Sobre as quedas, estão na definição normal. No jogo, há uma definição para isso. Dá para ir dos 0% até aos 300%, ou seja, dá para abolir ou triplicar as quedas (e tudo o que há de intermédio). De qualquer forma, o Giro e a Califórnia creio que foram muito calmos. Também houve quedas, de gente importante e de gente irrelevante, mas foi bem mais realista. Eu vou optar por deixar estar até ao Tour, e depois logo se vê, porque a primeira parte da temporada é bem mais propícia a quedas (pavês, chuva, neve, etc). Não há nenhuma stat para a propensão a quedas.
Sobre equipas com vários gajos fortes, contei-vos a minha teoria. Também me chateia que já levei Poels e Costa à mesma prova e eles não se entendiam, mas é o que é... É daquelas coisas que eu não consigo controlar, porque é defeito do simulador. Sinceramente, prefiro assim do que aquilo que aconteceu no PCM2016 em que os gajos que estavam a trabalhar na frente do pelotão faziam todos top10.
Sobre o sistema de pontos, aceito que esperem pelas grandes voltas. O Manuel8 mencionou uma coisa que concordo e da qual só me apercebi depois, que é o facto das camisolas estarem a valer muitos pontos. Nesta altura, é a única coisa que acho errada. Tudo o resto parece-me mais dentro do plausível. Discordo sobre o facto das etapas estarem a valer muito, acho que está adequado. Não percebi o que o invictuzz quis dizer
Pedia ainda que mais gente desse opinião sobre o sistema de escolhas
