Eish, que estereótipos oh Padrão e Edu. Maior parte da malta da EUC tem namorada, eu incluído
Btw, eu também não suporto muito tunas mistas ou femininas, às vezes pode ser muito difícil de ouvir
eduardextreme Escreveu:Na universidade é tudo assim.
Se não vens para a Praxe não fazes amigos.
Se não vens para a Tuna não consegues engatar moças.
Se não vens para o Núcleo não ganhas currículo e experiência.
Aliás, eu às vezes fico a pensar como é que há malta com tempo para a praxe, para a tuna e para os projectos dos núcleos quando eu, que não participo em nenhuma, muitas vezes me vejo com problemas em ter tempo para a faculdade. Só se não tivesse vida.
Mas depois lembro-me que essas pessoas muitas vezes descartam a faculdade e já faz sentido.

Ai tão verdade. Por acaso é uma verdade que me espanta, como é que tanto universitário, que devia já ter uma visão crítica sobre a vida, consegue pensar assim.
A praxe para mim foi importante para ter primeiros contactos em Coimbra, para estabelecer amizades. A partir de certa altura, só se eu fosse estúpido é que aparecia na praxe uns quantos dias por semana às 8 da manhã. Às vezes aparecia às 8h55, porque tinha aulas às 9h, mas só mesmo porque ficava a caminho. E em Coimbra a praxe é divertida em grande parte dos cursos (embora a certa altura enjoe), porque aí no Porto é uma piçada, e a integração é nula, pois de quatro não consegues estabelecer contactos com ninguém.
O núcleo, dito por um gajo que é activo no seu núcleo, só dá currículo para quem tem um cargo relevante. Ninguém vai queres saber que eu estive no núcleo se a minha posição era de colaborador (que na realidade, grande parte das vezes, coça-os).
A tuna é a cena mais fixe do mundo, em termos de convívio. Porém, as gajas que podes papar enquanto membro de uma tuna são as mesmas que paparias se não pertencesses, muito provavelmente, pois nos tempos que correm só as ditas "porcas" é que se deixam papar assim
