a melhor. Consegui ainda levar uma multa por dizer mal do árbitro, que me anulou mal um golo ao Albistegi. Entretanto na Liga, continuo com 9 pontos de avanço sobre o Marselha.

Seguiu-se o Barcelona. O primeiro jogo foi em França e quase chegou para matar a eliminatória, pois venci por estrondosos 5-2, com golos de Albistegi (2x), Carlos César (2x) e Fauré. Ainda assim, nada de ir para a segunda mão com excesso de confiança, pois tudo pode mudar se a minha equipa se descuidar. Na segunda mão, acabei por perder em cima do minuto 90, por duas bolas a uma, num jogo de nervos por parte dos da casa, que viram nada mais nada menos que 8 amarelos.

o sorteio das meias finais antecipou a final, juntando as equipas com plantel mais forte do Mundo, PSG e Manchester City. Na outra meia final, o outro clube grande de Manchester encontra um recém campeão holandês Ajax motivadíssimo.

Antes de ir a Manchester, veio a final da Taça da Liga Francesa, contra o Mónaco. Acabei por vencer facilmente, com golos das minhas duas vedetas, Giraud e Martin.

Seguiu-se então o jogo no City of Manchester Stadium e mais uma goleada e mais uma vez por 5-2. Entrei a perder, com um golo dos ingleses logo ao minuto 5, mas rapidamente reagi e à meia hora já estava 4-1. Entretanto o Sandro foi para a rua e chegou o intervalo. O City ainda reduziu, por intermédio de um dos meus alvos do verão e um dos jogadores sobre o qual pus dois gajos a marcá-lo, e nem assim... No afamado 92, tempo para um golo da minha equipa. Fico com um pé na final e com uma mão na 3ª taça do Pentágono. Engraçado que, para a imprensa, o Mancini afirmou que não gostou da minha abordagem ao jogo :D

Na segunda mão, no Parque dos Príncipes, com o título quase arrumado (a 3 jornadas do fim, preciso de um ponto) e com a final quase garantida, não joguei com preocupações excessivas. O adversário, caso nada de incrível aconteça, será mesmo o Ajax, que derrotou o United através de pontapés da marca de 11 metros. E não aconteceu nada de estranho. Venci por 3-0 e tenho agora a possibilidade de vencer o 3º troféu continental da carreira, o mais difícil, à partida.

A duas jornada do fim, no Mónaco, assegurei a terceira Ligue 1 da carreira, sem dificuldades, após empatar a uma bola com o clube local.

Eis todos os resultados da época (sem o jogo contra o Ajax) e a classificação final da Ligue 1
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Em termos de prémios, Giraud foi Jogador do Ano dos Jogadores e também o melhor Assistente, com 28 passes para golo. Ioritz Albistegi a Estrela do Ano e também o melhor Marcador, com 31 tentos, sendo um destes golos considerado o Golo do Ano. Este número chegou também para ele vencer a Bota de Ouro na Europa pelo segundo ano consecutivo. Djermoune foi o Melhor Guarda-Redes.
Na equipa do ano, sete jogadores do PSG: Djemoune, Alaba, Martin, Javi Martinez, Lamela, Giraud e Albistegi. No 11 da Ligue 1, foram 10 os meus jogadores: Brahim Djermoune, David Alaba, Michaël Martin, Rajko Rakic, Javi Martínez, Lorenzo Crisetig, Erik Lamela, Marco Maurer, Maxime Giraud e Ioritz Albistegi. O único jogador que não joga no PSG presente neste onze é o Ocampos, do Mónaco.

Big day came e a minha equipa estava preparada para fazer história, pois o PSG nunca na sua história conquistou uma Liga dos Campeões. Ao 15º minuto, uma arrancada de Giraud resultou num cruzamento certeiro para a cabeça de Carlos César e estava feito o primeiro. Minutos depois, de novo Giraud no cruzamento, num canto, e Rajko Rakic faz o segundo. Antes do intervalo, o mesmo Rakic, num canto, cabeceou ao poste. As coisas corriam bem e o 2-0 ao intervalo era um bom pronúncio. Na segunda parte, de penalty, Alaba fez o terceiro. Não muito tempo depois, Carlos César acertou também no ferro. Aos 75 minutos, o Ajax fez o 3-1. Nessa altura, meti o Mkhitaryan, que faria o seu último jogo da carreira, e o Javi Martínez, pela sua grande importância nesta época (neste jogo, na defesa, jogou Lee Joo-Sung). Aos 78, o Ajax voltou a marcar e assustou. Antes do fim, tempo ainda para lançar Pastore pelas mesmas razões de Mkhitaryan, isto já nos descontos, para precaver um eventual balde de água fria.
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Em termos de prémios da Champions, Carlos César marcou o Melhor Golo e 9 jogadores estão na Dream Team (Brahim Djermoune, David Alaba, Michaël Martin, Rajko Rakic, Lorenzo Crisetig, Erik Lamela, Maxime Giraud, Carlos César e Ioritz Albistegi).

Na próxima época, continuarei no PSG apenas com o objectivo de vencer o Mundial de Clubes, algo que noutro Continente é difícil de conseguir.

No Campeonato da Europa, apenas consegui meter nove jogadores, Martin, Giraud, Djermoune e Fauré na França, Crisetig na Itália, Szekely na Roménia e Albstegi, Lamela e Iñigo Martínez na Espanha. Fiquei particularmente surpreendido com a ausência do Javi Martínez, mas os espanhóis é que perdem... O Giraud foi ainda, no fim da época, considerado o Jogador do Ano, para os adeptos.

Não me preocupei minimamente em preparar a minha 4ª época no PSG. Apenas me foquei em substituir os jogadores que estavam de saída do meu plantel com reforços e nada mais. Para o lugar do Rafael, que está de saída a custo 0, contratei um jogador do Anderlecht, César Portilla. Reformaram-se ainda 4 jogadores: Sirigu, que será substituído por um jovem guarda-redes do plantel, Sakho, sendo que para o lugar dele não chegou ninguém, em princípio, e ainda Pastore e Mkhitaryan, sendo que para estes tive de investir muitos milhões e trazer Alexandre Vicente. Custou 120 Milhões, em prestações, claro. Mas vale a pena:
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No rescaldo do Campeonato da Europa, o Villas Boas demitiu-se do cargo de Seleccionador Nacional, pelo que aproveitei e candidatei-me. Sem grande surpresa, fui contratado, pelo que vou conciliar tarefas pelo menos até sair do PSG.

[resultado=Paris Saint-Germain/Portugal]Como disse, o meu objectivo passa agora por vencer o Mundial de Clubes. Portanto, joguei a Taça dos Campeões, a qual por 1-0, com golo do reforço Alexandre Vicente, e meti o jogo de férias até ao Inverno, só parando em compromissos nacionais com a selecção e para a Supertaça Europeia, que foi no final de Agosto, a qual eu perdi por um surpreendente 3-0 contra o Everton...

A minha estreia como treinador da selecção de todos nós aconteceu num particular contra a Irlanda do Norte. Apenas uma baixa importante, Eduardo Pinto, lateral direito do Mónaco. De resto, equipa a 100%. De jogadores reais, convoquei Rui Patrício, que ainda é o titular da selecção, Nuno Reis, Tobias Figueiredo, Cédric Soares (apenas porque o outro moço estava lesionado), todos estes do Sporting, Artur Jorge (central que na realidade está no Braga B, salvo erro e no jogo está no Parma), Rafa (o lateral esquerdo do Porto que no jogo está no Colónia), Podstawski (também do Porto mas que no jogo está no Copenhaga) e Salvador Agra. Dos 23 convocados, apenas trabalhei/trabalho com o Podstawski, no Kalmar, e com o Alexandre Vicente, agora no PSG. Num jogo fácil e onde optei por não fazer alinhar alguns jogadores importantes, como o Patrício ou o Vicente, levei de vencida a Irlanda do Norte por 4-1, com três golos de Pinga, avançado luso-brasileiro formado no Sporting e que joga no Real Madrid e com um de Daniel Andrade, médio ofensivo do Tottenham e formado no Benfica.

Seguiu-se um jogo contra na Rússia, já a contar para a fase de apuramento para o Mundial e as coisas não correram bem, e acabei mesmo por perder com um golo de penalty ao minuto 83. Seguiu-se a Inglaterra e mais um desaire, por 2-0 em casa. O apuramento fica assim tremido, mas eu espero ainda dar a volta e singrar nesta segunda experiência como Seleccionador Nacional.

Para a terceira e quarta jornadas, muitas baixas. Eduardo Pinto e Jorge Gama, os dois laterais direitos de topo da selecção, lesionados, Salvador Agra, pela mesma razão. Na 3ª jornada, veio um jogo bónus, contra o Liechteinstein. Dois golos de Alexandre Vicente e dois golos de José Lopes, extremo do WBA, chegaram para ganhar a partida. Infelizmente, este mesmo José Lopes e também Nuno Reis, por lesão, constituem mais baixas para o jogo seguinte, contra a Áustria. Contra a Áustria, fora de casa, as coisas foram previsivelmente mais difíceis. Felizmente, consegui uma vitória difícil por 2-1, com golos de Daniel Andrade e Vasco, dois jogadores de Premier League (Tottenham e Liverpool).

Seguiu-se um desafio amigável contra Marrocos. Optei por levar o plantel completo excepto Pinga que está lesionado. Sem dificuldades, e com golos de Daniel Andrade, Hernâni Pita e com um autogolo, venci por 3-0.

Veio depois o Campeonato do Mundo de Clubes. Antes disso, uma nota para quatro jogadores meus que estão nomeados para a Bola de Ouro: Abistegi, Carlos César, Alexandre Vicente e Giraud. Quanto à competição propriamente dita, o primeiro jogo, das meias-finais, foi contra o Tétouan, a equipa local da competição (Marrocos). Logicamente, não foi difícil. 7-1 foi o resultado final, com golos de Rakic, Albistegi (2x), Fauré, Albistegi de novo, Rakic de novo e Alexandre Vicente. Pelo meio, ainda um pequeno susto, pois chegou a estar 1-1.
O segundo jogo foi contra um Grémio que mete medo, pois mandou o campeão do México para casa com uma vitória realmente avassaladora (4-0) e porque as equipas brasileiras estão realmente muito fortes (o último campeão do Mundo foi inclusive o Corinthians). Aos 20 minutos, Albistegi inaugurou o marcador, mas o Grémio empatou pouco depois, e ao intervalo estava 1-1. A segunda parte começou com o 2-1 para o PSG, por Crisetig. Até final, apenas um golo bem anulado ao Grémio (falta sobre o GR na pequena área), e assim conquistei mais um troféu para o meu palmarés já algo recheado. Albistegi foi considerado o melhor jogador da competição, seguido de Giraud e Rakic

Esperei até dia 1 para saber quem era a Bola de Ouro, antes de me demitir. Os prémios deixaram-me triste. Ganhou um italiano do City, e em segundo ficou o Neymar e em terceiro um argentino do Palermo... O Giraud ficou no 11 do ano, e o Vicente foi suplente. Injustamente, nada do Bota de Ouro Albistegi...
Deixei o PSG encaminhado para mais uma Ligue 1, ao deixá-los no primeiro posto quase no fim da primeira volta, com apenas dois empates e uma derrota em 17 jogos. Deixei a equipa em primeiro, mesmo tendo menos 3 jogos que o segundo classificado. Na Champions, a equipa está na segunda fase, sem grande dificuldade, apenas um deslize contra o Sporting, mas nada que fizesse perder o 1º posto. Só tive pena de deixar grandes vedetas mundiais, jogadores impressionantes, como Albistegi, Giraud, Alexandre Vicente, Carlos César, Rakic, Martin, et cetera...[/resultado]

Fico então apenas no comando de Portugal a partir de agora. Comigo, demitiram-se nada mais nada menos que 14 elementos do Staff. Por curiosidade, foi Mourinho quem ocupou o meu lugar.
Portugal
Seguiu-se um jogo particular contra a Bélgica. Adversário difícil, voltei a convocar os melhores disponíveis, é uma forma de criar rotinas. Sem surpresa, pelo menos para mim, acabei por perder, com golos de um regen com nome grande e de Lukaku.

Veio depois um jogo decisivo contra a Turquia e novo desaire. Em Leiria, a Turquia começou a vencer, mas através de Rafa, cheguei à igualdade, que se manteve até final. Veio depois um jogo contra os russos, em Portugal, e uma vitória importantíssima. Com um golo aos 5 minutos de Vicente e um de Jorge Silva aos 41, subi ao 2º posto e mantenho-me vivo na luta pelo apuramento.

Muitos meses depois, veio a jornada dupla frente a Inglaterra e Liechtenstein, o jogo mais difícil e de seguida o mais fácil. Para esta jornada dupla, tenho uma grande baixa, Rui Patrício. No seu lugar, foi convocado Cristiano Ronaldo Encarnação. Contra a Inglaterra, até comecei a ganhar, com um golo de Alexandre Vicente, mas a Inglaterra é mesmo muito forte, e conseguiu depois dar a volta... Ficou 2-1. Contra o Liechtenstein, o jogo foi mais fácil. Sem grande dificuldade, a minha equipa superiorizou-se, e ganhámos por 6-0, com três golos de Alexandre Vicente e dois de Duarte, extremo recém contratado pelo Milan, e ainda um de Artur Jorge.

Na última jornada dupla, duas finais. Primeiro contra a Áustria e depois contra a Turquia. Contra a Áustria, os jogadores entraram guerreiros e com vontade de vencer, tanto que aos 20 minutos, já estava 2-0, com golos de Jorge Silva e Tobias Figueiredo. Este resultado acabaria por manter-se até final, e fruto de um triunfo da Inglaterra contra a Turquia, saltei para segundo, com mais um ponto que Rússia e Turquia. No jogo decisivo, duas baixas importantes, Ricardo Pinto, trinco do Barcelona, por castigo, e Hernani Pita, extremo do Sporting, por estar com gripe (-.-). Contra a Turquia, após uma má entrada, a equipa voltou a mostrar garra. Com um golo do jogador que eu chamei para o lugar do Pita, Luís Castro (extremo do Porto) e com um de Luís Silva, demos a volta. A certa altura, a Turquia ainda marcou, mas foi assinalada falta sobre o meu guarda-redes. Na jogada a seguir, o 3-1 que acabaria por matar o jogo, um bis de Jorge Silva. Até final, ainda tempo para Luís Castro bisar e para a Turquia marcar outro, estabelecendo o 4-2 final. À risca, playoff, aqui vamos nós.

No playoff, só tinha medo da Alemanha, que ficou em segundo com 22 pontos, no grupo da Grécia. Calhou a Croácia, que foi o pior dos segundos no playoff. Por um triz, não ficou fora do playoff, só estão lá por que a diferença de golos foi -1, e a da Albânia, no grupo em que há menos uma selecção, foi -2, porque em termos de pontos, foram iguais.
Quanto ao jogo propriamente dito, a primeira mão foi na Croácia e começou muito mal. Aos 44 segundos, Kovacic, de fora de área, marcou o primeiro. Na primeira parte nada mais a contar. Na segunda, Luís Castro, que foi de novo titular face a uma mialgia de esforço do Pita, voltou a marcar e saiu lesionado pouco depois... Pouco depois, Alexandre Vicente fez o 2-1, e saiu também lesionado... O Castro poderá jogar a segunda mão, mas o Vicente não, será uma grande baixa...
Na segunda mão, em casa, voltei a entrar mal e sofri logo aos dois minutos. Através de Castro e Silva, dei a volta, mas a Croácia ainda empatou, e ameaçou a sério a minha presença no Mundial. Felizmente, o 2-2 manteve-se e nada de mal aconteceu. Venha a Copa do México 2026.
Entretanto, candidatei-me a treinador do New York e dos LA Galaxy. O LA Galaxy não me escolheu (eles é que perdem xD ), portanto, vou rumar aos Estados Unidos para treinar o New York.

[resultado=New York/Portugal]Chegado aos Estados Unidos, deparei-me com uma equipa algo desequilibrada e com uma série de regras estranhas, as quais ainda não percebi muito bem... Ao que parece, há um tecto salarial que é obrigatório cumprir, só posso inscrever 9 estrangeiros, só posso inscrever 30 jogadores no total, e só posso ter 3 jogadores a ganhar mais que 21 mil euros por mês, que são os jogadores designados, sendo que para o tecto salarial, é como se estes ganhassem 21000€. Há ainda mais uma carrada de regras estranhas que eu não me dei ao trabalho de as entender.

Há alguns jogadores conhecidos com quem vou poder trabalhar, mas no geral, vou reestruturei o clube. Dispensei alguns excedentários, fiz milhões em vendas de cepos, e contratei alguns jogadores para posições-chave. Resumidamente, contratei Óscar com 34 anos por 40k €, alguns regens quase todos bastante baratos, excepto dois pelos quais dei mais de 1M €, e ainda Lars Bender por 500k. Os jogadores designados da minha equipa serão Seferovic, ponta de lança suiço que já cá estava, Óscar e Lars Bender. À minha chegada, só havia dois jogadores designados, o Seferovic e o Cornelius (avançado dinamarquês). Nos drafts, no primeiro, dos dispensados, trouxe ainda dois jogadores para reforçar o meu débil meio campo.

Eis os jogadores em que eu vou confiar mais esta época. Por ordem, está um guarda-redes que chegou a troco de 1.6M €, um central que chegou a custo zero, o conhecido Lars Bender, um extremo regen chinês que chegou por 1.2M €, Óscar, Seferovic, e um ponta de lança que chega também a custo zero.
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Ensinando um pouco a arte de mandar barrotes para outros lados, aqui ficam as minhas vendas
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Com isto, tenho uma equipa fortíssima para lutar pela MLS

Na selecção portuguesa, o sorteio do Mundial foi simpático. Suiça, Irão e Uruguai serão os meus adversários. Para o Apuramento para o Europeu, também bastante felicidade. Suécia e Israel são as selecções que metem medo num grupo onde também está Andorra e Lituânia. Destas 5, passam duas, portanto, talvez seja pacífica esta fase. Destaque para o primeiro amigável internacional antes do Mundial, frente à Bélgica, que terminou com uma derrota minha por 2-0 .

A estreia na MLS não foi boa. Fui jogar fora contra o Salt Lake e perdi por 3-1. Foi um resultado justo, talvez 2 golos não reflitam bem o que se passou no jogo, mas não mereci ganhar pontos. No segundo jogo, recebi o Sporting Kansas City e voltei a perder, 2-0, e agora de forma algo injusta...

As coisas mantiveram-se algo instáveis. Pela primeira vez desde a experiência na Roménia, estou com percentagem de vitórias menor que 50%... Uma derrota contra o Toronto, à 15ª jornada, foi a gota de água, e acabei por ser despedido pela primeira vez, salvo erro, na carreira... É um despedimento justo, sem dúvida, mas fiquei com pena de não ter tido mais sucesso nesta primiera experiência na América do Norte...
Eis os fracos resultados:
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Não desanimei e candidatei-me ao lugar no América do México, uma equipa fortíssima e sem dúvida um passo em frente na corrida pela competição continental norte-americana. O América contactou-me e sigo então para o México.

[resultado=CF América/Portugal]No México, não me preocupei com o América numa fase inicial, mas sim com o Campeonato do Mundo do México. Nos amigáveis de preparação para o Mundial, perdi contra o Chile por 2-0 no primeiro jogo. Felizmente, a equipa não foi abaixo animicamente, e no jogo seguida, goleada expressiva por 7-2, contra Israel, com Jorge Silva a bater o record de mais golos num jogo, com 5 golos. O último jogo foi um teste mais difícil, contra o Brasil, onde a minha equipa foi impotente. 3-0 foi o resultado final.

O Campeonato do Mundo, para mim, começou com um jogo frente à Suiça. Na primeira parte, domínio absoluto da minha equipa. Na segunda parte, a mesma coisa. No entanto, azar, com postes e barra à mistura, esse domínio não se traduziu em golos, e ficou 0-0...

Seguiu-se o jogo, em teoria, mais fácil, frente à selecção do Irão. Mais uma vez, entrei a dominar, não fosse a displicência de Jorge Silva, tinha marcado 2 nos 10 primeiros minutos (ele que já tinha sido displicente contra a Suiça). Ainda assim, fui para o intervalo a vencer, com um golo do central do Valência Ledwaba. Ao intervalo, lancei Pinga para o lugar de Jorge Silva e foi este mesmo Pinga quem fez o segundo e provou que um lugar no 11 da terceira jornada. Até final, tempo para fazer estrear um central do Sporting chamado Leonardo Menezes, que chegou a trabalhar comigo no PSG. Foi este menino o responsável por fazer o 3-0, que não se manteria até final. Alexandre Vicente fez o quarto e último golo aos 83 minutos.

O jogo da última jornada opôs Portugal e Uruguai. Aos 4 minutos, Vicente a mandar ao poste, e Ricardo Pinto (Barcelona) lesionado... Mais uma vez, do banco surgiu um golo. Vasco (Liverpool), que entrou para o lugar de Pinto, marcou, em cima do intervalo. À entrada da segunda parte, Vasco bisa. Vicente aos 59 fez o terceiro, e esse resultado manter-se-ia até final.

Surpreendentemente, num grupo com China, Bósnia e Argélia, a Argentina só conseguiu ser segunda, pelo que será o meu próximo adversário. Contra a Argentina, foi preciso esperar até aos 42 para ver um golo. Foi Jorge Silva, de regresso à titularidade, quem marcou, pela primeira vez, nesta Copa. No minuto a seguir, o 2-0, por Ledwaba. Após o intervalo, continuei por cima, e aos 60, Vicente falhou um penalty... 7 Minutos depois, redimiu-se, e marcou o 3º golo da noite e também seu terceiro neste Mundial. A Argentina ainda marcou o 3-1, mas Vitor Pires (Lyon), que tinha entrado há pouco, fez o 4-1, num bom remate de fora da área.

Nos quartos de final, Brasil, um teste difícil, ainda para mais se recordarmos que num particular antes do Mundial, perdi 3-0 contra eles. Aqui a história foi outra, felizmente, e foi Ledwaba, mais uma vez, decisivo, ao marcar aos 23 minutos o único golo da partida.

Seguiram-se as meias finais, com 4 baixas importantes... O lateral esquerdo Rafa, os médios Vasco e Ricardo Pinto e o extremo Luís Castro são baixas por lesão. Quanto ao jogo, mais uma vez, entrei muito forte e a marcar. José Lopes, num contra-ataque rápido, fez o 1-0. Porém, a vantagem durou pouco. A Grécia chegou ao empate 4 minutos depois. Perto do intervalo, através de Jorge Silva, cheguei ao 2-1, mas no minuto seguinte a Grécia voltou a igualar. Na segunda parte, só deu Grécia, e só não houve golos porque os postes impediram-no por 4 vezes. Bafejado pela sorte, cheguei ao prolongamento. No prolongamento, nada de golos, e o jogo seguiu para penalties. Nos penalties, à sexta ronda, caí, por 4-3... Foi pena, mas não vou dizer que foi injusto, pois a Grécia foi mais equipa nos 120 minutos.

A minha participação no campeonato do Mundo termina com o jogo de 3ºs e 4ºs contra a Colômbia. Foi um jogo muito disputado, em que eu estive a vencer por 2-0, 4-1 e que acabei por vencer po 4-3. Destaque para o primeiro golo que deve ter sido o mais rápido do torneio, aos 29 segundos, marcado por Jorge Silva.

O torneio foi ganho pela selecção da Sérvia, que atropelou os gregos na final, com um extraordinário 4-1. Em termos de despedimentos, no total, foram 20 os seleccionadores que acabaram no desemprego, entre eles, alguns conceituados, como Diego Simeone, que treinava a Argentina que eu eliminei.

Em termos de prémios, nos melhores golos, tive o 2º e o 3º classificados, por Duarte contra a Colômbia e por Jorge Silva contra a Argentina, respectivamente. Tive também o melhor guarda-redes, Huang Lichun, e tive 4 titulares e 2 suplentes na Dream Team: Huang Lichun, Ledwaba, Duarte e Alexandre Vicente e Rafa e Vasco.

Entretanto, fui obrigado a preparar a equipa do América um pouquito à pressa, pois o mercado fechou a 5 de Julho. Tive algumas dificuldades, pois muito poucos jogadores querem vir para o México, mas lá consegui montar um plantel consistente... De qualquer forma, consegui montar um plantel algo competitivo, a ver vamos se tenho mais sucesso nesta segunda experiência em terras norte-americanas.

A experiência no México começou bem, com uma boa vitória em casa, frente ao Atlante, por 3-2.

A minha estreia na Liga dos Campeões Norte-Americana foi avassaladora. Frente ao Motagua, das Honduras, fora de casa, 5-1, jogo simples. Na segunda jornada, mais uma vez, vitória fácil, por 3-0, frente a uma equipa chamada Municipal, da Guatemala.

Entretanto na Liga, resultados modestos... 6º lugar à 7ª jornada, com 12 pontos, com pontos absolutamente desperdiçados, como ceder um empate no último minuto contra o último classificado da altura, o único conquistado por eles até então...

Seguiram-se jogos nacionais, contra a Eslováquia, um amigável que venci 3-1, e contra Israel, a contar para o Apuramento para o Euro, jogo esse que venci por 5-1.

No terceiro jogo de LC da América do Norte, contra o Motagua, mais um jogo fácil. 4-0 foi o resultado final. No último jogo da fase de grupos da LC CONCACAF, já só para cumprir calendário, contra o Municipal, vitória mais escassa, por 1-0, ainda assim suficiente

Pela selecção, dois jogos fáceis vieram, contra Lituânia e Andorra. No primeiro, 4-0 foi o resultado final. Contra Andorra, o resultado foi menos dilatado. O jogo terminou 2-0.

Na Liga, houve uma melhoria significativa nos resultados. Desde a 8ª jornada até à 13ª, 6 vitórias (embora algumas sofridas e tardias) e uma derrota frente ao Santos Laguna, o suficiente para me recolocar perto do topo da tabela, em segundo, com os mesmos pontos do Pumas UNAM. Ainda assim, tempos difíceis se adivinham, pois a minha equipa está frustigada por uma onda de lesões difícil de comportar... De qualquer forma, o Playoff está garantido (as regras são iguais às do Chile, e há dois campeões por ano na mesma). Até final, apenas mais uma derrota e o resto foram vitórias. Terminei a fase regular da Apertura em 2º lugar, a um do Pumas.

Nos quartos de final, calhou-me em sorte o Monterrey, equipa que derrotei por 1-0 na fase regular. Fora de casa, na sequência de um pontapé de canto, fiz o único golo da partida, um golo importante. Uns dias depois, em casa, num jogo morto, não houve golos, apenas uma perda enorme por lesão para a minha equipa por muitos meses, um médio centro titular. Já é o segundo centrocampista que fica de fora durante muito tempo, depois do Diego Reyes (que comigo joga a trinco).

Seguiu-se um confronto contra o Tigres, fora de casa. Na fase regular, também venci, e também por uma bola a zero. Neste jogo, as coisas foram diferentes. Até comecei a vencer, com um golo de penalty no fim da primeira parte, mas os da casa deram depois a volta, ficando 2-1. Pressionado para mudar as coisas, na segunda mão, em casa, entrei pressionante, mas só aos 39 minutos, através de um jovem de 18 anos chamado Fler, marquei. Porém, na segunda parte, o Tigres empatou, e acabou por levar de vencida a eliminatória. Na final, o Tigres acabou por golear o Pumas por 4-1 em casa, o que constitui uma surpresa, pois o Pumas fez uma grande Apertura. Na segunda mão, bastou um empate a uma bola para se sagrar campeão na Apertura...

Veio depois a minha quarta participação no Campeonato do Mundo de Clubes. O América é campeão norte-americano em título pelo que participa na competição. O primeiro jogo é contra o campeão asiático, o Al Hilal, da Arábia Saudita. A verdade é que a falta de um meio campo coeso, que já me havia custado a Apertura, custou-me também o Campeonato do Mundo de clubes. Caí na primeira ronda... Segue-se o jogo contra a equipa da casa, o ES Tunis, mas é um jogo que não me diz nada... Quero lá eu saber do Playoff do 5º lugar... Ainda assim, venci 2-1. Sem surpresa, a equipa europeia venceu. O Barcelona derrotou o Zamalek na final por 6-0, demasiado fácil.

O Bola de Ouro 2026 foi o médio Will Hughes, que está no Chelsea. Alexandre Vicente foi terceiro.

Aqui ficam os resultados da primeira parte da época e classificação final da Apertura
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Para a Clausura, garanti dois reforços, um médio e um jogador que muito gosto me dá em ter no plantel, Christopher Muñoz, de 28 anos, ele que foi determinante na minha conquista da Copa dos Libertadores, quando ainda tinha apenas 21 anos, e que até me tem como pessoal favorito, chega por empréstimo do Philadelphia. Espero muito deste reforço, até porque os meus avançados andam em crise de golos... Destaque também para uma boa mini pré-época, em que venci o Hamburgo por 3-1 e o Bayern por 5-1. Embora ambas as equipas poupassem alguns jogadores, jogaram com muitos jogadores de luxo, alguns titulares absolutos.

No primeiro jogo da Clausura, uma vitória avassaladora. 4-0 frente ao Atlante, num jogo em que os reforços se evidenciaram. Muñoz marcou 2 golos e o tal reforço para o meio campo marcou um e assistiu outro.

Semanas depois, veio o jogo para os quartos de final da LC CONCACAF, contra o New England, dos Estados Unidos, fora de casa. O jogo foi muito morto, e haver um domínio, foi dos meus adversários, mas algo muito ligeiro. Ainda assim, consegui um bom resultado, 0-1, sendo que o golo resultou da conversão de uma grande penalidade. Na segunda mão, com esta vantagem, tinha uma maior margem de manobra, por assim dizer. Porém, a minha equipa perdeu muitas bolas a meio campo e foi pouco eficaz na saída para o ataque, pelo que o jogo acabou sem golos da minha equipa. Felizmente, o máximo que os americanos conseguiram foi enviar uma bola ao poste, pelo que me apurei para as meias finais, tal como o Pumas que venceu 5-4 em Seattle a equipa local depois de ter perdido 1-0 no México, tal como o Toluca, e tal como o New York, que mesmo apesar de ter começado mal a época, com a minha liderança, tem vindo a melhorar, sendo a única equipa dos Estados Unidos em prova.

Na Liga, à 12ª jornada, estou com 24 pontos, derivados de 7 vitórias, 3 empates e duas derrotas. É um registo que podia ser melhor, mas que quase me permite garantir o playoff mais uma vez.

Na primeira mão da meia final, tudo correu mal na primeira parte. O meu lateral esquerdo lesionou-se e o Toluca marcou um golo em minha casa. Felizmente, na segunda parte, consegui dar a volta e vencer por 2-1. Ainda assim, apesar de ser menos mau que uma derrota em casa, este 2-1 é um resultado perigosíssimo... A verdade é que precisei de sofrer e muito para levar a eliminatória de vencida. A segunda mão acabou empatada a zeros, e não me posso queixar da sorte. Segue-se a minha ex-equipa, o New York, que derrotou nos penalties o Pumas. Com um pouco de sorte, ainda volto a vencer uma competição internacional à primeira. A verdade é que nunca perdi nas finais de competições continentais, portanto, a ver vamos se não é desta que morro na praia.

As coisas na liga complicaram-se um pouco com esta minha aposta na competição continental, tanto que acabei a Clausura apenas num mísero 6º lugar.
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A primeira mão da final não podia ter começado melhor. Um erro de um central que curiosamente eu tinha na lista de transferências permitiu ao Muñoz marcar logo aos 21 segundos da partida. A meio da primeira parte, Villegas abriu em Muñoz e este fez o seu segundo golo da noite. Tudo parecia excessivamente fácil para a minha equipa. Na segunda parte, a minha equipa abrandou o ritmo, e não conseguiu alargar a vantagem.

Entre as duas mãos da final, veio a primeira mão dos quartos de final da Clausura, num jogo em que despachei o Cruz Azul, em casa, por 3-0, facilitando a tarefa da segunda mão, que depois acabaria por perder 1-0.

Na segunda mão da final, após um início calmo, o New York marcou dois golos de rajada, em cima do intervalo. Um deles foi em fora de jogo claro e com falta não assinalada sobre o meu guarda-redes, mas o que se pode fazer?... Na segunda parte, decidi não arriscar e jogar ainda mais à defesa, pelo que o New York não conseguiu chegar à minha baliza durante muito tempo. Aos 84 minutos, eis um momento de muita alegria. Penalty para a minha equipa, e golo. Foi o suficiente para eu ser campeão.
Tenho de admitir que com os jogadores que tenho ao meu alcance, a parte difícil seria ultrapassar o Pumas e o Seattle. Afinal de contas, eu estava na equipa campeã em título com um plantel ainda mais forte e renovado. O Pumas eliminou o Seattle logo nos quartos de final, e foi eliminado pelo New York, e a minha tarefa foi facilitada. Fico muito contente por estar mais próximo de cumprir o desafio. Falta só aquela que eu considero que vai ser a competição mais difícil de conquistar.
Aqui fica a prova do mais recente feito.
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Continuei no México até ao final da época. Na meia final, calhou-me o Pumas, e o que eu teoria era o jogo mais complicado, revelou-se fácil. Venci 4-0 em casa e pude ir passear para a segunda mão. A verdade é que passeei demais no segundo jogo, tanto que acabei por perder 4-0... O desempate é feito pelo desempenho nas fases regulares, e o Pumas ganhou tanto a Apertura como a Clausura na fase regular... Dentro do país, não ganhei nada, enquanto treinador do América...
Por curiosidade, o Monterrey venceu a Clausura, ao vencer por 4-2 no agregado ao Pumas, que faz um bis de segundos lugares.

Aqui ficam os resultados da segunda parte da época:
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Em termos de prémios, Víctor Fernández (defesa esquerdo), Javier Collazo (defesa central) e Cristian Mendonza (médio centro) estão no 11 da época, ao passo que Erick Félix (avançado) fica no banco de suplentes. Fernández e Collazo ganharam ainda o prémio de melhores jogadores na sua posição.[/resultado]

Terminou assim uma época que me permitiu vencer a quarta competição alta internacional, mas uma época onde títulos não existiram internamente, o que não foi tão bom... Participar no Mundial de Clubes pelo América não é coisa que me interesse, pelo que me demiti, ficando novamente apenas no comando da selecção portuguesa, enquanto aguardo por novidades boas vindas da África do Sul.
Portugal
Os meus primeiros jogos pós América foram contra a Suécia e contra Israel, a contar para a fase de Qualificação para o Euro. No primeiro, uma empate a zeros num jogo sem história. O segundo, fez-me cair para o segundo lugar do grupo. Israel derrotou-me em casa por 2-1, com golo de Vicente, num jogo em que tudo correu mal e onde até um jogador meu falhou um penalty...

O sorteio da fase de apuramento para o Campeonato do Mundo de 2030 foi feito, e o grupo que me calhou não é nada simpático. Tenho adversário acessíveis, como Ilhas Feroé, Arménia ou Cazaquistão, e depois tenho dois adversários muito fortes, o caso da Bélgica e Ucrânia. A ver vamos se me apurarei ou se ainda estarei na selecção quando for a qualificação.

Seguiu-se o Euro 2028. Dos 30 pré-convocados, apenas 7 actuam em Portugal. 3 jogam no Porto, 3 no Sporting e 1 pertence ao Rio Ave. Algumas novidades, como um extremo de 19 anos do PSG, chamado Rodrigo Santos, que suspeito que foi compra minha, mas não me lembro. Nos 23, ficaram grande parte dos jogadores do "núcleo duro". Sim, eu sou um bocado como o Paulo Bento. Dos portugueses de Portugal, apenas ficaram os 3 do Sporting e um do Porto. Destaque para um "reforço" brasileiro, ponta de lança, chamado Paulão. É um dos sportinguistas e creio que pode até assumir a titularidade. De fora, ficou um avançado que foi quase sempre à selecção comigo, Pinga, do Real Madrid.

O primeiro jogo de preparação para o Euro foi contra a Eslováquia, e depois de um início brilhante, com um golo logo a abrir, acabei por fazer um jogo pobre. Promovi duas estreias, de Paulão e Rodrigo Santos, e o segundo fez inclusive um golo. Venci 2-1. No segundo jogo, contra as Ilhas Faroé, não houve problema, como é óbvio, e venci 7-1, com golos de Vasco (2x), Duarte (3x) e Jorge Silva (2x). O último jogo antes dos jogos a sério foi contra a Holanda. Foi um desafio mais difícil, e não consegui mais que o empate, com golo de Duarte.

No jogo de estreia, frente à selecção da casa, não vacilei. Fiz jogar as duas novidades, além de que pela primeira vez, fez jogar dois médios ofensivos, o Vicente e o Andrade. A selecção inglesa não teve argumentos para um Portugal tão forte. Paulão, estreante em jogos oficiais, fez o primeiro, a passe de Daniel Andrade. O próprio Daniel Andrade fez mais 3 golos na segunda parte. Estreia incrível contra os anfitriães. Seguiu-se a Bielorrússia. Entrei com duas alterações no 11 - Filipe Silva e José Lopes em vez de Rafa e Duarte. Foi mesmo o extremo que abriu o marcador. O jogo terminou 2-1, com golos de José Lopes e Paulão. O apuramento para a segunda fase ficou assim consumado. Seguiu-se o jogo contra a Bélgica, e voltei a fazer alinhar Rafa, além de que Jorge Silva teve uma oportunidade. Ao intervalo, perdia 2-1, com golo de Andrade. Na segunda parte, fiz entrar Paulão e Podstawski para o lugar de Jorge Silva e Andrade e acabei por chegar ao empate, através do central Luís Verdasca. Apesar de ter dominado a partida, esta acabou empatada a 2 bolas, apurando as duas equipas. A anfitriã Inglaterra acabou eliminada, no último lugar do grupo, depois de desperdiçar a oportunidade de vencer a Bielorússia.

Seguiu-se a Albânia. Alinhei com a equipa com que joguei contra a Inglaterra, com apenas uma mexida. Ledwaba estava suspenso e jogou Portela. Acabei por vencer por 2-0, com golos de Paulão e Andrade. Apenas uma nota negativa para a lesão de Rodrigo Santos, que apesar de estreante tinha sido totalista até agora. Não poderei contar com ele no resto do Euro. Veio depois a França nos quartos de final. O jogo já se esperava difícial, ainda para mais quando aos 10 minutos já tinha perdido o outro extremo direito do plantel, Pita, e ainda o meu melhor médio mais defensivo, Ricardo Pinto, ambos por lesão. Apesar disso, de canto, Verdasca marcou o seu segundo golo neste Europeu, que ao intervalo me deixava na frente. Na segunda parte, a França empatou e eu voltei a adiantar-me, por Paulão. Porém, um conhecido meu chamado Giraud empatou no fim, e terminou no prolongamento, no qual José Lopes. 3-2 e sigo para a final four. Segue-se a favorita Itália. Os problemas começaram no dia antes, quando perdi também Paulão por lesão... Parece que estava tudo contra mim... Entrei em campo com muitas novidades, desde logo no meio campo, em que Vasco e Pires alinharam no lugar de Pinto e Vicente (este último por precisar de repouso). Logicamente, passei o jogo à defesa, e em 3 contra-ataques, marquei 3 golos, por Duarte, Jorge Silva e José Lopes. Venci 3-1. A nota negativa vai para mais uma lesão de mais um extremo, José Lopes.

Final contra a Croácia. Apenas dois "não-regens" em campo, Rafa do meu lado e Halilovic do lado da Croácia. O titular a extremo no lugar do Lopes foi o Rafa. Foi de bola parada, num livre cobrado por Duarte, aos 26 minutos, que fiz o primeiro, por intermédio de Andrade. Ele, que sempre teve uma carreira relativamente fraca na selecção, desde que cheguei, foi decisivo nesta campanha no Euro. A Croácia chegou à igualdade por Halilovic, de livre directo, a abrir o segundo tempo. Até final, não houve mais mudanças no marcador, e veio o prolongamento. Aos 99, Andrade volta a fazer magia a passe de Duarte, que também ele foi mágico neste Euro, fazendo aqui a sua quinta assistência para golo, e 2-1 no marcador. Já com a Croácia em cima de mim, de contra-ataque, Vicente fez o seu primeiro golo na competição, estabelecendo o 3-1 final. Ele que jogou quase sempre como pivôt num esquema com duplo-pivôt, hoje passou para a frente quando tirei o Jorge Silva, e foi a tempo de fazer o gosto ao pé.

Foi uma sensação incrível. Foi o primeiro grande título de selecções quer para a selecção portuguesa quer para mim. A Bota de Ouro ficou com Andrade, que fez 7 golos, e Duarte foi o melhor assistente. Estes dois meninos foram 1º e 3º no prémio de melhor jogador. Na Dream Team, curiosamente, não aparece Duarte, pois o Bola de Prata é também ele extremo esquerdo. Aparecem 5 portugueses (Luís Silva, Rafa, Luís Verdasca, Daniel Andrade e Alexandre Vicente).
Focado numa possível conquista a nível mundial, optei por não deixar a selecção. Entretanto, o treinador do Sundowns, recente campeão sul-africano, reformou-se, pelo que me candidatei, com vista a conquistar a conquista continental que resta. Sem grande surpresa, fui aceite. A ver vamos como me safo nesta primeira experiência em terras africanas.

[resultado=Sundowns/Portugal]Chegado ao Sundowns, num ambiente novo, vi desde logo a minha equipa com o segundo melhor plantel da Liga, apesar de algo distante, em termos de qualidade, do Kaiser Chiefs. Comprar bem na África do Sul não é fácil, pois os sul-africanos são ambiciosos. Comprar bem no estrangeiro é mais fácil, muito fácil, eu diria, na Costa do Marfim e no Mali, por exemplo.

A táctica que eu escolhi utilizar é a táctica estranha dos 2 defesas, 3 médios defensivos, 3 médios e 3 avançados. Como disse, comprar na África do Sul é complicado, pelo que tive de investir em jogadores chave no estrangeiro. Aqui fica um resumo dos meus negócios, embora, logicamente, não se conheça ninguém.
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Na África do Sul, eles não têm Supertaça. Em vez disso, têm uma taça de 8 equipas, chamada a Taça top-8. Comecei mal, e fui eliminado logo na primeira ronda pela equipa que ficou em 8º lugar na época passada, perdi 2-0.

A estreia na Liga até correu bem. Contra o Santos, levei a melhor e venci por 3 bolas a zero, fora de casa.

Com a selecção, os primeiros jogos de apuramento foram os mais fáceis, onde defrontei e despachei as Ilhas Feroé, com 6-0 e a Arménia, que também derrotei. Nos jogos seguintes, venci por mais duas vezes por 4-0 e 6-0 contra a Bélgica e o Cazaquistão e perdi contra a Ucrânia, 2-1.

À sétima jornada, sou primeiro na Liga Sul-Africana. Tenho 16 pontos, derivados de 5 vitórias, um empate e uma derrota. O Kaiser Chiefs, no entanto, tem uma jornada em atraso, e apenas menos um ponto... Em Setembro de 2028, fui treinador do mês.

Seguiram-se jogos contra a Bélgica e contra o Cazaquistão, a contar para o apuramento para o Mundial 2030. Contrariamente ao que esperava, a Bélgica não ofereceu dificuldade. 4-0. Contra os cazaques, venci facilmente por 6-0.

Nas 7 jornadas que se seguiram, até à pausa de duas semanas, 6 vitórias seguidas, incluindo contra o Kaiser Chiefs, depois um empate, pelo que estou bem encaminhado. Tenho mais dois pontos que o Orlando Pirates à 14ª jornada.

A parte pior começou nessa altura. Após a pausa, acabou a primeira volta, com um empate frente ao Black Leopards. Mas, nos jogos seguintes, até à 28ª jornada, acabei por deitar por terra as asipirações que tinha ao título, com várias derrotas e empates. O Orlando Pirates soube aproveitar e nessa altura garantiu o título com 6 pontos de avanço.

Na Liga dos Campeões, que era o que me interessava e que é a competição para onde voltei todas as minhas forças (o que de certa forma me prejudicou...), fui avançando, com alguma sorte à mistura. A primeira vítima foi o Coton Sport, dos Camarões, por 2-0 e 1-2. Seguiu-se o Hafia, da Guiné, e também os enviei para casa, por 4-1 e 2-1. Seguiu-se um teste mais difícil, contra o TP Mazembe, do Congo, que derrotei por 3-2 e 2-1, com 3 golos de Traoré nos dois jogos, acabando ele por ser decisivo.

Na fase de grupos, fiquei no grupo do Petro Atlético de Angola, do Al-Merreikh do Sudão e do Al-Ahly do Egipto. À partida, não sei dizer se tenho boas hipóteses ou não. O Al-Ahly tem estatuto e será complicado, agora as outras equipas não sei se serão fortes ou não. Espero que não.

A Liga acabou pouco depois, não sem antes eu cair mais uma posição. Terminei no 3º posto, atrás também do Kaiser Chiefs, com os mesmos pontos, e à frente do AmaZulu que também fez 54 pontos.

Em breve, vai começar também a Copa das Confederações. Tenho obrigação de passar, pois o meu grupo é muito simples, com Colômbia, China e Nova Zelândia. Antes disso, um pequeno "treino oficial", contra as Ilhas Feroé, a conta para a 6ª jornada da qualificação para o CM, e facilmente, 6-0.

Segue-se a Taça das Confederações. No primeiro jogo, contra a Colômbia, alinhei com a equipa base, com duas mudanças. Rodrigo Santos rendeu Pita na direita, no ataque, e Renan, uma das surpresas da convocatória, joga na esquerda, pois o habitual titular, Duarte, não foi convocado, por causa de uma lesão. Venci 4-2, com uma grande exibição de Vicente, que fez dois golos e deu uma assistência. Os outros golos foram de Paulão e de Ricardo Pinto. Destaque também para Renan, que fez duas assistências. Seguiu-se o campeão asiático, a China. O que à partida seria simples, não o foi. Actuei com algumas mudanças, principalmente na defesa, e acabei por empatar 2-2, depois de ter estado em vantagem por 2-0. Golos de Paulão e Vicente. Contra a Nova Zelândia, no último jogo, fiz algumas poupanças, a pensar na segunda ronda. Venci facilmente. Com golos de Vasco (2x), Rodrigo Santos, Renan e Verdasca.

Nas meias finais, é a Costa do Marfim o adversário. Noutro campo, o Campeão do Mundo, a Sérvia, defronta a China. Entrei a perder, empatei com golo de Marc Künzi, central do Sporting, e voltei a sofrer... Quase no fim, Daniel Andrade salvou-me, ele que entrou na segunda parte. Na segunda parte, também meti Filipe Silva e puxei o Rafa para a frente. Foi o Rafa o autor de um golo maravilhoso, de primeira, de fora da área, após cruzamento de Pita, que também entrou para o lugar de Rodrigo Santos. Antes do final da primeira parte, ainda tempo para Jorge Gama cruzar para dentro da baliza. Até final, Vicente ainda fez mais um. 5-2 foi o resultado final.

Na final, uma baixa de peso, Rodrigo Santos, que se lesionou na meia final, não joga. No seu lugar jogou Pita. Defronto a Sérvia num jogo decisivo, como qualquer final. Pita é uma das novidades, outras são Daniel Andrade em vez de Vasco, Ledwaba em vez de Verdasca e Filipe Silva em vez de Rafa. Ao 20º minuto, Ricardo Pinto, a passe de Vicente, marcou o primiero golo do encontro. A vantagem durou apenas 8 minutos, pois a Sérvia chegou à igualdade... O resultado manteve-se até ao final dos 90 minutos, mesmo com as mexidas (Rafa e Jorge Silva para o lugar de Renan e Paulão). Aos 101, Ledwaba lesionou-se, e tive de fazer uma alteração forçada. Entrou Alexandre Alfaiate para fazer o último jogo da carreira, ele que é a par do Rafa o único não-regen nos 23. Acabei ainda a jogar com 10, com Jorge Gama a ver 2º amarelo aos 112... Aos 121, a Sérvia mandou a bola ao poste, e o jogo seguiu para penalties. Era um jogo de sorte e acabei por perder... 9-8, após 13 rondas... Falhou Rafa logo no primeiro penalty, falhou Jorge Silva, Alfaiate, o guarda-redes Luís Silva e Hernani Pita, este último, de forma decisiva... É pena... Este jogo foi ainda o final da carreira internacional de Rafa.

Vicente foi o melhor marcador e o melhor jogador e o Vasco o terceiro melhor jogador. O golo do Rafa que falei foi o segundo melhor da competição.

De regresso ao Sundowns, e sob pressão, pois o meu lugar está inseguro fruto da má primeira época, entrei da pior forma na fase de grupos da Liga dos Campeões Africanos, com uma derrota 3-2 contra o Petro Atlético. No jogo seguinte, nada de especial, e um empate frente ao Al-Ahly, 1-1, com o meu golo a surgir no minuto 90. Seguiu-se uma vitória por 4-1 contra o Al-Merreikh, nada surpreendente, pois trata-se da equipa bónus do grupo. Na quarta jornada, deslocação ao Egipto para perder 1-0... Na quinta jornada, uma vitória importante, 1-0, frente ao Petro Atlético. Na última jornada, 2-0 aos tipos do Sudão, e o apuramento ficou consumado. Segue-se o Zamalek, também do Egipto.
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Entretanto, na Liga, 4 vitórias e uma derrota, 12 pontos, à 5ª jornada.

Na primeira mão das meias finais, um grande resultado. Comecei a perder, com um golo aos 42, mas ainda antes do descanso, cheguei ao empate, e aos 85 dei a volta. 2-1, em casa, embora seja um resultado muito perigoso para se levar ao Egipto.

Os quatro jogos que restava do apuramento para o Campeonato do Mundo de Selecções, 4 vitórias. Em suma, em 10 jogos, num grupo relativamente difícil, apenas uma derrota, contra a Ucrânia. Nada de playoffs desta vez.

Veio depois o primeiro título oficial ao serviço do Sundowns, a Taça Top-8, a tal Supertaça com 8 equipas. Na final, derrotei o Cape Town, 1-0. Pelo caminho, deixei o Kaiser Chiefs na meia final e o Jomo Cosmos nos quartos de final.

Seguiu-se a segunda mão da meia final da Champions, contra o Zamalek. Comecei mal, e fui a perder para o intervalo, mas na segunda parte, e através de um cabeceamento de fora da área, empatei o jogo. Ao minuto 89, matei a eliminatória, e venci outra vez por 2-1. Venha a última final! Na outra meia final, o Al-Ahly derrotou, 2-2 por golos fora, o Kano Pillars da Nigéria.

Na Liga, à oitava jornada, estou no quarto posto, com 18 pontos, fruto de 6 vitórias e duas derrotas, a três pontos do primeiro classificado, com um jogo a menos que o segundo e o terceiro classificado. Na Taça da África do Sul, fui eliminado pelo Jomo Cosmos, logo na primeira eliminatória...

A primeira mão da última grande final que me falta ganhar foi no Egipto, onde há 2 meses havia perdido por 1-0. Desta vez, a história foi muito diferente, e quase garanti o título que me faltava, com um avassalador 4-1.
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Na segunda mão, fui passear, ou não, pois, já tive surpresas desagradáveis noutras ocasiões semelhantes, e portanto, não fui para a o jogo brincar. Ao intervalo, já eu vencia por 5-1. Até final, ainda marquei mais uma vez, mas sofri por 2. 6-3 foi o resultado final, 10-4 no total das duas mãos, e fica o Pentágono completo.
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[/resultado]

O Pentágono está completo. O save ainda não terminará, talvez. Quero ser Campeão do Mundo, Campeão Português com o Benfica e Campeão Romeno com o Otelul. O grande objectivo, esse está cumprido.

Actualizações para breve, ou não. Wish me luck.
Última edição por CFC em 10 Ago 2014, 23:34, editado 25 vezes no total.

Re: [FM 2013] O desafio do Pentágono - CFC

12 Jul 2013, 00:37 [#8]
gonalois Escreveu:Bons Resultados sem ser o Vaslui e o Steua :D
São equipas teoricamente mais fortes, logo, seria, por si só, difícil vencer as partidas. O resultado pior foi aquele empate, que foi contra o último classificado da liga.

Actualização de meia-época no 1º post.

Nova actualização no 1º post