Não é recomendado abrir portas por motivos de segurança, a menos que saibas o que estás a fazer. Ou seja, abre as portas que achas que necessitas.
Uma explicação longa e técnica:
Para haver uma comunicação é necessário saber o IP e a Porta do destino (É como saber a morada e a porta do destinatário de uma carta). Ex.: Rua Afonso Henriques, Porta Nº 101, seria como 123.456.789.876 : 1234
Cada dispositivo (computadores, telemóveis...) tem várias portas, para utilizar em várias aplicações.
O router de tua casa tem um NAT, que atribui portas públicas (ligadas à internet) às portas dos dispositivos que pedem acesso à internet. Essa porta é atribuída por um período de tempo (Ex.: 15 minutos), podendo ser depois reutilizada.
Isso significa que alguém no exterior não consegue, por sua iniciativa, contactar uma determinada porta (aplicação) no interior da tua rede, pois não sabe que porta pública lhe foi atribuída.
A única forma do exterior saber esses dados é a aplicação interior contactar a aplicação exterior.
Isto é uma forma de segurança passiva.
Abrir as portas significa associar manualmente e de forma estática uma porta pública a uma porta interna.
Ou seja, não é necessário haver um contacto do interior para o exterior para iniciar uma comunicação. A comunicação pode agora ser iniciada pelo exterior. Daí os problemas de segurança.
Isto é útil para aplicações estilo servidor, que aguardam pedidos de quaisquer e desconhecidos clientes exteriores, como um servidor Teamspeak, web, etc.
Devido a permitir contactos exteriores, o ideal é reduzir ao mínimo necessário o número de portas abertas.
Se quiseres saber o porquê de algumas coisas serem assim, pergunta, senão isto ficava longo.