Sobre uma possível nova edição, a simulação seria feita em dificuldade "Normal". De acordo com o Manuel8, nos outros níveis de dificuldade, a AI tem bónus de stats, fazendo com que haja desequilíbrios em benefício das equipas mais fortes.
Uma das coisas que não correu tão bem na última edição foi a questão dos dias de corrida, algo que na altura o Invictuzz mencionou e muito bem. Um corredor que participasse em 21 clássicas, teria 21 provas onde poderia pontuar, sendo que se participasse num GT, teria apenas 1, e isto produziria o mesmo "desgaste". Ora, desta vez, estou a pensar limitar de outra as inscrições. Portanto a minha primeira sugestão seria algo como limitar as escolhas a 25 pontos de prova, em que:
* 7 pontos: Grandes Voltas
* 4 pontos: Voltas pequenas duras - Paris-Nice, Tirreno-Adriatico, Vuelta a Catalunya, Vuelta al Pais Basco, Criterium du Dauphiné, Tour de Suisse
* 3 pontos: Voltas pequenas suaves - Tour Down Under, Volta ao Algarve, UAE Tour, Tour de Romandie, Tour de Pologne, BinckBank Tour, Tour of Guangxi
* 2 pontos: Monumentos
* 1 ponto: Restantes clássicas e TTT
Isto daria um total de 673 pontos, o que a dividir por 30 corredores dá cerca de 22.4 pontos de prova a cada. O desconto de cansaço poderia ser feito a cada 10 pontos.
Outra mudança passaria pelo sistema de pontuação, em que basicamente daria mais poder às voltas (já que custam mais pontos). Portanto, as grandes voltas passariam a dar mais pontos, e as voltas pequenas passariam a valer o mesmo que os monumentos. Antes, GTs e monumentos davam o mesmo número de pontos, e as voltas pequenas o mesmo que as clássicas pequenas.
De resto, tudo seria muito semelhante às edições anteriores, tanto em termos de draft como planificação. A única coisa que poderia aconteceu é eu não comentar algumas provas, porque é isso que é mais time-consuming