Pois bem, aqui está o meu entretém novo, o desafio do Pentágono. Desejai-me sorte.
Activei todas as ligas do jogo, com o update de Inverno.
[resultado=Em que consiste o Pentágono?]

Depois de ter recebido propostas de 10 clubes - Charleroi (Bélgica), Otelul (Roménia), Santa Clara (Portugal), Afan Lido (País de Gales), Rangers (Hong-Kong), Cherno more (Bulgária), Kerkyra (Grécia), Air India (Índia), Mitra Kukar e Persela (Indonésia) - optei por aceitar a proposta do Otelul e rumei à Roménia.
Acabei então por ser despedido do Otelul Galati. Candidatei-me, mais uma vez, a todos os empregos disponíveis, e fui contactado apenas pelo Tuen Mun, recente campeão de Hong-Kong, cujo treinador deixou o clube rumo ao rival.
Porém, estar numa equipa onde não dê para ganhar títulos, onde não há dinheiro, onde vários jogadores querem sair, onde há titulares com idades muito elevadas (o John Moore tem nada mais nada menos que 47 anos) e onde nem sequer treinador adjunto eu pude ter para poupar em salários, não é propriamente a minha ambição. Assim sendo, optei por não renovar o contrato que assinei no início da época, apesar de ser essa a intenção da direcção e a vontade dos adeptos.
Saí pela porta grande e candidatei-me, mais uma vez, a todos os clubes possíveis. Apesar de ter ganho alguma reputação na Ásia, tive propostas de emprego pouco entusiasmantes... As equipas que me contactaram foram River Plate de Montevideo, do Uruguai, o Citizen, de Hong-Kong, e o Salgaocar, da Índia. Optei por ir para o River Plate de Montevideo, pois é claramente o clube mais forte.
Por curiosidade, o Otelul Galati, nesta época, foi campeão indiscutível, sendo um jogador que eu tinha listado para transferências o melhor marcador da equipa...
Apesar do River ser uma boa equipa, é uma equipa com a qual é impossível eu ganhar a Copa dos Libertadores. Assim sendo, não faz sentido eu ficar mais uma época. Sou ambicioso, e com a reputação que ganhei após vencer o campeonato uruguaio com a 5ª melhor equipa, candidatei-me a uma série de cargos.
Tive propostas de diversos clubes, e a escolha foi difícil. Em primeiro lugar, tive uma proposta de renovação, que eu prontamente recusei. Depois, tive proposta do Melbourne Victory (6ª na última edição da A-League), do Amiens (16º na Ligue 2 na época anterior), do Deportivo de Cali (na altura, 14º na Liga Colombiana), do Atvidaberg (na altura, 12º na Liga Sueca), do Gyeongnam (na altura, 13º na K-League), do Tuks (13º na última edição da Liga África do Sul), do Eskisehirspor (12º na Superliga Turca na época anterior), do Kalmar (actual 1º na Liga Sueca), do Leixões (7º na última Liga de Honra), do Slavia de Sofia (10º na última Liga Búlgara), do Blackburn Rovers (15º no Championship) e da Federação Argelina de Futebol para assumir a selecção sénior.
Embora a proposta do Blackburn e a da Argélia fossem as mais apelativas, acabei por ir para o Kalmar, pois como vai em primeiro já com o campeonato a um terço, talvez seja reputação "bónus". Por curiosidade, o treinador anterior saiu do cargo porque foi treinar o AIK.
O objectivo de ser campeão foi atingido, portanto, demiti-me do cargo de treinador. O Kalmar foi uma equipa fácil de treinar, pois a Liga Sueca é bastante equilibrada, e qualquer equipa com uma boa sequência de vitórias assume-se como favorita ao título, mas dá-me pouca visibilidade, e visibilidade eu só consigo num campeonato maior.
Nos entretantos, e ainda eu treinava o Kalmar, apareceu uma proposta da Federação Senegalesa de Futebol para eu orientar a selecção sénior, e eu aceitei.
Porém, as contas do grupo complicaram-se para mim, pois só o primeiro do grupo passa, e o Congo é cada vez mais líder... Atingir os objectivos pelo Senegal tornou-se portanto impossível, pelo que me demiti do cargo de seleccionador e decidi abraçar um novo projecto, desta vez em solo luso. O meu novo clube é o Beira-Mar, cujo objectivo creio ser não descer...
A minha decisão pode ser considerada precipitada, mas não me arrependo de a tomar. O próximo clube onde treinar terá que ter obrigatoriamente umas finanças seguras, esta é a condição que imponho. Não me importo que seja um clube mais fraco, tem é de dar para eu trabalhar bem.
Tive propostas de dois clubes gregos, o PAOK e o Xanthi, mas recusei-as. Optei por rumar à K-League, onde vou treinar o Pohang Steelers. Por tradição, os clubes coreanos são os melhores clubes asiáticos, portanto, vou para a liga certa em busca da Liga dos Campeões Asiáticos.
Assim, neste clima de tristeza, embora com a sensação de missão cumprida, acabou a minha campanha no Pohang. Com os objectivos a que me propus cumpridos, não restava nada para fazer na Ásia, pelo que optei por rescindir contrato com o Pohang Steelers. De destacar também a lealdade do meu treinador de juniores, Kim Chi-Gon, e de um dos meus preparadores, Woo Sung-Yong, que abandonaram o Pohang comigo, pelo que muito provavelmente acompanhar-me-ão no novo projecto.
Propus-me apenas a clubes com algum poder económico ou então equipas grandes a nível mundial. Propus-me ao Arsenal, ao Sevilha, ao Chivas Guadalajara e ao AS Monaco, mas nenhuma destas me quis. O 5º clube ao qual me candidatei foi o Fenerbahçe, que me aceitou. Demorei cerca de quatro meses para encontrar emprego.
Continua no segundo post...
Activei todas as ligas do jogo, com o update de Inverno.
[resultado=Em que consiste o Pentágono?]
[/resultado]
O objectivo d'O Pentágono é tão simples de explicar como difícil de alcançar: começando como desempregado com reputação de "futebolista amador", carregando quaisquer ligas à escolha (mas que terão de incluir ligas dos 5 continentes devido ao objectivo), vencer as cinco principais competições continentais de clubes do jogo. Isto é, o desafio fica completo quando no seu currículo o "treinador" conte com os seguintes troféus:
- Liga dos Campeões da CONCACAF (Norte-Americana)
- Liga dos Campeões Africanos
- Liga dos Campeões Asiáticos
- Liga dos Campeões Europeus
- Copa Libertadores
Este desafio está concebido para testar as qualidades de um jogador de FM a todos os níveis, já que terá de passar por todos os cantos do mundo, por todos os níveis competitivos e financeiros e de se adaptar constantemente ao meio em que se vê envolvido, só jogadores versáteis, tacticamente proficientes e com capacidade para se motivarem constantemente poderão chegar ao fim deste derradeiro desafio.
De resto, boa sorte a todos e bons jogos!

Depois de ter recebido propostas de 10 clubes - Charleroi (Bélgica), Otelul (Roménia), Santa Clara (Portugal), Afan Lido (País de Gales), Rangers (Hong-Kong), Cherno more (Bulgária), Kerkyra (Grécia), Air India (Índia), Mitra Kukar e Persela (Indonésia) - optei por aceitar a proposta do Otelul e rumei à Roménia.
Otelul Galati
O Otelul, aquando da minha chegada, era um clube muito subvalorizado pela imprensa romena, o que facilitou a minha tarefa inicial. O objectivo mínimo que a direcção me deu era uma posição a meio da tabela, pelo que eu me propus a alcançar um lugar nas competições europeias, ou seja, um lugar nos quatro primeiros da Liga.
Quando cheguei, já tinha alguns jogadores com alguma qualidade, tais como o central Costin, o médio Neagu e o extremo Iorga, que eram também os únicos que eu conhecia na equipa. Porém, havia uma série de zonas do terreno a precisar de reforços. Estando num clube subvalorizado, a tarefa revelou-se difícil, mas lá consegui trazer alguns meninos:
Todas as minhas vendas eram jogadores com pouca utilidade à equipa, portanto, foram boas vendas. Quanto às contratações, alguns são titulares indiscutíveis na equipa.
A campanha no Otelul Galati foi algo fraca. A minha táctica passou de espectacular e ganhadora para sinónimo de derrotas e exibições fracas. A minha equipa deixou de lutar pelo 3º lugar e passou, a determinada altura, a lutar por um lugar na metade superior da tabela. A certa altura, a direcção estava frustrada comigo, e todos os jogos eram testes à minha resistência no comando da equipa... Ainda assim, não considero que a época tenha sido totalmente má. Foi a minha primeira época, e fiquei na posição prevista pela imprensa no início da época. Também tive muitos problemas com lesões e afins. Pessoalmente, valeu o segundo lugar no prémio de Treinador do Mês, logo no primeiro mês que treinei.
Eis os resultados e a classificação que obtive:


Quando cheguei, já tinha alguns jogadores com alguma qualidade, tais como o central Costin, o médio Neagu e o extremo Iorga, que eram também os únicos que eu conhecia na equipa. Porém, havia uma série de zonas do terreno a precisar de reforços. Estando num clube subvalorizado, a tarefa revelou-se difícil, mas lá consegui trazer alguns meninos:
Spoiler

Spoiler

Eis os resultados e a classificação que obtive:
Spoiler



Spoiler

Tuen Mun
Eis então eu numa liga desconhecida, num país desconhecido e numa cultura futebolística desconhecida.
O Tuen Mun, apesar da vitória no campeonato passado, para a imprensa, é apenas a quarta melhor equipa da Liga. Assim, a expectativa mínima da direcção era um lugar na metade superior da tabela, ou seja, nos 6 primeiros. Depois da minha experiência no Otelul, decidi não me propor a objectivos mais ambiciosos, e ser mais humilde esta época.
Não conhecia nenhum jogador da minha equipa, logicamente. Estudei as fichas de cada um, e acabei por me decidir a vender alguns jogadores excedentários e outros, que não sendo excedentários, auferiam um salário muito alto. As regras da liga de Hong-Kong são bastante exigentes e apenas permitem a existência de 6 jogadores estrangeiros no plantel e apenas 4 podem estar em campo ao mesmo tempo... Assim sendo, as minhas contratações são quase todos jogadores honcongueses, ou jogadores com dupla nacionalidade sendo a segunda a de Hong-Kong. O único 100% estrangeiro é o Pablo Castiarena, lateral esquerdo argentino.
Eis então o meu plantel.
A época foi difícil. Um plantel por si só pequeno aliado a uma falta de qualidade tremenda do meu banco de suplentes dificultaram em muito a minha tarefa. O meu plantel já é algo experiente e acabei por ser assolado por bastantes lesões ao longo da época, nos meus jogadores principais, o que acabou por um grande obstáculo. Ainda assim, fiz uma temporada bastante boa.
Apesar de ser campeã em título, a minha equipa não era nada favorita à vitória, e a imprensa apontava mesmo um mero quarto lugar à partida para mim. Apesar de ter sido humilde nos objectivos a que me propus, o meu objectivo sempre foi o segundo lugar, tomando em conta que era impossível fazer frente ao South China, que tem claramente um plantel muito superior a todas as outras equipas (e que me eliminou de quatro taças internas, inclusive). Ora o objectivo foi cumprido, com uma vitória, fora de portas, sobre a minha grande ameaça, na altura, à segunda posição, o Citizen. Além disso, consegui uma boa campanha na Taça Asiática, que é a segunda competição continental da Ásia (ou seja, é uma espécie de Liga Europa para os asiáticos - a Liga dos Campeões Asiáticos não é acessível a todas as federações, só às mais cotadas), uma vez que atingi os quartos de final (a competição prolongava-se para a próxima época, pelo que não pude continuar a disputá-la).
O jogador que mais fez na minha equipa foi sem dúvida o Xie Silida, que possui a particularidade de poder jogar tanto a trinco como a ponta de lança. Na realidade, ele joga mesmo a trinco, segundo a Wikipédia, mas eu optei por o fazer jogar a ponta de lança, posição na qual ele rendeu bastantes golos e boas exibições.
Eis os resultados e a classificação que obtive:


O Tuen Mun, apesar da vitória no campeonato passado, para a imprensa, é apenas a quarta melhor equipa da Liga. Assim, a expectativa mínima da direcção era um lugar na metade superior da tabela, ou seja, nos 6 primeiros. Depois da minha experiência no Otelul, decidi não me propor a objectivos mais ambiciosos, e ser mais humilde esta época.
Não conhecia nenhum jogador da minha equipa, logicamente. Estudei as fichas de cada um, e acabei por me decidir a vender alguns jogadores excedentários e outros, que não sendo excedentários, auferiam um salário muito alto. As regras da liga de Hong-Kong são bastante exigentes e apenas permitem a existência de 6 jogadores estrangeiros no plantel e apenas 4 podem estar em campo ao mesmo tempo... Assim sendo, as minhas contratações são quase todos jogadores honcongueses, ou jogadores com dupla nacionalidade sendo a segunda a de Hong-Kong. O único 100% estrangeiro é o Pablo Castiarena, lateral esquerdo argentino.
Spoiler

Spoiler

Apesar de ser campeã em título, a minha equipa não era nada favorita à vitória, e a imprensa apontava mesmo um mero quarto lugar à partida para mim. Apesar de ter sido humilde nos objectivos a que me propus, o meu objectivo sempre foi o segundo lugar, tomando em conta que era impossível fazer frente ao South China, que tem claramente um plantel muito superior a todas as outras equipas (e que me eliminou de quatro taças internas, inclusive). Ora o objectivo foi cumprido, com uma vitória, fora de portas, sobre a minha grande ameaça, na altura, à segunda posição, o Citizen. Além disso, consegui uma boa campanha na Taça Asiática, que é a segunda competição continental da Ásia (ou seja, é uma espécie de Liga Europa para os asiáticos - a Liga dos Campeões Asiáticos não é acessível a todas as federações, só às mais cotadas), uma vez que atingi os quartos de final (a competição prolongava-se para a próxima época, pelo que não pude continuar a disputá-la).
O jogador que mais fez na minha equipa foi sem dúvida o Xie Silida, que possui a particularidade de poder jogar tanto a trinco como a ponta de lança. Na realidade, ele joga mesmo a trinco, segundo a Wikipédia, mas eu optei por o fazer jogar a ponta de lança, posição na qual ele rendeu bastantes golos e boas exibições.
Eis os resultados e a classificação que obtive:
Spoiler



Spoiler

Saí pela porta grande e candidatei-me, mais uma vez, a todos os clubes possíveis. Apesar de ter ganho alguma reputação na Ásia, tive propostas de emprego pouco entusiasmantes... As equipas que me contactaram foram River Plate de Montevideo, do Uruguai, o Citizen, de Hong-Kong, e o Salgaocar, da Índia. Optei por ir para o River Plate de Montevideo, pois é claramente o clube mais forte.
Por curiosidade, o Otelul Galati, nesta época, foi campeão indiscutível, sendo um jogador que eu tinha listado para transferências o melhor marcador da equipa...
River Plate de Montevideo
O River Plate é o 5º clube mais reputado do Uruguai. Porém, falhou as competições continentais, razão pela qual o antigo treinador foi despedido. Na Apertura, a minha direcção exigiu que eu lutasse pelo título, pois ganhá-lo é difícil. O objectivo é bastante ambicioso, mas não é impossível.
O maior problema que enfrentei foi o facto de metade da minha equipa estar de saída, incluído jogadores chave. Eu perdi 10 jogadores-chave a custo zero, pelo que tive de construir quase uma nova equipa do zero. Como podem ver, 6 dos meus titulares base e ainda 3 dos meus suplentes são jogadores que adquiri. Posso também dizer que da minha equipa toda, o único jogador que conheço é o Luís Aguiar, e é porque passou pelo futebol português...
A primeira meia-época correu bem. O plantel que eu construí, apesar de não ser o mais forte do campeonato, é consistente, o que equivale a dizer que fiz uma Apertura bastante regular, que culminou com uma vitória com 4 pontos de avanço sobre o Peñarol. Tive bastante sorte em não ter lesões que afastassem jogadores meia época, e tive sorte porque os maiores clubes foram perdendo bastantes pontos ao longo da Apertura. Fica registado o meu primeiro título, embora não seja um título "completo".
Para a segunda metade da época e para tentar atacar a Clausura, reforcei-me com 5 jogadores, 4 deles uruguaios: Francisco Silva (Médio Centro - Universidade Católica (Chile) - 24 000€), Mathías Riquero (Médio Centro - Ponte Preta (Brasil) - 20 000€), Gerardo Rojas (Médio Ofensivo (embora venha jogar a extremo) - Brisbane Roar (Austrália) - 24 000€), Sergio Agüero (Médio Ofensivo (embora venha jogar a Ponta de Lança, como o Agüero famoso) - All Boys (Argentina) - Empréstimo) e Mathías Mohozzo (Extremo - Jagodina (Sérvia) - 90 000€). Vendi também 3 jogadores excedentários, encaixando mais de 1.2 milhões de euros.
Assim, o plantel base para a segunda parte da época é:
A cláusura também correu bem, mas infelizmente, não a venci. Na última jornada, uma derrota frente ao Bella Vista acabou com as minhas esperanças numa vitória também na Clausura. Assim sendo, o título será decidido frente ao Defensor Sporting, num jogo a duas mãos.
O Playoff para se decidir o campeão correu bem. Uma derrota escassa fora e uma vitória em casa deram-me o primeiro título em 3 épocas

O maior problema que enfrentei foi o facto de metade da minha equipa estar de saída, incluído jogadores chave. Eu perdi 10 jogadores-chave a custo zero, pelo que tive de construir quase uma nova equipa do zero. Como podem ver, 6 dos meus titulares base e ainda 3 dos meus suplentes são jogadores que adquiri. Posso também dizer que da minha equipa toda, o único jogador que conheço é o Luís Aguiar, e é porque passou pelo futebol português...
Spoiler

Spoiler

Spoiler

Spoiler

Assim, o plantel base para a segunda parte da época é:
Spoiler

Spoiler

Spoiler

Spoiler

Tive propostas de diversos clubes, e a escolha foi difícil. Em primeiro lugar, tive uma proposta de renovação, que eu prontamente recusei. Depois, tive proposta do Melbourne Victory (6ª na última edição da A-League), do Amiens (16º na Ligue 2 na época anterior), do Deportivo de Cali (na altura, 14º na Liga Colombiana), do Atvidaberg (na altura, 12º na Liga Sueca), do Gyeongnam (na altura, 13º na K-League), do Tuks (13º na última edição da Liga África do Sul), do Eskisehirspor (12º na Superliga Turca na época anterior), do Kalmar (actual 1º na Liga Sueca), do Leixões (7º na última Liga de Honra), do Slavia de Sofia (10º na última Liga Búlgara), do Blackburn Rovers (15º no Championship) e da Federação Argelina de Futebol para assumir a selecção sénior.
Embora a proposta do Blackburn e a da Argélia fossem as mais apelativas, acabei por ir para o Kalmar, pois como vai em primeiro já com o campeonato a um terço, talvez seja reputação "bónus". Por curiosidade, o treinador anterior saiu do cargo porque foi treinar o AIK.
Kalmar FF
O Kalmar é um desafio diferente de todos os outros. Em primeiro lugar, estou pela primeira vez num campeonato de Inverno, e isso, parecendo que não, influencia a minha maneira de gerir a equipa, em diversos aspectos. Em segundo lugar, entrei no clube a meio da época.
Como disse, escolhi o Kalmar pois queria ganhar alguma reputação sem grande esforço. O clube estava em primeiro, e tudo parecia promissor. Cheguei ao clube, e logo no primeiro dia, tenho um jogo, primeiro contra o último. Estava confiante. Afinal de contas tinha a equipa que liderava nas mãos e um jogo contra o último. Guess what, o jogo foi horrível. Empatei a 3 bolas, e só consegui o empate num golo cheio de sorte aos 90+1, de Tomas Kona. O clube estava realmente em primeiro, mas apenas com um ponto de vantagem sobre o Malmö. Cheguei a treinador, e no primeiro dia desço para o segundo posto...
Na semana a seguir, tenho um jogo contra o Gefle. Depois de um empate desgostoso contra o GIF Sundsvall, tudo o que eu queria era ganhar ao Gefle e continuar próximo do Malmö. O Gefle era penúltimo e eu estava mais uma vez superconfiante. A minha equipa atacou o jogo todo, e nem um golo... Aziei por completo... Mais dois pontos perdidos para o Malmö que ficava assim com 3 de vantagem. Pensei mesmo que o campeonato estava perdido e que o que parecia uma vitória fácil, estava comprometido. Empates contra os dois últimos eram inadmissíveis...
Entretanto, a equipa melhorou imenso, e consegui depois uma sequência de 6 vitórias seguidas. O Malmö, felizmente, entrou numa fase negativa, e teve uma fase em que esteve 6 jogos sem vencer, aumentando a minha vantagem pontual para 10 pontos, a certa altura.
Optei por manter a estratégia táctica do antigo treinador, fazendo apenas pequenos ajustes nas funções dos jogadores. A equipa estava em primeiro, portanto, não havia nada que me fizesse crer que a estratégia não funcionaria comigo. Assim, e pela primeira vez desde que jogo FM, tive uma equipa minha a jogar em 4-1-4-1.
Na Suécia, pode-se contratar jogadores livres a qualquer altura, pois não há período de inscrição de jogadores, e, no mês de Julho, que é quando muitos acabam os seus contratos, adquiri vários jogadores aproveitando este facto. Desses novos jogadores, destaco 2: Lucas Olaza, um jogador que eu treinei no Uruguai e que jogava pouco comigo, daí que se tenha recusado a renovar com o River, e Tomas Podstawski, português e conhecido pelos portugueses, que terminou contrato com o Porto. Chegado Agosto, contratei mais alguns jogadores, e fiquei com plantel suficientemente bom para atacar o título, apesar dos objectivos propostos passarem apenas pela qualificação para a Liga Europa.
Aqui estão as transferências todas e também a minha táctica base. Pelas datas, descobrem quais foram da minha autoria.
Sem surpresa, acabei por ser campeão a 4 jornadas do fim, sem grande dificuldade. Fui inclusive campeão de sofá. A direcção ficou satisfeitíssima e os adeptos radiantes. Os últimos resultados foram mais negativos muito devido à rotatividade que impus no fim da temporada. O primeiro jogo que orientei foi o empate a 3 frente ao GIF Sundsvall.
Nesta meia época, consegui ainda os primeiros troféus individuais da carreira, depois de ter sido nomeado treinador do mês por duas vezes, em Julho e Setembro.
Como disse, escolhi o Kalmar pois queria ganhar alguma reputação sem grande esforço. O clube estava em primeiro, e tudo parecia promissor. Cheguei ao clube, e logo no primeiro dia, tenho um jogo, primeiro contra o último. Estava confiante. Afinal de contas tinha a equipa que liderava nas mãos e um jogo contra o último. Guess what, o jogo foi horrível. Empatei a 3 bolas, e só consegui o empate num golo cheio de sorte aos 90+1, de Tomas Kona. O clube estava realmente em primeiro, mas apenas com um ponto de vantagem sobre o Malmö. Cheguei a treinador, e no primeiro dia desço para o segundo posto...
Na semana a seguir, tenho um jogo contra o Gefle. Depois de um empate desgostoso contra o GIF Sundsvall, tudo o que eu queria era ganhar ao Gefle e continuar próximo do Malmö. O Gefle era penúltimo e eu estava mais uma vez superconfiante. A minha equipa atacou o jogo todo, e nem um golo... Aziei por completo... Mais dois pontos perdidos para o Malmö que ficava assim com 3 de vantagem. Pensei mesmo que o campeonato estava perdido e que o que parecia uma vitória fácil, estava comprometido. Empates contra os dois últimos eram inadmissíveis...
Entretanto, a equipa melhorou imenso, e consegui depois uma sequência de 6 vitórias seguidas. O Malmö, felizmente, entrou numa fase negativa, e teve uma fase em que esteve 6 jogos sem vencer, aumentando a minha vantagem pontual para 10 pontos, a certa altura.
Optei por manter a estratégia táctica do antigo treinador, fazendo apenas pequenos ajustes nas funções dos jogadores. A equipa estava em primeiro, portanto, não havia nada que me fizesse crer que a estratégia não funcionaria comigo. Assim, e pela primeira vez desde que jogo FM, tive uma equipa minha a jogar em 4-1-4-1.
Na Suécia, pode-se contratar jogadores livres a qualquer altura, pois não há período de inscrição de jogadores, e, no mês de Julho, que é quando muitos acabam os seus contratos, adquiri vários jogadores aproveitando este facto. Desses novos jogadores, destaco 2: Lucas Olaza, um jogador que eu treinei no Uruguai e que jogava pouco comigo, daí que se tenha recusado a renovar com o River, e Tomas Podstawski, português e conhecido pelos portugueses, que terminou contrato com o Porto. Chegado Agosto, contratei mais alguns jogadores, e fiquei com plantel suficientemente bom para atacar o título, apesar dos objectivos propostos passarem apenas pela qualificação para a Liga Europa.
Aqui estão as transferências todas e também a minha táctica base. Pelas datas, descobrem quais foram da minha autoria.
Spoiler

Spoiler

Spoiler

Spoiler

O objectivo de ser campeão foi atingido, portanto, demiti-me do cargo de treinador. O Kalmar foi uma equipa fácil de treinar, pois a Liga Sueca é bastante equilibrada, e qualquer equipa com uma boa sequência de vitórias assume-se como favorita ao título, mas dá-me pouca visibilidade, e visibilidade eu só consigo num campeonato maior.
Nos entretantos, e ainda eu treinava o Kalmar, apareceu uma proposta da Federação Senegalesa de Futebol para eu orientar a selecção sénior, e eu aceitei.
Senegal
A selecção do Senegal encontrava-se, à minha chegada, a disputar a qualificação para a CAN. Na fase de grupos, num grupo com Burkina Faso, Congo e Sudão do Sul, ocupava a última posição, sem pontos, com uma derrota num jogo frente ao Congo.
Porém, o Senegal é uma selecção fortíssima entre as selecções africanas, pelo que estabeleci a meta de vencer todos os 5 jogos faltavam.
A minha primeira convocatória pode ser considerada algo revolucionária. Claro que convoquei os melhores, como o Papsis Cissé, ou o Demba Ba, mas deixei de fora alguns nomes importantes, e convoquei jogadores mais inexperientes, como o "meu" M'Bengue (que foi convocado porque realmente mereceu, pois fez grandes jogos comigo) e até jogadores desconhecidos, que nem sequer estava na lista da selecção, como um tal de Bindia, por exemplo.
Infelizmente, as coisas não me correram bem no primeiro jogo, e acabei por perder em casa 2-1 contra o Burkina Faso, num jogo onde estive sempre por cima. Fiquei super desiludido... Para o jogo seguinte, contra o Sudão do Sul, procurei não mudar muito a equipa, de forma a criar rotinas, e acabei por convocar sensivelmente os mesmos jogadores, salvo poucas excepções
Este jogo contra o Sudão do Sul foi bastante fácil. O adversário era acessível e acabei por vencer, fora de casa, por 3 bolas a uma.
Porém, o Senegal é uma selecção fortíssima entre as selecções africanas, pelo que estabeleci a meta de vencer todos os 5 jogos faltavam.
A minha primeira convocatória pode ser considerada algo revolucionária. Claro que convoquei os melhores, como o Papsis Cissé, ou o Demba Ba, mas deixei de fora alguns nomes importantes, e convoquei jogadores mais inexperientes, como o "meu" M'Bengue (que foi convocado porque realmente mereceu, pois fez grandes jogos comigo) e até jogadores desconhecidos, que nem sequer estava na lista da selecção, como um tal de Bindia, por exemplo.
Infelizmente, as coisas não me correram bem no primeiro jogo, e acabei por perder em casa 2-1 contra o Burkina Faso, num jogo onde estive sempre por cima. Fiquei super desiludido... Para o jogo seguinte, contra o Sudão do Sul, procurei não mudar muito a equipa, de forma a criar rotinas, e acabei por convocar sensivelmente os mesmos jogadores, salvo poucas excepções
Este jogo contra o Sudão do Sul foi bastante fácil. O adversário era acessível e acabei por vencer, fora de casa, por 3 bolas a uma.
Beira-Mar
Entrei no Beira-Mar em Fevereiro, ou seja, fora da época de transferências e o clube estava posicionado na 14º posição. É claro que eu não faço milagres... A equipa tinha apenas um guarda-redes no plantel, o Moreira, e estava lesionado até quase ao fim da temporada (estava na jornada 22). Tive de jogar com um júnior na baliza e também com o Nuno Lopes, que estava já transferido a custo zero para o Belenenses... No fim, acabei por ficar em 12º, depois de ter perdido uma disputa mais objectiva com o Belenenses pelo 11º lugar.
Na temporada seguinte, propus-me a terminar a meio da tabela. Contratei bastantes jogadores, alguns com nome, como o Emídio Rafael, o Yartey ou o Andre-Pierre-Gignac, que apesar de estar numa fase decadente da carreira, ainda dá umas perninhas, outros mais desconhecidos, como um tal de N'Doumbou, ex-Marselha. Em vendas angariei dinheiro com alguns jogadores excedentários, como o Tiago Cintra, e com um jogador importante mas que ganhava muitos milhares, o Dinda.
A equipa-base que à partida iria lutar pelos objectivos era a seguinte:
O primeiro grande balde de água fria ocorreu à terceira jornada, quando o Mitchell Duarte se lesionou por 9 meses, falhando, portanto, o resto da temporada...
Porém, o desafio no Beira-Mar tem-se revelado bastante entusiasmante. A equipa, com uma táctica algo básica, joga à bola, e tem conseguido grandes resultados. Atingi a 5ª eliminatória da Taça de Portugal, onde perdi com o Porto por um escasso 1-0 no Dragão, fui eliminado na Taça da Liga na última jornada após derrota 2-0 com o Sporting em Alvalade, num grupo com Braga e Moreirense, e na Liga, à primeira volta e após algumas jornadas, estava num fantástico 5º lugar.
No mês de Dezembro, fui terceiro treinador do mês, o que não sendo propriamente um feito extraordinário, num clube como o Beira-Mar, é bastante bom.
Em Janeiro, reforcei-me apenas com 2 jogadores. Um tal de Bocivenga, dispensado do Parma depois de uma época em grande nível na Ligue 1, pelo Sedan, que vinha para assumir a titularidade na lateral direita da defesa e Will Keane, ponta de lança formado e dispensado no Manchester United.
Entretanto, tive propostas vindas do Alavés (Liga Adelante), do Sevastopol (1ª Divisão da Ucrânia) e do En Avant de Guingamp (Ligue 2) para ser treinador da equipa principal, propostas essas que eu recusei prontamente, pois pretendo propostas mais ambiciosas, e não vou deixar uma campanha excelente com o Beira-Mar para ir para clubes teoricamente mais fracos. Recebi também uma proposta mais apelativa do Slovan de Bratislava, um dos dois clubes grandes da Eslováquia que estava apenas em 8º lugar na Liga, mas acabei por recusar também.
A segunda volta foi mais do mesmo. Provei que a campanha positiva da primeira volta não foi apenas sorte, e acabei por consolidar a minha posição nos lugares cimeiros da tabela, que dão acesso às competições europeias. Consegui inclusive vitórias épicas contra o Porto em casa e contra o Braga fora e um empate contra o Sporting em casa, num jogo onde só sofri nos descontos, resultados bastante positivos para jogos nos quais à partida eu previa perder.
Em Março e em Abril fui mesmo treinador do mês, com 75% de vitórias em ambos os meses, feito excelente num clube como o Beira-Mar.
Acabei a época numa disputa acesa com o Porto pelo 4º lugar. À jornada 29, eu tinha 57 pontos e o Porto 56. Na última jornada, eu recebia o Benfica, que precisava da vitória para ser campeão, e, portanto, eu estava com dificuldade acrescida. Para mim, apenas a vitória interessava, pois só assim o 4º seria possível. O jogo acabou por terminar com uma vitória expressiva do Benfica por 3 bolas a zero, com um hat-trick do Cardozo, que tornou o Benfica no campeão nacional. Apesar de perder o jogo contra o Benfica e o 4º lugar para o Porto, fiz história, pois foi o melhor resultado no campeonato do Beira-Mar desde a sua fundação.
Foi uma época memorável, para a qual contrbuiu imenso Mohamed Camara, terceiro melhor marcador do campeonato com 17 golos e o Bura, terceiro melhor jogador da competição.
Eis os resultados e a classificação:

Por fim, apesar de não ter ganho, posso ficar satisfeito por ter ficado em segundo no prémio de treinador do ano, apesar de eu considerar que merecia ter vencido... Entretanto, o Beira-Mar foi, sem surpresa, considerado o clube com maior evolução de entre os clubes da Liga principal, uma vez que estava previsto um 12º lugar e que acabei na quinta posição.
Recebi também uma proposta do Grasshopers, mas optei por não a aceitar, pois na próxima época vou estar nas competições europeias, e isso talvez traga visibilidade se eu contratar os jogadores certos.
Os resultados obtidos nesta época permitiram-me sonhar alto, e foi isso mesmo que fiz. Para a próxima época, estabeleci como objectivos pessoais igualar o 5º lugar da temporada anterior, atingir as meias finais da Taça da Liga ou da Taça de Portugal e atingir a fase de grupos da Liga Europa. Para isso, reforcei vários sectores da equipa. Deixei sair dois médios centro, um extremo e um defesa esquerdo, amealhando no total 100 mil euros, e contratei alguns jogadores importantes a custo zero, sendo que destaco o Caetano e o empréstimo de Nayef Minae, guarda-redes titular na época passada, também por empréstimo. Como podem ver, a equipa base não muda muito em relação à temporada anterior.
A pré-época foi decepcionante. No total de 6 encontros, apenas consegui vencer dois, um contra o Boavista e outro contra uma equipa amadora. Porém, eu não me preocupei muito, pois ainda estava na pré-época.
O primeiro jogo oficial da temporada foi a contar para a fase de qualificação da Liga Europa, contra o Koper da Eslovénia. Não correu nada bem. A falta de eficácia da minha equipa e um erro defensivo fizeram com que eu fosse à Eslovénia pressionado, após um empate a uma bola em casa. Na Eslovénia, venci por duas bolas a uma, pelo que pude continuar nas competições europeias.
O sorteio para o playoff não podia ter sido mais agreste... A equipa que me calhou foi o Anzhi Makhachkala. Na primeira mão, a minha equipa fez uma exibição de sonho, assegurando um resultado importante para a segunda mão. Vencemos por três bolas a uma. Na segunda mão, sofri. Aguentei a primeira parte toda sem sofrer qualquer golo. No início da segunda parte, logo no reatamento, o Willian fez o primeiro golo da partida. Mais perto do fim, Bressan fez o 2-0 e punha o Anzhi em vantagem face à regra dos golos fora de casa... Minutos depois, eis o momento que mais me fez gritar de alegria desde que jogo FM. E não, não estou a exagerar, nem pode ser isto sequer considerado um acto geek. Depois de um corte de carrinho do Bura, Emídio Rafael recolhe a bola e faz um passe de 50 metros para a frente, interceptado pelo central do Anzhi. Porém, Will Keane, por sua vez, intercepta o passe de cabeça com rumo ao guarda-redes dos russos e marca o 2-1, em cima do minuto 90, qualificando a minha equipa para a fase de grupos da Liga Europa.
O sorteio da fase de grupos da Liga Europa colocou-me num grupo difícil, algo expectável. Creio que cada ponto conquistado será uma vitória para mim... Pela frente, vou ter o Tottenham, o Partizan e o Steaua de Bucareste, equipas claramente muito superiores...
Entretanto, na Liga, as primeiras três jornadas faziam prometer. Três vitórias em três jogos colocavam a minha equipa na vice-liderança, partilhada com o Porto, e faziam querer que esta época iria ser melhor que a anterior. Não podia eu estar mais enganado. A essas três vitórias seguiram-se três derrotas, e eu já começo a acreditar que esta época vai ser um fracasso, pois ainda não defrontei qualquer clube grande... De entre essas derrotas, está um humilhante 3-0 frente ao Rio Ave, em Aveiro...
A terceira derrota, um 3-2 frente ao Moreirense em Moreira de Cónegos, fica também marcada por uma suspensão à minha pessoa, a primeira na minha carreira.
Funny thing é que o adjunto fez com que a equipa voltasse às vitórias, com uma reviravolta bastante interessante de verificar. Outra curiosidade é que o primeiro golo do Estoril foi de um jogador que eu dispensei.
O que eu não esperava mesmo, é de dar o projecto Beira-Mar por terminado tão cedo. Pois é. Eu rescindi com o Beira-Mar, não pelos resultados, mas devido à arrogância do presidente. No tempo em que estive no clube, aumentei imenso as suas receitas. Devido ao meu controlo orçamental, consegui retirar o clube de uma grave crise e fazer com que apresentasse inclusive lucros. Porém, no início da época, o presidente conseguiu fazer com que o orçamento de salários fosse ainda menor que na época anterior. Ora eu, como se deve calcular, gastei o orçamento todo... Porém, as más exibições dos meus extremos fizeram com que eu precisasse de ir ao mercado. Como não tinha orçamento para salários suficiente, pedi à direcção mais fundos, algo que me foi recusado... Face a isto, demiti-me, pois percebi que não tinha meios para atingir os meus objectivos...
Deixei o clube na oitava posição, com 12 pontos em 8 jogos, fruto de 4 vitórias. Na Liga Europa, 3 derrotas em 3 jogos... Para esquecer esta meia época, portanto.

Spoiler

A equipa-base que à partida iria lutar pelos objectivos era a seguinte:
Spoiler

Porém, o desafio no Beira-Mar tem-se revelado bastante entusiasmante. A equipa, com uma táctica algo básica, joga à bola, e tem conseguido grandes resultados. Atingi a 5ª eliminatória da Taça de Portugal, onde perdi com o Porto por um escasso 1-0 no Dragão, fui eliminado na Taça da Liga na última jornada após derrota 2-0 com o Sporting em Alvalade, num grupo com Braga e Moreirense, e na Liga, à primeira volta e após algumas jornadas, estava num fantástico 5º lugar.
Spoiler

Em Janeiro, reforcei-me apenas com 2 jogadores. Um tal de Bocivenga, dispensado do Parma depois de uma época em grande nível na Ligue 1, pelo Sedan, que vinha para assumir a titularidade na lateral direita da defesa e Will Keane, ponta de lança formado e dispensado no Manchester United.
Spoiler

A segunda volta foi mais do mesmo. Provei que a campanha positiva da primeira volta não foi apenas sorte, e acabei por consolidar a minha posição nos lugares cimeiros da tabela, que dão acesso às competições europeias. Consegui inclusive vitórias épicas contra o Porto em casa e contra o Braga fora e um empate contra o Sporting em casa, num jogo onde só sofri nos descontos, resultados bastante positivos para jogos nos quais à partida eu previa perder.
Em Março e em Abril fui mesmo treinador do mês, com 75% de vitórias em ambos os meses, feito excelente num clube como o Beira-Mar.
Acabei a época numa disputa acesa com o Porto pelo 4º lugar. À jornada 29, eu tinha 57 pontos e o Porto 56. Na última jornada, eu recebia o Benfica, que precisava da vitória para ser campeão, e, portanto, eu estava com dificuldade acrescida. Para mim, apenas a vitória interessava, pois só assim o 4º seria possível. O jogo acabou por terminar com uma vitória expressiva do Benfica por 3 bolas a zero, com um hat-trick do Cardozo, que tornou o Benfica no campeão nacional. Apesar de perder o jogo contra o Benfica e o 4º lugar para o Porto, fiz história, pois foi o melhor resultado no campeonato do Beira-Mar desde a sua fundação.
Foi uma época memorável, para a qual contrbuiu imenso Mohamed Camara, terceiro melhor marcador do campeonato com 17 golos e o Bura, terceiro melhor jogador da competição.
Eis os resultados e a classificação:
Spoiler



Spoiler

Recebi também uma proposta do Grasshopers, mas optei por não a aceitar, pois na próxima época vou estar nas competições europeias, e isso talvez traga visibilidade se eu contratar os jogadores certos.
Os resultados obtidos nesta época permitiram-me sonhar alto, e foi isso mesmo que fiz. Para a próxima época, estabeleci como objectivos pessoais igualar o 5º lugar da temporada anterior, atingir as meias finais da Taça da Liga ou da Taça de Portugal e atingir a fase de grupos da Liga Europa. Para isso, reforcei vários sectores da equipa. Deixei sair dois médios centro, um extremo e um defesa esquerdo, amealhando no total 100 mil euros, e contratei alguns jogadores importantes a custo zero, sendo que destaco o Caetano e o empréstimo de Nayef Minae, guarda-redes titular na época passada, também por empréstimo. Como podem ver, a equipa base não muda muito em relação à temporada anterior.
Spoiler

O primeiro jogo oficial da temporada foi a contar para a fase de qualificação da Liga Europa, contra o Koper da Eslovénia. Não correu nada bem. A falta de eficácia da minha equipa e um erro defensivo fizeram com que eu fosse à Eslovénia pressionado, após um empate a uma bola em casa. Na Eslovénia, venci por duas bolas a uma, pelo que pude continuar nas competições europeias.
O sorteio para o playoff não podia ter sido mais agreste... A equipa que me calhou foi o Anzhi Makhachkala. Na primeira mão, a minha equipa fez uma exibição de sonho, assegurando um resultado importante para a segunda mão. Vencemos por três bolas a uma. Na segunda mão, sofri. Aguentei a primeira parte toda sem sofrer qualquer golo. No início da segunda parte, logo no reatamento, o Willian fez o primeiro golo da partida. Mais perto do fim, Bressan fez o 2-0 e punha o Anzhi em vantagem face à regra dos golos fora de casa... Minutos depois, eis o momento que mais me fez gritar de alegria desde que jogo FM. E não, não estou a exagerar, nem pode ser isto sequer considerado um acto geek. Depois de um corte de carrinho do Bura, Emídio Rafael recolhe a bola e faz um passe de 50 metros para a frente, interceptado pelo central do Anzhi. Porém, Will Keane, por sua vez, intercepta o passe de cabeça com rumo ao guarda-redes dos russos e marca o 2-1, em cima do minuto 90, qualificando a minha equipa para a fase de grupos da Liga Europa.
Spoiler

Entretanto, na Liga, as primeiras três jornadas faziam prometer. Três vitórias em três jogos colocavam a minha equipa na vice-liderança, partilhada com o Porto, e faziam querer que esta época iria ser melhor que a anterior. Não podia eu estar mais enganado. A essas três vitórias seguiram-se três derrotas, e eu já começo a acreditar que esta época vai ser um fracasso, pois ainda não defrontei qualquer clube grande... De entre essas derrotas, está um humilhante 3-0 frente ao Rio Ave, em Aveiro...
A terceira derrota, um 3-2 frente ao Moreirense em Moreira de Cónegos, fica também marcada por uma suspensão à minha pessoa, a primeira na minha carreira.
Spoiler

Spoiler

Deixei o clube na oitava posição, com 12 pontos em 8 jogos, fruto de 4 vitórias. Na Liga Europa, 3 derrotas em 3 jogos... Para esquecer esta meia época, portanto.
Spoiler


Tive propostas de dois clubes gregos, o PAOK e o Xanthi, mas recusei-as. Optei por rumar à K-League, onde vou treinar o Pohang Steelers. Por tradição, os clubes coreanos são os melhores clubes asiáticos, portanto, vou para a liga certa em busca da Liga dos Campeões Asiáticos.
Pohang Steelers
O Pohang Steelers, apesar de ter terminado na oitava posição na última temporada, é um clube super ambicioso. Assim, não me fiz rogado, e propus-me mesmo a lutar pelo título coreano à direcção.
A primeira coisa que eu pedi à direcção foi que me arranjasse um clube mãe. Um bom clube mãe, estrangeiro, pode ajudar-me imenso a crescer. A equipa que aceitou associar-se à minha foi o Galatasaray. Com esta parceria, vou ter maior força na Turquia ao mesmo tempo que recebo alguns milhares anualmente.
A K-League, apesar de bastante reputada a nível continental, peca por não ter muita qualidade em termos de jogadores. Além disso, as regras das inscrições apenas permitem que sejam 4 estrageiros, 3 extra-asiáticos no máximo. Isto complica imenso as minhas escolhas e possíveis contratações. Porém, o facto de ter 8 milhões para gastar é excelente. Acho que finalmente tenho condições para ser bem sucedido numa campanha internacional.
Com muito dinheiro para gastar, equiparei o Pohang às melhores equipas do país e do continente em termos de plantel. Apesar de ter alguma reputação, o Pohang não se conseguiria impor com um plantel de 14 jogadores, muitos deles sem qualidade. Gastei quase 3 milhões de euros num total de 19 jogadores, a maior parte com bastante experiência. A média de idades do plantel que construí é a maior da K-League - 29 anos. Como devem calcular, não conheço quase nenhum destes jogadores. Os únicos jogadores que já conheia nesta lista enorme eram o Avenatti, ponta de lança titular no meu River Plate campeão, e o Park Jin-Po.
Admito também que procurei alguma ajuda na internet para encontrar uma táctica boa para surpreender os meus adversários. A táctica que mais sucesso teve na pré-época é capaz de ser a táctica mais estranha com que alguma vez joguei. Este foi o 11 que entrou inicialmente em campo contra o Suwom City. Reforço que dois jogadores que seria titulares de caras no meu plantel estão ao serviço das suas selecções.
O jogo terminou com uma avassaladora vitória minha de cinco bolas a uma. O melhor em campo foi Felipe Avenatti, que marcou dois golos. Os restantes foram marcados um por cada um dos outros pontas de lança titulares e um pelo guarda-redes adversário. Este resultado é um bom presságio para a época que aí vem, presságio esse que espero que se confirme.
Após esta vitória fantástica, nunca mais parei. Ao fim de 14 jornadas (tive um jogo adiado), tenho um registo impressionante de 12 vitórias e dois empates. Alguns destes resultados são mesmo memoráveis, tendo em conta a dificuldade do jogo em si.
Aqui ficam os resultados desta primeira parte da época:
Sobre a segunda volta, não há muito a contar. Vitórias atrás de vitórias, apenas com pequenos deslizes pelo caminho. Em comparação com a primeira volta, segunda volta não correu tão bem. Ainda assim, correu de forma magnífica. Na primeira, já juntando o jogo adiado, apenas cedi 4 pontos em 2 empates. Na segunda volta, perdi a oportunidade de acabar a fase regular invicto, ao perder 4-2 frente ao Seongnam, num jogo em que até estava a ganhar 2-1 ao intervalo. Antes, já tinha cedido dois pontos num empate frente ao Daejeon e na pnúltima jornada cedi um empate ao Jeonbuck, o que perfaz sete pontos perdidos. Aliado a isto, o facto da minha equipa ter sofrido o dobro dos golos na segunda volta comparativamente à primeira, faz com que esta segunda volta perca algum brilhantismo...
Aqui ficam os resultados desta segunda volta:
De realçar o facto de que consegui fazer com que um jogador fosse ao mundial, o que ao mesmo tempo é motivo de orgulho e tristeza, pois estive um mês poder jogar com ele. O jogador em causa é o ponta de lança Park Jun-Tae e representou a selecção coreana.
No mercado de Julho, assegurei a contratação de dois jogadores. Um é ponta de lança, é iraniano, e já é namoro antigo. Só não foi contratado no início da época pois estava gravemente lesionado e a direcção opunha-se. Foi contratado pois apesar de ser relativamente novo (21 anos), tem 16 de finalização e 19 de cabeceamento, ou seja, é um matador nato. Foi realmente uma grande contratação, que já me valeu 11 golos em apenas 8 jogos, 7 a titular, incluindo um Poker e um hat-trick, isto entre Julho e Agosto. O outro, é um diamante em bruto que eu já tinha começado a lapidar enquanto treinador do Kalmar. Na altura, não o tinha em definitivo na Suécia, pelo que ele voltou ao Gana, e passadas épocas ainda estava no clube que o formou. Apesar de ser extremo por natureza, vou jogar com ele a ponta de lança, pois os seus atributos físicos assim o permitem, além de que até tem uma ficha jeitosa para jogar na frente.
Enquanto isso, estou nas meias finais da Taça da Coreia, e com perspectivas animadoras de vitória! O meu adversário é o 10º classificado da Liga à altura do sorteio.
Seguem-se agora mais 14 jogos até ao fim da Liga. Na Coreia, no fim dos 30 jogos, subdivide-se a liga ao meio. Os 8 primeiros jogam entre si a duas voltas e 8 últimos a mesma coisa. A pontuação inicial para esta "segunda ronda" é a pontuação com que se terminou a fase regular, chamemos-lhe assim. Parto com alguns pontos importantes de vantagem, e espero não deitar tudo a perder nesta fase. Para esta ronda, parto com uns sensacionais 16 pontos de vantagem para o Seongnam, o outro favorito, a par do Suwon.
Por curiosidade, o Beira-Mar ficou num mísero 10º lugar, na mão do Pedro Emanuel, e perdeu alguns dos melhores jogadores a custo zero ou a troco de tostões, possivelmente devido a exigências do presidente...
A segunda ronda começou de forma espectacular e eu diria até inesperada para mim. O adversário era o Seoul, campeão em título e venci por expressivos 7-0
Porém, seguiram-se dois deslizes frente aos dois adversários mais directos, que me fizeram até temer uma crise de resultados. Exagero o meu. Seguiu-se uma série vitoriosa que só terminou semanas mais tarde, com uma humilhante derrota em casa, precisamente contra o Seoul, por 5 bolas a duas. O resultado deve-se, em parte, à ausencia do meu guarda-redes titular, devido a compromissos internacionais, seguida de uma lesão logo ao minuto 11 do suplente, e também a uma expulsão ao minuto 25 do meu defesa direito... Se eu tivesse vencido este jogo, teria sido campeão, a 7 jornadas do fim. Assim, tive de aguardar até ao último dia de Outubro de 2018 para me sagrar campeão, em casa do 2º classificado, o Seongnam, o que, apesar de não haver propriamente uma rivalidade entre as duas equipas, é como se fosse vencer em casa do rival, pois trata-se da equipa mais reputada de todo o continente asiático e que está em segundo lugar na Liga.
Este campeonato não foi o primeiro título que eu conquistei na Coreia do Sul. Semanas antes, já eu tinha derrotado por 3 bolas a zero Ulsan, na final da Taça da Coreia. Nesta taça, alguém da vitória colectiva, a minha equipa conquistou todos prémios individuais possíveis da competição. Ko Mu-Yeol foi o melhor marcador, com 5 golos em 3 jogos, a mesma marca obtida pelo Rasoul Sharifi, que foi considerado o MVP da Taça, seguido, curiosamente, pelo Ko Mu-Yeol. Eu, por meu turno, conquistei o troféu de melhor treinador da Taça.
Espaço ainda para um record batido a três jornadas do fim, o record de pontos. O anterior record era de 102 pontos, estabelecido pelo Suwom, e eu atingi os 103 à jornada 41. Bati também o record de golos marcados, ao marcar 129 no campeonato.
Ficam aqui os resultados desta segunda fase da K-League e também a classificação final. Como podem ver, a distância pontual entre a minha equipa e o segundo classificado é enorme. São 22 os pontos que separam ambas as equipas. Destaque para o facto de eu ter o melhor ataque e a melhor defesa da K-League. O ataque é realmente um aspecto a destacar, com uma média excelente de 2.93 golos por jogo. A defesa, apesar de se tratar da melhor da liga, fica muito aquém das minhas expectativas... A média de 1 golo por jogo é algo considerável, na minha opinião.
Em termos de prémios individuais, a minha equipa conquistou alguns. Felipe Avenatti foi considerado o jogador do ano para os adeptos (nem sei como o jogador do ano para a federação foi um do Busan...), o Kim Myong-Gil foi o guarda-redes do ano e eu fui o treinador do ano. O mesmo Kim Myong-Gil faz companhia ao Felipe Avenatti e também ao lateral esquerdo Kim Chi-Woo na equipa do ano. Em pódios, destaque para o segundo lugar de Avenatti no prémio de melhor marcador e de melhor golo (e que golo!!! - http://www.youtube.com/watch?v=aaGWaj71 ... r_embedded ). Entretanto, também o meu trinco Shin Hyung-Min recebeu um prémio e voltará à selecção nacional, devido a uma grande pressão da imprensa para a sua inclusão, pois já há meia época que a imprensa critica o selecionador por o deixar de fora, fazendo ele tão boas exibições.
Na época que se avizinha, vou manter-me no Pohang. Para a próxima época, o grande objectivo é voltar a triunfar na Liga. Um dos grandes erros que cometi no Beira-Mar foi apostar nas competições europeias sem ter grandes esperanças. Aqui, não vou cometer o mesmo erro. A primeira época na Liga dos Campeões Asiáticos vai ser à experiência. Não vou estabelecer objectivos demasiado complicados. Ainda assim, vou tentar fazer boa figura, daí que tenha escolhido como local de estágio um local fora na Ásia. O estágio realizar-se-à na Califórnia, onde espero que a equipa se debata bem contra equipas americanas, com maior qualidade. Para a próxima época, à partida, vou ter três baixas, três jogadores jovens que vão cumprir o serviço militar obrigatório, durante dois anos, e que vão jogar no Sangju, por empréstimo (é obrigatório). Recebi também uma má novidade. O meu presidente milionário vai deixar de financiar o clube, portanto, vou ter de ser mais comedido nos gastos.
No mercado de transferências, fui bastante agressivo, e ao sétimo dia de Janeiro, já tinha o plantel quase composto, faltando apenas assegurar um defesa central decente. Um dos meus centrais titulares, Cho Sung-Hwan, decidiu não renovar contrato e ficar sem clube e o outro reformou-se. Já tinha adquirido o Wilkinson, e faltava um. Estas foram as únicas baixas ditas de peso na minha formação da época finda. Porém, em termos de contratações, e apesar de ter menos dinheiro disponível, não me fiz rogado e trouxe alguns reforços sonantes. A minha estratégia de mercado consistiu em não ligar a nomes nem a clubes, e tentar trazer os melhores jogadores coreanos da liga (e de fora, se o negócio for bom, como foi o caso uno de Park Sang-Jin) para o meu clube e numa lista de 10 nomes, apenas falhei duas contratações, dois centrais que não estavam interessados em juntar-se a mim, pelo que me tive de virar para um 11º nome, o Jung In-Whan, que é agora o terceiro jogador com mais minutos na minha equipa. Aliado a isto, regressou do serviço militar um jogador que é titular agora na minha ala esquerda. Aqui ficam os meus negócios:
Na pré-temporada, antes do estágio na Califórnia, fiz uma digressão ao Japão, para defrontar 4 equipas locais. Perdi três jogos e conquistei o empate num. Segui para os Estados Unidos e em 5 jogos, apenas venci um. Todos os outros foram empates. Ainda assim, o que outros poderão considerar uma má pré-época, devido aos fracos resultados e à falta de vitórias, eu considero uma boa pré-época, pois defrontei equipas muito superiores. Porém, sou franco, estes resultados não me ofereciam grandes garantias para fazer face às exigências da competição continental, onde fui colocado no mesmo grupo que o Adelaide United da Austrália, que o Sendai Lumiere do Japão e que Shortan Guzor do Uzbequistão, grupo no qual, em teoria, sou apenas o 3º favorito.
A época iniciou-se precisamente com a minha estreia na Liga dos Campeões Asiáticos. Viajei até Adelaide, para impor o meu jogo frente ao tetracampeão australiano, contra todas as probabilidades, pois o meu adversário já tinha outro ritmo competitivo, pois já estava a meio do campeonato. Uma entrada com o pé direito na LCA. Seguiu-se uma onda vitoriosa, com vitórias nos 5 jogos para a liga que se seguiram e contra o Shortan para a LCA. O meu primeiro deslize ocorreu à 6ª jornada, após um desaire inesperado em casa do Jeonbuck, num jogo decidido por um golo ao décimo quinto minuto. No jogo seguinte, contra o Sendai Lumiere, no Japão, um empate com sabor a vitória, pois estive a perder por duas bolas até ao minuto 78 e acabei por marcar dois bolos em 5 minutos, estabelecendo o 2-2 final.
Desde esse empate, foi sempre a somar, uma vez que veio uma série de vitórias enorme. No grupo G da Liga dos Campeões, à 4ª jornada, já estava passado, e acabei por acabar mesmo por terminar a fase de grupos sem derrotas, com 16 pontos conquistados, em 18 possíveis.
Pelo meio, tive uma proposta para ir treinar para a Ucrânia. O Dnipro fez-me proposta, mas eu rejeitei prontamente.
Na Liga dos Campeões, segue-se mais uma equipa australiana, o Melbourne Heart. A equipa sediada em Melbourne conta com vários jogadores estrangeiros com algum nome, entre os quais, o belga Tom de Sutter. Desses jogadores, destaco ainda o trinco Ignacio Ratti, titular no meu River Plate. Foi uma completa surpresa quando vi um nome conhecido no 11 titular adversário. O trabalho difícil foi feito em casa, uma vez que venci por 3-1 (podia ter 3-0, se não fosse uma distracção nos segundos finais do encontro...). Fora de casa, bastou-me segurar o resultado. Ainda estive por baixo na eliminatória, precisamente no minuto 49, quando o Melbourne Heart fez o 2-0, mas no minuto a seguir, a minha equipa recolocou-se na frente da eliminatória, ao marcar por intermédio de Felipe Avenatti, estabelecendo o 2-1 que se manteria até ao fim da partida. Esta derrota veio pôr um ponto final numa série que já ia em 13 jogos em que a minha equipa marcou pelo menos mais um golo que a equipa adversária.
Aqui ficam os resultados da primeira parte da época
Destaque ainda para a evolução do Godwin Badu. Tenho impressão que se eu o tivesse treinado continuamente desde que o deixei, na Suécia, até agora, ele teria ficado o melhor do Mundo. Ainda assim, está aqui um jogador que já seria jogador para o Real Madrid ou para o Barcelona ou para qualquer outro clube de topo. Ficam aqui os atributos e a comparação com um jogador conhecido e que 65 vezes mais valioso que ele.

A segunda parte da época correu quase tão bom como a primeira. Na primeira, perdi três pontos, após uma derrota em casa do Jeonbuck. Na segunda, perdi quatro pontos, num empate em casa do Chunnam, equipa que é tem sido a grande surpresa da Liga, e que se encontra no 5º lugar, quando segundo as previsões deveria estar apenas no 12º lugar, e num empate frente ao Seongnam, curiosamente, empates nas jornadas 29 e 30.
Não há muito a dizer sobre esta volta. A série vitoriosa antecedente a este resultado era já de 16 vitórias, em todas as competições. O meu destaque vai para esta reviravolta magnífica frente ao Sangju, a tal equipa dos jovens militares. Tratava-se de um jogo a contar para a FA Cup Coreana, quartos de final, e como é lógico, a derrota punha-me fora da competição. A minha equipa foi dominada na 1ª parte, esteve por cima toda a segunda parte, mas teve muitas dificuldades em frente da baliza. Em desespero, lancei no encontro o Alonso, que em poucos minutos, e já depois dos 90, faz o empate, neste golo super confuso - http://www.youtube.com/watch?v=8JrHxSjrHdQ . O mesmo Alonso acabaria por marcar o golo da vitória no fim da primeira parte do prolongamento.
Ficam aqui os resultados da 2ª volta e também a classificação da parte "regular" do campeonato:
Sou sincero, já me começo a fartar do Pohang. Modéstia à parte, construí um plantel tão bom e pus a equipa a jogar de forma tão boa, que não há ninguém que me faça frente a nível interno e ainda estou para ver se a nível externo haverá. O próximo jogo internacional da minha equipa será para os quartos de final da Liga dos Campeões Asiáticos, contra uma equipa iraniana chamada Malavan.
A maior dificuldade que enfrente de momento é manter os meus dois iranianos contentes. Ambos anseiam por sair para um clube maior. São casos diferentes. O primeiro, o médio Hajysafi, tem 29 anos, e face a uma boa proposta, eu deixava-o sair, pois encontraria já tinha um substituto referenciado. A proposta apareceu da China, do Guangzhou, mas a transferência acabou por não se concretizar face a entraves por parte da justiça chinesa. Entretanto, o substituto, um tal Correa de nacionalidade argentina e com apenas 24 anos, acabou por assinar pelo Hertha de Berlim, pelo que acabei por ficar com o Hajysafi. Já o avançado Sharifi não teve autorização minha para negociar com clubes estrangeiros, vieram propostas do Al-Ain dos Emiratos Árabes Unidos, do Al-Ittihad da Arábia Saudita e também do Sporting de Braga, propostas essa rejeitadas instantaneamente, pois por um lado dificultavam a minha tarefa de treinador, uma vez que se trata de um jogador bastante bom em atributos, e por outro lado não eram propostas suficientemente lucrativa em termos económicos.
A "segunda fase" começou bem e conquistei também uma vitória na FA Cup, mais uma, após uma vitória fácil por 2-0 na final frente ao Incheon. Em termos de prémios individuais desta competição, não consegui o triplete da época anterior. O único prémio que a minha equipa recebeu foi direccionado a mim, que fiquei com o prémio de melhor treinador.
Nos entretantos, eliminei o Malavan da Liga dos Campeões e seguia-se um confronto frente a uma das duas equipas que eu mais temia encontrar, o Al-Ain. O Al-Ain é uma equipa baseada nos Emirados Árabes Unidos com um plantel fantástico. Ao pormenor, não consigo comparar com a minha equipa, mas sei que um ex-jogador meu, que era titular na minha equipa, não jogou em nenhuma das mãos. A primeira mão, em casa, correu mal. Tentei fazer de tudo para a minha equipa jogar bem, mas fui dominado, e consegui um empate quase milagroso nos últimos minutos, depois de uma substituição que tem tanto de arriscada como de engenhosa. Optei por tirar o Avenatti e colocar em campo o Alonso. O Avenatti era considerado pelo treinador adversário a minha figura, pelo que foi alvo de marcação durante todo o jogo, daí a substituição. O Alonso acabou por ser decisivo. Com 1-1 na primeira mão, seguia-se o jogo no Médio Oriente. Comecei bem, com um golo do Badu logo aos 6 minutos, mas depressa a minha equipa baixou de rendimento, e só não fui para os balneários em desvantagem pois o Avenatti fez o gosto ao pé mesmo em cima do intervalo. Com 2-2 no marcador, o Al-Ain partiu para cima de mim, pois precisava urgentemente de marcar. Marquei o 3-2, que surgiu num contra-ataque depois da bola ter ido à barra da baliza da minha equipa, e no 4-2, nos descontos, o Avenatti correu 2 terços do campo completamente sozinho, depois de um pontapé de canto. Este resultado, além de mostrar o caminho da final, dava a possibilidade de pintar um dos vértices do meu pentágono, pelo que fiquei extasiado.
Pelo meio, uma proposta do Dinamo de Moscovo, rejeitada na hora. No jogo a seguir, a 8 jornadas do fim, eis que chega mais um título, o da Liga. Bati o Seoul fora por 5-2 e conquisto o bi-campeonato, sem grande dificuldade, o que me permitia concentrar todas as minhas energias na Liga dos Campeões. Tanto é, que no jogo anterior à final, o único titular habitual que começou, frente ao Chunnam, foi o guarda-redes.
O jogo a seguir era contra o todo-poderoso chinês Guangzhou. É a segunda vez que enfrento esta equipa enquanto treinador do Pohang. Na primeira, perdi 2-1, num amigável da pré-época de 2018 (a minha primeira na Coreia). Por curiosidade, antes deste jogo, o Pohang já tinha conquistado por três vezes a LCA. Para a grande final, tinha 4 baixas importantes por lesão, o lateral esquerdo Park Sang-Jin (que felizmente não foi o titular durante muitos jogos), o ponta de lança Park Jun-Tae (que apesar de ter sido muito utilizado ao longo da época, tem alternativas), o trinco Shin Hyung-Min (que é sem dúvida o meu melhor trinco e ao mesmo tempo o meu melhor central) e o médio centro Ehsan Hajysafi (titularíssimo). Infelizmente, tinha a condicionante de não ter alguns jogadores nas melhores condições físicas, devido à sobrecarga de jogos. Enquanto na Coreia ainda faltam algumas jornadas para acabar a Liga, na China, a liga já acabou, faltando apenas a final da Taça. O jogo começou quase com um golo do Sharifi. Ele tinha sido associado em Julho ao Guangzhou e fez questão de mostrar o que vale, ao finalizar com um excelente pontapé. Até final do jogo, houve mais 2 golos para cada equipa, pelo que ganhei 3-2. Apesar de ter tido apenas 41% de posse de bola, fui bastante mais rematador, e isso fez a diferença.
Aqui ficam as estatísticas e um vídeo com os destaques da partida - http://www.youtube.com/watch?v=UtMKh72AlE8
Até final da época, apenas jogos para cumprir calendário. Como a minha foi ainda mais dominante que na época passada, acabei por bater os records de pontos e de golos marcados que tinha estabelecido na temporada anterior, ambos a três jornadas do fim. Acabei depois a temporada com uns fantásticos 120 pontos em 132 possíveis, e com um ataque excelente (138 golos - média 3.14/jogo). A defesa poderia ter sido melhor, ainda assim. Apesar dos 41 golos encaixados serem menos que os 44 sofridos na época anterior, creio que poderia ter sido um registo bem melhor. Entretanto, recebi outra proposta de trabalho da Rússia, com 116 Milhões de Euros para gastar. Admito que pedi para adiar a resposta, pois era apelativa, mas acabei por recusar. O clube em causa era o Anzhi.
Aqui ficam os resultados da "segunda fase" e a classificação final da K-League de 2019
Em termos de prémios na liga, a minha equipa conquistou uma série deles. O Rasoul Sharifi foi considerado o Jogador do Ano pelo adeptos, ele que teve uma classificação média record de 8.17 . Já para a federação, o jogador do ano foi um ponta de lança do Jeonbuck, tendo o Godwin Badu ficado em segundo, ele que também foi segundo assistente do ano. O Sharifi foi também o melhor marcador do ano, ao apontar um total de 41 golos em apenas 35 presenças. O meu guarda-redes, por sua vez, não conseguiu repetir o feito da temporada anterior, e apenas ficou em segundo no prémio de melhor guarda-redes. Eu fui nomeado de novo treinador do ano. Na equipa do ano, 4 jogadores do Pohang - Shin Hyung-Min (central, apesar de ser trinco), Park Jin-Po (lateral direito), Lee Sung-Hwan (lateral esquerdo) e Rasoul Sharifi (avançado). Por fim, o Sharifi conquistou ainda o terceiro posto no prémio de golo do ano, com este golo: http://www.youtube.com/watch?v=jHqwImU4nMg .
Destaque também para a nomeação do Rasoul Sharifi para melhor jogador asiático do ano. O iraniano da minha equipa foi nomeado ao lado do coreano Lee Chung-Yong do Bolton e do Kagawa, que representa o Arsenal.
Segue-se a última competição onde participarei enquanto treinador do Pohang Steelers, o Campeonato do Mundo de Clubes. Participarão na competição, além do meu Pohang, o Auckland City da Nova Zelândia, o Bayern de Muniche da Alemanha, o Flamengo do Brasil, o ES Tunis da Tunísia, o Philadelphia dos Estados Unidos da América, e o Nagoya Stolz do Japão (organizador). Sabendo à partida que não tinha grandes possibilidades de vencer, não me propus a qualquer objectivo ambicioso. Para esta competição, apenas duas baixas de relevo, o trinco Shin Hyung-Min e o médio centro Ehsan Hajysafi, ambos jogadores fantásticos...
O primeiro jogo foi contra o Nagoya. Fiquei contente com o sorteio, pois é uma equipa asiática que tem tido pouco sucesso, logo, à partida, eu seria favorito à vitória. Para facilitar a minha tarefa, os japoneses estavam super debilitados em termos de condição física. Venci facilmente por seis bolas a zero, com golos de Sharifi (3x), Avenatti, Lee Myung-Joo e Park Jin-Po.
O jogo seguinte era muito mais complicado, e punha a minha equipa frente ao Flamengo. O jogo começou mal para o meu lado, com uma lesão precoce do médio Lee Myung-Joo. Minutos depois, Badu, numa jogada individual, deixou 3 brasileiros para trás e marcou o 1-0, que se manteve até ao intervalo. Infelizmente, a minha equipa cedeu à pressão de ser outsider e acabou por sofrer o empate, na sequência de um pontapé de canto. Já tudo apontava para o desempate por grandes penalidades (não há prolongamento), quando um jogador do Flamengo caí na área, na minha opinião, sem falta. Infelizmente, o árbitro não entendeu assim, e tomou a decisão certa, segundo a imprensa. O Flamengo aproveitou e completou a reviravolta no marcador, que me deixou bastante triste...
Sem surpresa, o Philadelphia perdeu contra o gigante mundial da Baviera, e tornou-se no último adversário do Pohang era-Cláudio Costa. Sem conhecer o meu adversário, não quis fazer palpites, mas estava esperançado na obtenção da medalha de bronze na competição. A equipa de Freddy Adu e companhia entrou melhor no jogo, mas ao intervalo, estava tudo como começou. A abrir a segunda parte, um passe milimétrico de Jung Hoon foi tudo quanto bastou para, de cabeça, o Badu fazer uma maravilha e chapelar o guarda-redes, fazendo o primeiro do jogo. A vantagem durou apenas 3 minutos, e um tal de Salgado, acabou por empatar a partida. 10 minutos depois, o Badu quase fazia uma repetição do golo contra o Flamengo, mas a bola passou ao lado da baliza... O jogo acabou empatado, e foi para penalties. Ao 5º penalty, o famoso Adu manda ao lado, mas no penalty seguinte, Jung Hoon permite a defesa do guarda-redes dos americanos. Na morte súbita, logo na primeira ronda, o Philadelphia concretiza e a minha equipa não, e acabo por perder 4-3 nos penalties... Dois jogos perdidos num pormenor, embora em circunstâncias diferentes, é triste.
A primeira coisa que eu pedi à direcção foi que me arranjasse um clube mãe. Um bom clube mãe, estrangeiro, pode ajudar-me imenso a crescer. A equipa que aceitou associar-se à minha foi o Galatasaray. Com esta parceria, vou ter maior força na Turquia ao mesmo tempo que recebo alguns milhares anualmente.
A K-League, apesar de bastante reputada a nível continental, peca por não ter muita qualidade em termos de jogadores. Além disso, as regras das inscrições apenas permitem que sejam 4 estrageiros, 3 extra-asiáticos no máximo. Isto complica imenso as minhas escolhas e possíveis contratações. Porém, o facto de ter 8 milhões para gastar é excelente. Acho que finalmente tenho condições para ser bem sucedido numa campanha internacional.
Com muito dinheiro para gastar, equiparei o Pohang às melhores equipas do país e do continente em termos de plantel. Apesar de ter alguma reputação, o Pohang não se conseguiria impor com um plantel de 14 jogadores, muitos deles sem qualidade. Gastei quase 3 milhões de euros num total de 19 jogadores, a maior parte com bastante experiência. A média de idades do plantel que construí é a maior da K-League - 29 anos. Como devem calcular, não conheço quase nenhum destes jogadores. Os únicos jogadores que já conheia nesta lista enorme eram o Avenatti, ponta de lança titular no meu River Plate campeão, e o Park Jin-Po.
Spoiler

Spoiler

Após esta vitória fantástica, nunca mais parei. Ao fim de 14 jornadas (tive um jogo adiado), tenho um registo impressionante de 12 vitórias e dois empates. Alguns destes resultados são mesmo memoráveis, tendo em conta a dificuldade do jogo em si.
Aqui ficam os resultados desta primeira parte da época:
Spoiler

Aqui ficam os resultados desta segunda volta:
Spoiler

No mercado de Julho, assegurei a contratação de dois jogadores. Um é ponta de lança, é iraniano, e já é namoro antigo. Só não foi contratado no início da época pois estava gravemente lesionado e a direcção opunha-se. Foi contratado pois apesar de ser relativamente novo (21 anos), tem 16 de finalização e 19 de cabeceamento, ou seja, é um matador nato. Foi realmente uma grande contratação, que já me valeu 11 golos em apenas 8 jogos, 7 a titular, incluindo um Poker e um hat-trick, isto entre Julho e Agosto. O outro, é um diamante em bruto que eu já tinha começado a lapidar enquanto treinador do Kalmar. Na altura, não o tinha em definitivo na Suécia, pelo que ele voltou ao Gana, e passadas épocas ainda estava no clube que o formou. Apesar de ser extremo por natureza, vou jogar com ele a ponta de lança, pois os seus atributos físicos assim o permitem, além de que até tem uma ficha jeitosa para jogar na frente.
Spoiler

Seguem-se agora mais 14 jogos até ao fim da Liga. Na Coreia, no fim dos 30 jogos, subdivide-se a liga ao meio. Os 8 primeiros jogam entre si a duas voltas e 8 últimos a mesma coisa. A pontuação inicial para esta "segunda ronda" é a pontuação com que se terminou a fase regular, chamemos-lhe assim. Parto com alguns pontos importantes de vantagem, e espero não deitar tudo a perder nesta fase. Para esta ronda, parto com uns sensacionais 16 pontos de vantagem para o Seongnam, o outro favorito, a par do Suwon.
Por curiosidade, o Beira-Mar ficou num mísero 10º lugar, na mão do Pedro Emanuel, e perdeu alguns dos melhores jogadores a custo zero ou a troco de tostões, possivelmente devido a exigências do presidente...
A segunda ronda começou de forma espectacular e eu diria até inesperada para mim. O adversário era o Seoul, campeão em título e venci por expressivos 7-0
Porém, seguiram-se dois deslizes frente aos dois adversários mais directos, que me fizeram até temer uma crise de resultados. Exagero o meu. Seguiu-se uma série vitoriosa que só terminou semanas mais tarde, com uma humilhante derrota em casa, precisamente contra o Seoul, por 5 bolas a duas. O resultado deve-se, em parte, à ausencia do meu guarda-redes titular, devido a compromissos internacionais, seguida de uma lesão logo ao minuto 11 do suplente, e também a uma expulsão ao minuto 25 do meu defesa direito... Se eu tivesse vencido este jogo, teria sido campeão, a 7 jornadas do fim. Assim, tive de aguardar até ao último dia de Outubro de 2018 para me sagrar campeão, em casa do 2º classificado, o Seongnam, o que, apesar de não haver propriamente uma rivalidade entre as duas equipas, é como se fosse vencer em casa do rival, pois trata-se da equipa mais reputada de todo o continente asiático e que está em segundo lugar na Liga.
Este campeonato não foi o primeiro título que eu conquistei na Coreia do Sul. Semanas antes, já eu tinha derrotado por 3 bolas a zero Ulsan, na final da Taça da Coreia. Nesta taça, alguém da vitória colectiva, a minha equipa conquistou todos prémios individuais possíveis da competição. Ko Mu-Yeol foi o melhor marcador, com 5 golos em 3 jogos, a mesma marca obtida pelo Rasoul Sharifi, que foi considerado o MVP da Taça, seguido, curiosamente, pelo Ko Mu-Yeol. Eu, por meu turno, conquistei o troféu de melhor treinador da Taça.
Espaço ainda para um record batido a três jornadas do fim, o record de pontos. O anterior record era de 102 pontos, estabelecido pelo Suwom, e eu atingi os 103 à jornada 41. Bati também o record de golos marcados, ao marcar 129 no campeonato.
Ficam aqui os resultados desta segunda fase da K-League e também a classificação final. Como podem ver, a distância pontual entre a minha equipa e o segundo classificado é enorme. São 22 os pontos que separam ambas as equipas. Destaque para o facto de eu ter o melhor ataque e a melhor defesa da K-League. O ataque é realmente um aspecto a destacar, com uma média excelente de 2.93 golos por jogo. A defesa, apesar de se tratar da melhor da liga, fica muito aquém das minhas expectativas... A média de 1 golo por jogo é algo considerável, na minha opinião.
Spoiler

Spoiler

Na época que se avizinha, vou manter-me no Pohang. Para a próxima época, o grande objectivo é voltar a triunfar na Liga. Um dos grandes erros que cometi no Beira-Mar foi apostar nas competições europeias sem ter grandes esperanças. Aqui, não vou cometer o mesmo erro. A primeira época na Liga dos Campeões Asiáticos vai ser à experiência. Não vou estabelecer objectivos demasiado complicados. Ainda assim, vou tentar fazer boa figura, daí que tenha escolhido como local de estágio um local fora na Ásia. O estágio realizar-se-à na Califórnia, onde espero que a equipa se debata bem contra equipas americanas, com maior qualidade. Para a próxima época, à partida, vou ter três baixas, três jogadores jovens que vão cumprir o serviço militar obrigatório, durante dois anos, e que vão jogar no Sangju, por empréstimo (é obrigatório). Recebi também uma má novidade. O meu presidente milionário vai deixar de financiar o clube, portanto, vou ter de ser mais comedido nos gastos.
No mercado de transferências, fui bastante agressivo, e ao sétimo dia de Janeiro, já tinha o plantel quase composto, faltando apenas assegurar um defesa central decente. Um dos meus centrais titulares, Cho Sung-Hwan, decidiu não renovar contrato e ficar sem clube e o outro reformou-se. Já tinha adquirido o Wilkinson, e faltava um. Estas foram as únicas baixas ditas de peso na minha formação da época finda. Porém, em termos de contratações, e apesar de ter menos dinheiro disponível, não me fiz rogado e trouxe alguns reforços sonantes. A minha estratégia de mercado consistiu em não ligar a nomes nem a clubes, e tentar trazer os melhores jogadores coreanos da liga (e de fora, se o negócio for bom, como foi o caso uno de Park Sang-Jin) para o meu clube e numa lista de 10 nomes, apenas falhei duas contratações, dois centrais que não estavam interessados em juntar-se a mim, pelo que me tive de virar para um 11º nome, o Jung In-Whan, que é agora o terceiro jogador com mais minutos na minha equipa. Aliado a isto, regressou do serviço militar um jogador que é titular agora na minha ala esquerda. Aqui ficam os meus negócios:
Spoiler

A época iniciou-se precisamente com a minha estreia na Liga dos Campeões Asiáticos. Viajei até Adelaide, para impor o meu jogo frente ao tetracampeão australiano, contra todas as probabilidades, pois o meu adversário já tinha outro ritmo competitivo, pois já estava a meio do campeonato. Uma entrada com o pé direito na LCA. Seguiu-se uma onda vitoriosa, com vitórias nos 5 jogos para a liga que se seguiram e contra o Shortan para a LCA. O meu primeiro deslize ocorreu à 6ª jornada, após um desaire inesperado em casa do Jeonbuck, num jogo decidido por um golo ao décimo quinto minuto. No jogo seguinte, contra o Sendai Lumiere, no Japão, um empate com sabor a vitória, pois estive a perder por duas bolas até ao minuto 78 e acabei por marcar dois bolos em 5 minutos, estabelecendo o 2-2 final.
Desde esse empate, foi sempre a somar, uma vez que veio uma série de vitórias enorme. No grupo G da Liga dos Campeões, à 4ª jornada, já estava passado, e acabei por acabar mesmo por terminar a fase de grupos sem derrotas, com 16 pontos conquistados, em 18 possíveis.
Pelo meio, tive uma proposta para ir treinar para a Ucrânia. O Dnipro fez-me proposta, mas eu rejeitei prontamente.
Na Liga dos Campeões, segue-se mais uma equipa australiana, o Melbourne Heart. A equipa sediada em Melbourne conta com vários jogadores estrangeiros com algum nome, entre os quais, o belga Tom de Sutter. Desses jogadores, destaco ainda o trinco Ignacio Ratti, titular no meu River Plate. Foi uma completa surpresa quando vi um nome conhecido no 11 titular adversário. O trabalho difícil foi feito em casa, uma vez que venci por 3-1 (podia ter 3-0, se não fosse uma distracção nos segundos finais do encontro...). Fora de casa, bastou-me segurar o resultado. Ainda estive por baixo na eliminatória, precisamente no minuto 49, quando o Melbourne Heart fez o 2-0, mas no minuto a seguir, a minha equipa recolocou-se na frente da eliminatória, ao marcar por intermédio de Felipe Avenatti, estabelecendo o 2-1 que se manteria até ao fim da partida. Esta derrota veio pôr um ponto final numa série que já ia em 13 jogos em que a minha equipa marcou pelo menos mais um golo que a equipa adversária.
Aqui ficam os resultados da primeira parte da época
Spoiler


Spoiler


Não há muito a dizer sobre esta volta. A série vitoriosa antecedente a este resultado era já de 16 vitórias, em todas as competições. O meu destaque vai para esta reviravolta magnífica frente ao Sangju, a tal equipa dos jovens militares. Tratava-se de um jogo a contar para a FA Cup Coreana, quartos de final, e como é lógico, a derrota punha-me fora da competição. A minha equipa foi dominada na 1ª parte, esteve por cima toda a segunda parte, mas teve muitas dificuldades em frente da baliza. Em desespero, lancei no encontro o Alonso, que em poucos minutos, e já depois dos 90, faz o empate, neste golo super confuso - http://www.youtube.com/watch?v=8JrHxSjrHdQ . O mesmo Alonso acabaria por marcar o golo da vitória no fim da primeira parte do prolongamento.
Ficam aqui os resultados da 2ª volta e também a classificação da parte "regular" do campeonato:
Spoiler


A maior dificuldade que enfrente de momento é manter os meus dois iranianos contentes. Ambos anseiam por sair para um clube maior. São casos diferentes. O primeiro, o médio Hajysafi, tem 29 anos, e face a uma boa proposta, eu deixava-o sair, pois encontraria já tinha um substituto referenciado. A proposta apareceu da China, do Guangzhou, mas a transferência acabou por não se concretizar face a entraves por parte da justiça chinesa. Entretanto, o substituto, um tal Correa de nacionalidade argentina e com apenas 24 anos, acabou por assinar pelo Hertha de Berlim, pelo que acabei por ficar com o Hajysafi. Já o avançado Sharifi não teve autorização minha para negociar com clubes estrangeiros, vieram propostas do Al-Ain dos Emiratos Árabes Unidos, do Al-Ittihad da Arábia Saudita e também do Sporting de Braga, propostas essa rejeitadas instantaneamente, pois por um lado dificultavam a minha tarefa de treinador, uma vez que se trata de um jogador bastante bom em atributos, e por outro lado não eram propostas suficientemente lucrativa em termos económicos.
A "segunda fase" começou bem e conquistei também uma vitória na FA Cup, mais uma, após uma vitória fácil por 2-0 na final frente ao Incheon. Em termos de prémios individuais desta competição, não consegui o triplete da época anterior. O único prémio que a minha equipa recebeu foi direccionado a mim, que fiquei com o prémio de melhor treinador.
Nos entretantos, eliminei o Malavan da Liga dos Campeões e seguia-se um confronto frente a uma das duas equipas que eu mais temia encontrar, o Al-Ain. O Al-Ain é uma equipa baseada nos Emirados Árabes Unidos com um plantel fantástico. Ao pormenor, não consigo comparar com a minha equipa, mas sei que um ex-jogador meu, que era titular na minha equipa, não jogou em nenhuma das mãos. A primeira mão, em casa, correu mal. Tentei fazer de tudo para a minha equipa jogar bem, mas fui dominado, e consegui um empate quase milagroso nos últimos minutos, depois de uma substituição que tem tanto de arriscada como de engenhosa. Optei por tirar o Avenatti e colocar em campo o Alonso. O Avenatti era considerado pelo treinador adversário a minha figura, pelo que foi alvo de marcação durante todo o jogo, daí a substituição. O Alonso acabou por ser decisivo. Com 1-1 na primeira mão, seguia-se o jogo no Médio Oriente. Comecei bem, com um golo do Badu logo aos 6 minutos, mas depressa a minha equipa baixou de rendimento, e só não fui para os balneários em desvantagem pois o Avenatti fez o gosto ao pé mesmo em cima do intervalo. Com 2-2 no marcador, o Al-Ain partiu para cima de mim, pois precisava urgentemente de marcar. Marquei o 3-2, que surgiu num contra-ataque depois da bola ter ido à barra da baliza da minha equipa, e no 4-2, nos descontos, o Avenatti correu 2 terços do campo completamente sozinho, depois de um pontapé de canto. Este resultado, além de mostrar o caminho da final, dava a possibilidade de pintar um dos vértices do meu pentágono, pelo que fiquei extasiado.
Spoiler

O jogo a seguir era contra o todo-poderoso chinês Guangzhou. É a segunda vez que enfrento esta equipa enquanto treinador do Pohang. Na primeira, perdi 2-1, num amigável da pré-época de 2018 (a minha primeira na Coreia). Por curiosidade, antes deste jogo, o Pohang já tinha conquistado por três vezes a LCA. Para a grande final, tinha 4 baixas importantes por lesão, o lateral esquerdo Park Sang-Jin (que felizmente não foi o titular durante muitos jogos), o ponta de lança Park Jun-Tae (que apesar de ter sido muito utilizado ao longo da época, tem alternativas), o trinco Shin Hyung-Min (que é sem dúvida o meu melhor trinco e ao mesmo tempo o meu melhor central) e o médio centro Ehsan Hajysafi (titularíssimo). Infelizmente, tinha a condicionante de não ter alguns jogadores nas melhores condições físicas, devido à sobrecarga de jogos. Enquanto na Coreia ainda faltam algumas jornadas para acabar a Liga, na China, a liga já acabou, faltando apenas a final da Taça. O jogo começou quase com um golo do Sharifi. Ele tinha sido associado em Julho ao Guangzhou e fez questão de mostrar o que vale, ao finalizar com um excelente pontapé. Até final do jogo, houve mais 2 golos para cada equipa, pelo que ganhei 3-2. Apesar de ter tido apenas 41% de posse de bola, fui bastante mais rematador, e isso fez a diferença.
Aqui ficam as estatísticas e um vídeo com os destaques da partida - http://www.youtube.com/watch?v=UtMKh72AlE8
Spoiler


Aqui ficam os resultados da "segunda fase" e a classificação final da K-League de 2019
Spoiler


Spoiler

Destaque também para a nomeação do Rasoul Sharifi para melhor jogador asiático do ano. O iraniano da minha equipa foi nomeado ao lado do coreano Lee Chung-Yong do Bolton e do Kagawa, que representa o Arsenal.
Segue-se a última competição onde participarei enquanto treinador do Pohang Steelers, o Campeonato do Mundo de Clubes. Participarão na competição, além do meu Pohang, o Auckland City da Nova Zelândia, o Bayern de Muniche da Alemanha, o Flamengo do Brasil, o ES Tunis da Tunísia, o Philadelphia dos Estados Unidos da América, e o Nagoya Stolz do Japão (organizador). Sabendo à partida que não tinha grandes possibilidades de vencer, não me propus a qualquer objectivo ambicioso. Para esta competição, apenas duas baixas de relevo, o trinco Shin Hyung-Min e o médio centro Ehsan Hajysafi, ambos jogadores fantásticos...
O primeiro jogo foi contra o Nagoya. Fiquei contente com o sorteio, pois é uma equipa asiática que tem tido pouco sucesso, logo, à partida, eu seria favorito à vitória. Para facilitar a minha tarefa, os japoneses estavam super debilitados em termos de condição física. Venci facilmente por seis bolas a zero, com golos de Sharifi (3x), Avenatti, Lee Myung-Joo e Park Jin-Po.
O jogo seguinte era muito mais complicado, e punha a minha equipa frente ao Flamengo. O jogo começou mal para o meu lado, com uma lesão precoce do médio Lee Myung-Joo. Minutos depois, Badu, numa jogada individual, deixou 3 brasileiros para trás e marcou o 1-0, que se manteve até ao intervalo. Infelizmente, a minha equipa cedeu à pressão de ser outsider e acabou por sofrer o empate, na sequência de um pontapé de canto. Já tudo apontava para o desempate por grandes penalidades (não há prolongamento), quando um jogador do Flamengo caí na área, na minha opinião, sem falta. Infelizmente, o árbitro não entendeu assim, e tomou a decisão certa, segundo a imprensa. O Flamengo aproveitou e completou a reviravolta no marcador, que me deixou bastante triste...
Sem surpresa, o Philadelphia perdeu contra o gigante mundial da Baviera, e tornou-se no último adversário do Pohang era-Cláudio Costa. Sem conhecer o meu adversário, não quis fazer palpites, mas estava esperançado na obtenção da medalha de bronze na competição. A equipa de Freddy Adu e companhia entrou melhor no jogo, mas ao intervalo, estava tudo como começou. A abrir a segunda parte, um passe milimétrico de Jung Hoon foi tudo quanto bastou para, de cabeça, o Badu fazer uma maravilha e chapelar o guarda-redes, fazendo o primeiro do jogo. A vantagem durou apenas 3 minutos, e um tal de Salgado, acabou por empatar a partida. 10 minutos depois, o Badu quase fazia uma repetição do golo contra o Flamengo, mas a bola passou ao lado da baliza... O jogo acabou empatado, e foi para penalties. Ao 5º penalty, o famoso Adu manda ao lado, mas no penalty seguinte, Jung Hoon permite a defesa do guarda-redes dos americanos. Na morte súbita, logo na primeira ronda, o Philadelphia concretiza e a minha equipa não, e acabo por perder 4-3 nos penalties... Dois jogos perdidos num pormenor, embora em circunstâncias diferentes, é triste.
Propus-me apenas a clubes com algum poder económico ou então equipas grandes a nível mundial. Propus-me ao Arsenal, ao Sevilha, ao Chivas Guadalajara e ao AS Monaco, mas nenhuma destas me quis. O 5º clube ao qual me candidatei foi o Fenerbahçe, que me aceitou. Demorei cerca de quatro meses para encontrar emprego.
Fenerbahçe
O Fenerbahçe é um dos clubes mais ricos do Mundo. Porém, estar num clube rico faz com que haja alguma pressão extra no trabalho do técnico do clube. Claramente, o anterior técnico, o experiente suiço Murak Yakin, cedeu à pressão. Na época em que chegou ao clube, nos últimos dias de Novembro de 2017, foi campeão. Porém, na época seguinte, não foi além de um mísero 6º lugar. Entrou na temporada 2019/2020 com pressão extra, pois tinha de apresentar resultados urgentemente, e não o conseguiu. Cabe-me a mim pegar na batata quente.
À minha chegada, o Fenerbahçe está em 6º, à jornada 27, e matematicamente já está fora do título, pois já está a 22 pontos de distância do actual 1º, o Besiktas. Apanhar o Galatasaray, actual segundo, matematicamente ainda é possível, pois são "apenas" 20 os pontos que separam ambas as equipas. Porém, well, é claramente um alvo irrealista. Descartada a hipótese de me qualificar para a Liga dos Campeões, vamos pôr a fasquia na Liga Europa. O problema é que até isso está comprometido. Na Turquia, vão à Liga Europa os clubes que se terminem a temporada entre a 3ª e a 5ª posição, dependendo do vencedor da Taça da Turquia. Esta permissa é importante, pois condiciona ainda mais a minha tarefa. Em competição na Taça da Turquia, que já vai nas meias finais, está o Bursaspor e estão 3 equipas que estão abaixo de mim na Liga. Na prática, isto significa que o Fenerbahçe só vai às competições europeias na próxima temporada se ficar pelo menos em 4º lugar, isto para não depender do vencedor da Taça. Para avaliar a dificuldade do desafio, vejam por vós próprios a classificação a 7 jornadas do fim:
O plantel com que eu vou ter obrigatoriamente de contar, pois já estou fora do período de transferências é interessante, mas longe do que eu considero ideal. Destaque para o guarda-redes colombiano David Ospina, para o ponta de lança suiço Eren Derdiyok e para o ponta de lança senegalês Moussa Sow.
O primeiro jogo do Fenerbahçe sob as minhas ordens foi no Sükrü Saracoglu, frente ao Akhisar Belediyespor, 16º na tabela classificativa, e correu bastante bem. Acabei por vencer por 4-1, num jogo que valeu por uma excelente primeira parte, na qual a minha equipa marcou os 4 golos. Infelizmente, nenhum dos meus adversários principais perdeu pontos...
Seguiu-se uma fase positiva, e acabei por não perder qualquer um dos 7 jogos que disputei. Apesar de ser um registo interessante, não posso dizer que seja algo do outro mundo, pois apenas tive um jogo realmente difícil, contra o Bursaspor, no qual venci à tangente.
Com este registo, consegui subir na classificação e garantir a qualificação para a Liga Europa na terceira posição. De qualquer forma, como o Bursaspor venceu a Taça da Turquia, o 5º lugar já servia.
Para a época que aí vem, não creio que seja possível ser campeão. Os planteis do Galatasaray e do Besiktas são muito superiores ao meu, pelo que o meu objectivo vai ser o 3º lugar, lutando, claro, por superar o meu objectivo. Para tal, além de fazer uma revolução no balneário, necessária, tentei ainda trazer jogadores famosos para me ajudar na tarefa. O primeiro jogador que tentei trazer foi o Cristiano Ronaldo, já com 35 anos, por 14 Milhões de Euros, mas não tive sucesso. Foi worth a try.
À minha chegada, o Fenerbahçe está em 6º, à jornada 27, e matematicamente já está fora do título, pois já está a 22 pontos de distância do actual 1º, o Besiktas. Apanhar o Galatasaray, actual segundo, matematicamente ainda é possível, pois são "apenas" 20 os pontos que separam ambas as equipas. Porém, well, é claramente um alvo irrealista. Descartada a hipótese de me qualificar para a Liga dos Campeões, vamos pôr a fasquia na Liga Europa. O problema é que até isso está comprometido. Na Turquia, vão à Liga Europa os clubes que se terminem a temporada entre a 3ª e a 5ª posição, dependendo do vencedor da Taça da Turquia. Esta permissa é importante, pois condiciona ainda mais a minha tarefa. Em competição na Taça da Turquia, que já vai nas meias finais, está o Bursaspor e estão 3 equipas que estão abaixo de mim na Liga. Na prática, isto significa que o Fenerbahçe só vai às competições europeias na próxima temporada se ficar pelo menos em 4º lugar, isto para não depender do vencedor da Taça. Para avaliar a dificuldade do desafio, vejam por vós próprios a classificação a 7 jornadas do fim:
Spoiler

O primeiro jogo do Fenerbahçe sob as minhas ordens foi no Sükrü Saracoglu, frente ao Akhisar Belediyespor, 16º na tabela classificativa, e correu bastante bem. Acabei por vencer por 4-1, num jogo que valeu por uma excelente primeira parte, na qual a minha equipa marcou os 4 golos. Infelizmente, nenhum dos meus adversários principais perdeu pontos...
Seguiu-se uma fase positiva, e acabei por não perder qualquer um dos 7 jogos que disputei. Apesar de ser um registo interessante, não posso dizer que seja algo do outro mundo, pois apenas tive um jogo realmente difícil, contra o Bursaspor, no qual venci à tangente.
Com este registo, consegui subir na classificação e garantir a qualificação para a Liga Europa na terceira posição. De qualquer forma, como o Bursaspor venceu a Taça da Turquia, o 5º lugar já servia.
Spoiler

Última edição por CFC em 10 Ago 2014, 23:22, editado 77 vezes no total.


























































